BRASIL
Confira as promessas de destino para 2026
BRASIL
O Brasil possui um portfólio turístico rico e diversificado, e para 2026 alguns destinos se destacam tanto pela forte presença já consolidada quanto pela capacidade de atrair diferentes perfis de visitantes.
Um levantamento feito pela Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) considerou fatores como o comportamento do viajante, o desempenho comercial dos destinos, a conectividade aérea, a ampliação e qualificação da oferta turística, além do reposicionamento de produtos e da consolidação de novas narrativas de experiência, refletindo as principais tendências e oportunidades do mercado turístico para 2026.
No cenário nacional, Maceió (AL) se destaca por suas praias paradisíacas e hospitalidade. São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Foz do Iguaçu (PR), Porto de Galinhas (PE), Gramado (RS), Fortaleza (CE), Jericoacoara (CE), Fernando de Noronha (PE), Lençóis Maranhenses (MA) e Florianópolis (SC) completam a lista.
Outros destinos que estão em processo de evolução turística, como Alter do Chão (PA), Bonito (MS), São Miguel dos Milagres (AL), São Miguel do Gostoso (RN) e Barreirinhas (MA), consolidam novas narrativas de viagem que combinam natureza, cultura e experiências.
Já no exterior, os destinos mais tradicionais mantêm forte preferência entre os brasileiros. São eles: Orlando (EUA), Lisboa (Portugal), Madri (Espanha), Santiago (Chile), Buenos Aires (Argentina), Paris (França), Roma (Itália), Punta Cana (República Dominicana), Cancún (México) e Tóquio (Japão).
A diversidade de todos esses destinos revela um cenário de preferências plurais, que inclui turismo urbano, natureza e experiências personalizadas. Esse contexto reforça o potencial de crescimento sustentável do turismo brasileiro, impulsionado por ações que estimulam a inovação, a diversificação de produtos turísticos e a qualificação das experiências oferecidas aos visitantes.
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
Brasil tem mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais em andamento, cíveis e penais
O número foi informado, nesta quarta-feira (27), pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. “Tudo isso é um sinal de que o Brasil é ator relevante e demandado no Sistema Internacional de Justiça”, afirmou Lima.
Os pedidos são operados pela Secretaria Nacional de Justiça, sob comando da secretária Maria Rosa Guimarães Loula, especificamente pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), em articulação permanente com a Polícia Federal, o Ministério das Relações Exteriores, a Advocacia-Geral da União, o Ministério Público e a Defensoria Pública, além do Poder Judiciário e de outros parceiros.
“Esse trabalho apoia-se numa ampla rede normativa de mais de 120 acordos multilaterais e bilaterais. Na área penal, o Brasil mantém acordo de assistência jurídica com mais de 20 países e participa das Convenções das Nações Unidas contra o Crime Organizado, a Corrupção e os Crimes Cibernéticos. Vamos somar ainda, a tudo isso, tratados de extradição com cerca de 30 países e acordos de transferência de pessoas condenadas com outros 17. Instrumentos que dão efetividade às decisões judiciais com respeito à soberania e aos direitos fundamentais”, informou o ministro.
Ele observou que decisões como a concessão de extradição ou a validação de atos internacionais são de competência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, conforme o caso, e que o Ministério só pode se manifestar publicamente sobre esses temas com base em comunicações formais e dentro dos limites legais, inclusive quanto à proteção de dados e ao sigilo de investigações e recursos.
“O devido processo legal deve ser seguido em seu absoluto rigor. O esforço do Ministério da Justiça deve ser nessa direção, de manter um alto padrão de institucionalidade, que é o meu empenho”, assegurou Lima.
O ministro compareceu à Comissão para falar sobre a atuação internacional da Polícia Federal. Em sua exposição inicial, Wellington César Lima esclareceu que sua pasta não exerce função de direção da Polícia Federal, mas de supervisão finalística das atividades, sem interferência na condução técnica das investigações, atribuição exclusiva das autoridades policiais, conforme previsto na Constituição e na Lei nº 12.830/2013.
Desta forma, observou, não compete ao Ministério da Justiça determinar investigações, acelerar procedimentos ou acessar diligências sigilosas, sendo o controle da atividade policial exercido pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Também enfatizou que a autonomia técnica das investigações decorre da especialização institucional da Polícia Federal.
O ministro reiterou a disposição permanente da pasta em manter diálogo transparente com o Parlamento e incorporar contribuições legislativas ao debate sobre segurança pública como política de Estado.
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