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Liga Cuiabá lança oficialmente Carnaval 2026 com patrocínio da Secel

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Com patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) para contribuir com a profissionalização do evento, o Carnaval 2026 de Cuiabá vai ser lançado nesta quarta (14.1), a partir das 18h, no Cine Teatro Cuiabá, pela Liga Independente dos Blocos Carnavalescos e Escolas de Samba de Cuiabá (Liga).

A cerimônia, “Abraçando culturas e tradições”, marca o início da contagem regressiva para os desfiles, marcado para o início de fevereiro, na Arena Pantanal. O secretário-adjunto de Cultura, Jan Moura, acompanha a organização do evento e os ensaios nos bairros das escolas e blocos. “Quando a bateria toca a nossa cidade sente. O ensaio é coração, é paixão, é preparação, é cultura viva. Mais uma vez, a Arena vai receber os desfiles. É o Governo de Mato Grosso investindo em quem faz a história acontecer”, destaca.

O lançamento reúne presidentes das agremiações, carnavalescos e a comunidade do samba, além de apoiadores e patrocinadores. Na ocasião, o público poderá conferir de perto o brilho da Corte Momesca, e das escolas de samba Império de Angola e Paiaguás, bem como dos tradicionais blocos da Liga Cuiabá: Agora QQ Esse, Boca Suja, Banana da Terra, Império de Casa Nova, Luxo Folia, Melados e Tradição de Araés.

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Um dos pontos altos da noite será o detalhamento da estrutura para os desfiles na Arena Pantanal. O Carnaval 2026 foca em segurança, acessibilidade e fomento econômico, com investimento direto nas comunidades que fazem a festa acontecer. Apenas a Secel destinou R$ 65 mil para cada escola e R$ 45 mil para um dos sete blocos, num total de R$ 445 mil.

“O Carnaval de Cuiabá vive um momento de profissionalização e resgate. Realizar o lançamento no Cine Teatro reforça que o samba é uma arte merecedora dos palcos mais nobres da nossa cidade”, destaca o diretor da Liga, Daniel Abreu. Segundo ele, escolas e blocos recorreram a músicos e artistas profissionais a partir do investimento da Secel. “É um momento de transformação para melhorar. Também estão envolvidos jovens que querem aprender a costurar e tocar bateria, por exemplo”, conta.

Os desfiles serão realizados entre os dias 6 e 7 de fevereiro, a partir das 18h, na Arena Pantanal. Em 8 de fevereiro, às 17h, após a apuração dos votos dos jurados, será aberta a matinê dedicada à apresentação dos enredos, das cortes momescas e dos shows nacionais e regionais que prometem transformar a capital mato-grossense no maior polo carnavalesco do Centro-Oeste.

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No edital aberto para a seleção dos jurados, 28 pessoas do Brasil inteiro inscreveram-se. Nove foram selecionadas, sendo três de Cuiabá e sete do Rio de Janeiro. “Cada pessoa mandou seu portifólio e a categoria em que costuma julgar. Foram escolhidos os melhores”, conclui Daniel.

Serviço

Evento: Lançamento Oficial do Carnaval de Cuiabá 2026: “Abraçando culturas e tradições”

Data: 14 de janeiro de 2026 (Quarta-feira)

Horário: 18h

Local: Cine Teatro Cuiabá (Av. Getúlio Vargas, Centro)

Realização: Liga de Carnaval de Cuiabá (LIGA)

Credenciamento da imprensa : https://forms.gle/P84RnyCgYYxZ1EGz8

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail: [email protected] ou (65) 99805-6297 (Ediana Tanara)

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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