MATO GROSSO
CBF divulga valores e pontos de venda dos ingressos para Supercopa entre Flamengo e Atlético; confira
MATO GROSSO
Flamengo e Atlético (MG) disputam a Supercopa do Brasil na Arena Pantanal, neste domingo (20.02), a partir das 15h (horário de Cuiabá). A CBF divulgou o valor dos ingressos e pontos de venda para o duelo em Cuiabá. A entrada mais barata custa R$ 100 (inteira). O bilhete mais caro está no valor de R$ 300 (inteira).
Os ingressos físicos podem ser adquiridos a partir das 10h desta sexta-feira (18.02), em pontos de venda credenciados, e vão até o sábado, às 20h. Mas já estão disponíveis para compra online, pelo site https://tickethub.com.br/.
A CBF liberou a comercialização de 31.219 ingressos. Conforme o decreto municipal, fica estipulado que, para acessar e permanecer na Arena Pantanal, o público precisará apresentar comprovante de imunização contra a Covid-19, com pelo menos a segunda dose ou dose única.
Setores e valores
Oeste Inferior (setor misto) – 4.863 lugares – R$ 300 (inteira)/R$ 150 (meia)
Oeste Superior (setor misto) – 7.072 lugares – R$ 120 (inteira)/R$ 60 (meia)
Leste Inferior (setor misto) – 4.757 lugares- R$ 200 (inteira)/R$ 100 (meia)
Leste Superior (setor misto) – 7.430 lugares – R$ 120 (inteira)/R$ 60 (meia)
Norte Inferior (setor exclusivo da torcida do Flamengo) – 3.549 lugares – R$ 100 (inteira)/R$ 50 (meia)
Sul Inferior (setor exclusivo da torcida do Atlético Mineiro) – 3.548 lugares – R$ 100 (inteira)/R$ 50 (meia)
Postos de venda
Sexta (18) e sábado (19), das 10 às 20h, nos cinco pontos. No domingo (20), apenas no ginásio.
1) Ginásio Aecim Tocantins – Av. Agrícola Paes de Barros, s/n – Verdão- Cuiabá MT
2) Loja Tube Térreo- Shopping 3 Américas – Av.Brasilia,146-213 -Jardim das Américas – Cuiabá MT
3) Loja Tube – Pantanal Shopping- Av. Historiador Rubens de Mendonça, 3300 – Jardim Aclimação – Cuiabá MT
4) Loja Hebrom 1o Piso – Shopping Varzea Grande – Av.Presidente Arthur Bernardes, 43 – Centro Sul – Varzea Grande – MT
5) Loja Moda Verão – Av.Getulio Vargas esquina Prainha – Cuiabá MT
MATO GROSSO
Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis
Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.
A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.
Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.
A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.
“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.
Mais de uma década de pesquisas
A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.
Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.
Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.
Benefícios ambientais e econômicos
O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.
A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.
Reconhecimento científico
De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.
Fonte: Governo MT – MT
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