BRASIL
Ministérios do Turismo e de Portos e Aeroportos alinham integração para impulsionar desenvolvimento e promoção turística nacional
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O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, participou, nesta segunda-feira (19.01), de um encontro com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. A reunião serviu para ampliar o diálogo em pautas transversais e agendas em comum entre as duas pastas, como a importância da infraestrutura aérea e da aviação para a promoção de destinos brasileiros.
Durante o encontro, os ministros e as equipes debateram sobre o planejamento da malha aérea regional e o potencial turístico de cada localidade, garantindo que a oferta de voos esteja organizada de acordo com as vocações turísticas de cada região do Brasil.
O ministro Gustavo Feliciano reforçou a importância da sinergia entre o Ministério do Turismo e o Ministério de Portos e Aeroportos para expandir o potencial do setor, principalmente na demanda doméstica. “O trabalho conjunto e o diálogo permanente entre os ministérios fortalecem o desenvolvimento do país, trazendo benefícios, principalmente, para a população brasileira”, disse.
Já o ministro Silvio Costa Filho destacou que turismo e aviação são inseparáveis. “O turismo é uma das vocações naturais do Brasil e a aviação é a alavanca para esse potencial. Seja no São João do Nordeste, no Carnaval por todo o país ou nas belezas do Sul, vamos trabalhar para garantir as condições necessárias para que o turismo cresça e gere cada vez mais desenvolvimento para o Brasil”, disse.
Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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