MATO GROSSO
Polícia Civil prende envolvido em homicídio e ocultação de cadáver de jovem desaparecido em Tangará da Serra
MATO GROSSO
Um criminoso, envolvido nos crimes de sequestro, homicídio e ocultação de cadáver de um jovem em Tangará da Serra, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na manhã desta sexta-feira (9.1), durante investigações conduzidas por meio da Divisão de Homicídios e Proteção de Pessoas, da 1ª Delegacia de Polícia do município.
As investigações iniciaram após a Polícia Civil tomar conhecimento do desaparecimento da vítima, Patrick de Oliveira Lucas, 26 anos, ocorrido no dia 01 de dezembro de 2025.
Em diligências contínuas para identificação do paradeiro da vítima, os policiais realizaram otivias de testemunhas e diversas abordagens que levaram até um dos suspeitos, que acabou confessando o envolvimento no crime e apontou o local exato onde a vítima estava enterrada.
Segundo as informações colhidas, a vítima foi amarrada e ainda com vida, foi levada até uma região de mata do bairro Alto da Boa Vista, ocasião que teve que se ajoelhar dentro da própria cova e recebeu quatro golpes de picaretas na cabeça. A vítima não resistiu aos ferimentos e foi a óbito, sendo na sequência enterrado pelos criminosos.
O crime teria sido ordensado por uma facção criminosa, sendo que a vítima teve a morte decretada em razão de ser considerada “cagueta”.
Após a prisão, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Tangará da Serra, onde foi interrogado e autuado em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver e também responderá a inquérito policial pelo homicídio qualificado.
As investigações seguem em andamento para identificar e prender outros envolvidos no crime.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
MPMT promove ação sobre violência a adolescentes em escola de Cuiabá
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional sobre Estudos de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e Gênero Feminino (CAOVD), realizou, nesta quinta-feira (14), palestra educativa na Escola Estadual Dione Augusta Silva Souza, em Cuiabá, voltada para meninas entre 12 e 17 anos.A atividade foi conduzida pela procuradora de Justiça da 26ª Procuradoria de Justiça e Coordenadora do CAOVD, Elisamara Sigles Vodonós Portela, nos períodos matutino e vespertino, com o tema “Como Reconhecer a Violência”. A iniciativa promoveu um espaço de diálogo e conscientização sobre violência contra meninas e mulheres, autoestima, proteção, relacionamentos abusivos e formas de buscar ajuda.Durante a palestra, foram abordados temas relacionados aos diferentes tipos de violência previstos na legislação brasileira, incluindo violência física, psicológica, sexual, moral, patrimonial e digital, além de situações frequentemente naturalizadas entre adolescentes, como controle excessivo em relacionamentos, chantagem emocional, exposição nas redes sociais, cyberbullying e perseguição virtual.Também foram discutidos sinais de relacionamentos abusivos, mecanismos de proteção previstos na Lei Maria da Penha, canais de denúncia e a importância da informação como instrumento de prevenção. A apresentação buscou demonstrar às adolescentes que muitas formas de violência começam de maneira silenciosa e podem se manifestar em ambientes cotidianos, como escola, internet, redes sociais, amizades e relacionamentos afetivos.Além do debate sobre violência doméstica e digital, a atividade abordou temas relacionados à saúde, autocuidado e prevenção, incluindo gravidez na adolescência, métodos contraceptivos, infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e acesso aos serviços públicos de saúde e assistência.Durante o encontro, a procuradora de Justiça destacou a importância de levar esse tipo de discussão ao ambiente escolar como forma de fortalecimento da rede de proteção e promoção da cidadania. Segundo ressaltado, o acesso à informação permite que adolescentes reconheçam comportamentos abusivos, compreendam seus direitos e saibam onde procurar apoio em situações de violência.A palestra também reforçou a importância do diálogo, da autoestima e do respeito próprio, incentivando as estudantes a identificarem situações de manipulação, controle e desrespeito que muitas vezes são equivocadamente interpretadas como demonstrações de afeto.Ao longo da atividade, foram apresentados dados estatísticos sobre violência contra mulheres e meninas no Brasil e em Mato Grosso, além de informações sobre os serviços de atendimento disponíveis, como: Disque 180, Polícia Militar, Delegacias Especializadas, Ministério Público, assistência social e unidades de saúde.A iniciativa integra as ações desenvolvidas pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso voltadas à prevenção da violência, promoção dos direitos humanos e fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres, crianças e adolescentes.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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