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Praias com o selo Bandeira Azul se destacam como opções para o verão brasileiro

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O verão está a pleno vapor, convidando não só os brasileiros, mas também os turistas de fora para aproveitar todas as belezas das praias que o Brasil oferece. E opção sustentável é o que não falta. Atualmente, o país conta com nada menos do que 50 praias com a Bandeira Azul, programa reconhecido internacionalmente por validar praias e marinas que se destacam pela qualidade ambiental, gestão sustentável e por boas práticas de turismo responsável.

Para receber o selo, os destinos precisam comprovar anualmente o cumprimento de 38 critérios que envolvem qualidade da água, gestão ambiental, segurança, infraestrutura, preservação patrimonial e educação ambiental.

As localidades contempladas estão distribuídas por cinco estados: Alagoas (1) e Bahia (5), na região Nordeste; Rio de Janeiro (19) e São Paulo (4), no Sudeste; e Santa Catarina (31), no Sul, consolidando o estado como o maior detentor de premiações nesta temporada.

Confira abaixo alguns critérios internacionais definidos pela Foundation for Environmental Education (FEE), organização responsável pela promoção global do programa.

Em relação à qualidade da água, por exemplo, a praia deve cumprir completamente os requisitos de amostragem e frequência da qualidade da água. Além disso, descargas de águas residuais, industriais ou urbanas não devem afetar a praia. Outras medidas também são levadas em consideração neste quesito, como o padrão de qualidade Bandeira Azul para os parâmetros físico-químicos.

Na gestão ambiental, entre outros critérios, estão a existência de recipientes para lixo na praia, em bom estado de conservação seguros e em número adequado, regularmente esvaziados e limpos. Também deve haver estruturas para receber lixo reciclável e a existência de instalações sanitárias em número suficiente.

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No quesito segurança e serviços, dentre vários critérios analisados, estão o policiamento na área da praia, existência de uma fonte de água potável disponível e formas de incentivo a meios de transporte sustentáveis na região. Além disso, é um requisito da Bandeira Azul que pelo menos uma praia em cada município deve estar equipada para receber pessoas com deficiência.

Confira a lista de praias aprovadas:

Temporada 2025/2026

PRAIAS:

Praia do Patacho, Porto de Pedras – AL
Praia do Paraíso – Guarajuba, Camaçari – BA
Praia da Espera – Itacimirim, Camaçari – BA
Praia da Viração – Ilhas dos Frades, Salvador – BA
Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe – Ilha dos Frades, Salvador – BA
Praia Azeda-Azedinha, Armação dos Búzios – RJ
Praia do Forno, Armação dos Búzios – RJ
Praia de José Gonçalves, Armação dos Búzios – RJ
Praia de Tucuns, Armação dos Búzios – RJ
Praia Lagunar Caiçara – Arraial do Cabo – RJ
Praia do Foguete, Cabo Frio – RJ (Trecho em frente a Lagoa das Garças)
Praia do Peró, Cabo Frio – RJ
Praia do Pontal do Peró, Cabo Frio – RJ
Praia da Cidade Nova, Iguaba Grande – RJ
Praia de Ubás, Iguaba Grande – RJ
Praia do Sossego, Niterói – RJ
Prainha, Rio de Janeiro – RJ
Praia de Grumari, Rio de Janeiro – RJ (Trecho central)
Praia da Reserva, Rio de Janeiro – RJ (Trecho Parque Natural Municipal Nelson Mandela)
Praia das Pedras de Sapiatiba, São Pedro da Aldeia – RJ
Praia das Pedras de Itaúna, Saquarema – RJ
Praia do Canto da Vila, Saquarema – RJ
Prainha, Saquarema – RJ
Praia do Estaleirinho, Balneário Camboriú – SC
Praia do Estaleiro, Balneário Camboriú – SC
Praia de Taquaras, Balneário Camboriú – SC
Praia Central, Balneário Piçarras – SC
Praia da Barra do Rio Piçarras, Balneário Piçarras – SC
Praia de Piçarras, Balneário Piçarras – SC
Praia da Ponta do Jacques, Balneário Piçarras – SC
Praia da Conceição, Bombinhas – SC
Praia de Quatro Ilhas, Bombinhas – SC
Praia da Tainha, Bombinhas – SC
Praia de Mariscal, Bombinhas – SC
Prainha de Mariscal, Bombinhas – SC
Praia da Lagoa do Peri, Florianópolis – SC
Praia das Cordas, Governador Celso Ramos – SC
Praia Grande, Governador Celso Ramos – SC
Prainha de Itá, Itá – SC
Praia dos Molhes do Atalaia, Itajaí – SC
Praia da Bacia da Vovó, Penha – SC
Praia da Saudade, Penha – SC
Praia Grande, Penha – SC
Praia Vermelha, Penha – SC
Praia do Ervino, São Francisco do Sul – SC
Praia de Ubatuba, São Francisco do Sul – SC
Praia do Forte, São Francisco do Sul – SC
Praia Grande, São Francisco do Sul – SC
Prainha – Praia da Saudade, São Francisco do Sul – SC
Praia do Tombo, Guarujá – SP

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Por Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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MEC e FNDE avançam na modernização das prestações de contas

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O Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), tem fortalecido a modernização da análise de prestações de contas dos programas educacionais com foco em inovação, gestão de riscos e maior eficiência no controle dos recursos públicos destinados à educação.

O trabalho começou ainda em 2024, com o levantamento detalhado do estoque de prestações de contas existente no órgão, que acumulava mais de quinze anos de passivo. A partir desse diagnóstico, duas medidas principais foram adotadas.

A primeira foi a automatização da forma como os entes realizam a prestação de contas, permitindo análises mais céleres, por meio da parceria com o Banco do Brasil e da implantação da solução BB Gestão Ágil.

A segunda medida foi o fortalecimento da articulação com o Tribunal de Contas da União (TCU), que resultou na revisão das regras sobre tomada de contas especial e prescrição, formalizada pela Instrução Normativa nº 48, de 27 de novembro de 2024.

Com esses avanços, o FNDE passou a adotar novas frentes de atuação que ampliaram a capacidade de análise, reduziram passivos históricos e fortaleceram os mecanismos de controle e transparência.

Ampliação das análises pelo modelo Malha Fina – O resultado mais expressivo ocorreu com a publicação da Portaria nº 1.146, de 27 de dezembro de 2024, que estabeleceu a segunda aplicação do modelo Malha Fina no FNDE.

A medida reforça o compromisso da autarquia com a gestão de riscos ao aprimorar a identificação de inconsistências nos documentos apresentados pelos gestores públicos, ampliando a capacidade de detectar erros e possíveis fraudes e assegurando a correta aplicação dos recursos destinados à educação.

Nesta segunda aplicação, 101.304 prestações de contas foram homologadas, o que representa mais de 68% do escopo de passivo analisado. O resultado gerou um benefício financeiro de R$ 1.942.656.911,02 aos cofres públicos.

O impacto demonstra a eficiência da ferramenta na recuperação de valores que poderiam ser mal aplicados ou não utilizados adequadamente, fortalecendo a governança e a transparência na execução das políticas públicas educacionais.

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Convênios com uso da plataforma Transferegov – Também em 27 de dezembro de 2024, foi publicada a Portaria FNDE nº 1.148/2024, que estabeleceu novos limites de tolerância ao risco por faixas de valor na análise informatizada das prestações de contas de convênios operacionalizados no Transferegov.br até 30 de junho de 2023, conforme previsto na Portaria Conjunta MGI/CGU nº 41/2023.

A medida permite a homologação informatizada de até 161 prestações de contas, de um total de 164 convênios analisados, já que três foram considerados não elegíveis pelas condições metodológicas estabelecidas.

O valor total dos recursos envolvidos soma R$ 133,6 milhões. Desse montante, cerca de 70%, o equivalente a R$ 92,3 milhões, correspondem a 127 convênios das faixas A e B que não apresentaram ocorrências em trilhas de auditoria da CGU e estão habilitados para análise automatizada.

Outros 34 convênios, que totalizam R$ 23,4 milhões, ainda apresentam pendências em trilhas de auditoria, mas poderão ser habilitados posteriormente após a regularização das inconsistências.

A portaria representa mais um avanço no fortalecimento dos mecanismos de controle e na racionalização da análise das prestações de contas no FNDE.

Solução BB Gestão Ágil – Outro importante instrumento de modernização é o BB Gestão Ágil, ferramenta do Banco do Brasil adotada pelo FNDE para simplificar a prestação de contas de repasses da educação, especialmente no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e no Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE), conforme previsto na Resolução CD/FNDE nº 7/2024.

A plataforma permite o acompanhamento digital dos recursos, a categorização das despesas e a realização da prestação de contas de forma mais ágil, reduzindo burocracias e facilitando o trabalho dos gestores locais.

Com isso, o processo se torna mais transparente, eficiente e acessível, contribuindo para diminuir erros formais, acelerar análises e fortalecer a regularidade na execução dos programas educacionais.

Como exemplo, no início dos trabalhos, o PNAE contava com cerca de 60 mil prestações de contas pendentes, sendo parte delas com mais de 15 anos de tramitação dentro do órgão, totalizando mais de R$ 40 bilhões distribuídos ao longo desse período.

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Com a utilização dessas medidas, além da aplicação da IN TCU nº 48/2024, esse número caiu para 45 mil prestações de contas, com valor estimado em R$ 28 bilhões. Isso significa que, em pouco mais de um ano de trabalho, 25% do passivo foi solucionado, com expectativa de ganhos de escala ainda maiores nos próximos anos.

Cooperação com a CGU e reconhecimento nacional – A modernização das análises de prestação de contas no FNDE teve início em 2020, com a assinatura do Acordo de Cooperação Técnica entre a autarquia e a Controladoria-Geral da União (CGU).

O objetivo da parceria foi desenvolver mecanismos mais eficientes para verificar a correta aplicação dos recursos públicos destinados à educação em todo o país, com base em critérios de gestão de riscos e automação de processos.

A partir desse acordo, foi publicada a Resolução CD/FNDE nº 20/2021, que instituiu oficialmente o modelo Malha Fina no FNDE, com a primeira aplicação efetivada pela Portaria nº 101/2022.

Na ocasião, mais de 60 mil prestações de contas foram homologadas, gerando um benefício financeiro estimado em R$ 800 milhões para a autarquia.

Com a segunda aplicação do modelo, formalizada pela Portaria nº 1.146/2024, os resultados foram ainda mais expressivos. Foram 101.304 prestações de contas homologadas e um benefício financeiro de R$ 1,9 bilhão aos cofres públicos, mais que o dobro do impacto registrado na primeira etapa.

A iniciativa foi reconhecida nacionalmente com o Prêmio de Inovação da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), consolidando o FNDE como referência em modernização da gestão pública e no uso de inteligência aplicada ao controle de recursos da educação.

Assessoria de Comunicação Social do MEC e do FNDE

Fonte: Ministério da Educação

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