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Exportações Brasileiras Crescem 18% na Média Diária e Garantem Superávit de US$ 3,8 Bilhões em Janeiro
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Balança Comercial Brasileira Tem Superávit de US$ 3,8 Bilhões em Janeiro
A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 3,8 bilhões nas três primeiras semanas de janeiro de 2026, resultado de US$ 14,99 bilhões em exportações e US$ 11,2 bilhões em importações, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta segunda-feira (19).
Apesar do saldo positivo no acumulado do mês, apenas na terceira semana de janeiro houve déficit pontual de US$ 244 milhões, com exportações somando US$ 5,1 bilhões e importações atingindo US$ 5,4 bilhões.
Exportações Avançam 18% na Média Diária
As exportações brasileiras cresceram 18% na comparação entre a média diária até a terceira semana de janeiro de 2026 (US$ 1,36 bilhão) e o mesmo período de 2025 (US$ 1,15 bilhão).
Esse avanço foi sustentado principalmente pelos desempenhos da indústria extrativa, do agronegócio e da indústria de transformação, setores que seguem com forte presença no comércio exterior.
Importações Recuam 2,6% na Mesma Base de Comparação
Na contramão das exportações, as importações caíram 2,6% na média diária, passando de US$ 1,04 bilhão em janeiro de 2025 para US$ 1,02 bilhão em 2026.
O resultado reflete um cenário de menor demanda por bens intermediários e insumos industriais, em linha com o ritmo mais moderado da atividade econômica global.
Corrente de Comércio Sobe 8,2% e Mantém Rumo de Expansão
A corrente de comércio — soma das exportações e importações — totalizou US$ 2,38 bilhões por dia útil em média até a terceira semana de janeiro, representando um crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período de 2025.
Esse desempenho reforça o dinamismo do setor externo brasileiro no início de 2026, mesmo diante das incertezas no cenário global e da desaceleração em alguns mercados parceiros.
Indústria Extrativa e Agropecuária Lideram Alta nas Exportações
Na comparação com janeiro do ano passado, o crescimento médio diário das exportações por setor foi o seguinte:
- Indústria Extrativa: +32,6% (aumento de US$ 108,39 milhões);
- Agropecuária: +16,6% (alta de US$ 28,54 milhões);
- Indústria de Transformação: +10,9% (crescimento de US$ 69,99 milhões).
O desempenho positivo desses segmentos foi impulsionado pela demanda internacional por minérios, petróleo, grãos e produtos alimentícios, que continuam representando a base da pauta exportadora brasileira.
Queda nas Importações Reflete Menor Ritmo da Atividade Industrial
Por outro lado, as importações apresentaram retração em praticamente todos os setores:
- Indústria Extrativa: -8% (queda de US$ 4 milhões);
- Agropecuária: -26% (redução de US$ 7,29 milhões);
- Indústria de Transformação: -1,7% (baixa de US$ 16,23 milhões).
A queda nas compras externas de insumos e matérias-primas reflete uma postura mais cautelosa das indústrias brasileiras neste início de ano, diante da oscilação cambial e do custo logístico global ainda elevado.
Perspectivas para o Comércio Exterior
Especialistas avaliam que o superávit comercial deve continuar positivo ao longo do primeiro trimestre, com o avanço das exportações agrícolas e da indústria extrativa compensando a redução das importações.
Entretanto, o ritmo de crescimento pode depender de fatores externos, como o desempenho da economia chinesa e eventuais variações nos preços internacionais de commodities.
Balança Comercial 3º Semana de janeiro/2026
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Genética de alto desempenho impulsiona eficiência e produtividade na cultura do arroz no Brasil
Pressão por custos e eficiência redefine decisões no campo
Com o aumento dos custos de produção e margens cada vez mais apertadas, o cultivo de arroz passa por uma mudança estrutural na forma de tomada de decisão. Mais do que nunca, a busca por eficiência no uso de insumos e previsibilidade de resultados tem levado o produtor a reposicionar a escolha da semente como um dos principais pilares do sistema produtivo.
Nesse contexto, a genética deixa de ser apenas um insumo e passa a representar uma ferramenta estratégica para redução de riscos e melhoria do desempenho por hectare.
Campanha da RiceTec reforça papel da genética na rentabilidade da lavoura
A campanha nacional da RiceTec destaca seu portfólio como uma solução voltada à produtividade com estabilidade e melhor custo-benefício. A empresa atua globalmente com programas de pesquisa e desenvolvimento que permitem adaptar materiais às diferentes condições de cultivo, incluindo o cenário brasileiro.
Segundo o engenheiro agrônomo e coordenador de negócios da RiceTec no Brasil, Gustavo Karam, a decisão sobre a semente é hoje um fator central no planejamento da lavoura.
“A escolha da semente deixou de ser uma decisão pontual e passou a ser estratégica dentro do sistema produtivo. O produtor precisa de materiais com alto potencial produtivo, que respondam bem ao manejo e que ajudem a diluir custos ao longo da safra”, afirma.
Pesquisa global e adaptação local sustentam avanço tecnológico
O posicionamento da empresa é sustentado por um histórico de inovação contínua em melhoramento genético, com foco em produtividade, eficiência no uso de insumos e adaptação a diferentes ambientes de produção.
A presença internacional da RiceTec permite antecipar tendências e acelerar a entrega de soluções agronômicas voltadas à realidade do campo, especialmente em cenários de maior pressão econômica e climática.
Portfólio é dividido em sistemas com propostas distintas de manejo
Na prática, as soluções da empresa são organizadas em dois sistemas tecnológicos principais, desenvolvidos para atender diferentes estratégias produtivas.
Sistema FullPage prioriza estabilidade e alto potencial produtivo
Voltado a áreas que buscam consistência e segurança agronômica, o sistema FullPage reúne materiais com desempenho estável e adaptabilidade a diferentes condições de manejo.
Entre os destaques estão:
- RT 117 FP: alto teto produtivo, indicado para sistemas com manejo mais intensivo e foco em máxima performance
- RT 124: combina produtividade com qualidade de grão, atendendo demandas da indústria e do mercado
- XP 125: apresenta estabilidade produtiva e bom comportamento em diferentes ambientes de cultivo
Sistema Max-Ace amplia eficiência no controle de plantas daninhas
Já o sistema Max-Ace se destaca pela eficiência no manejo de plantas daninhas resistentes, especialmente aquelas com tolerância a herbicidas inibidores de ALS. A tecnologia contribui para maior flexibilidade operacional e redução de perdas no campo.
Entre os materiais, se destacam:
- RT 117 MA: alia produtividade com eficiência no controle de plantas daninhas
- RT 739 MA: apresenta desempenho consistente em seletividade e resposta em áreas de alta pressão de daninhas
Custo-benefício passa a considerar retorno total da safra
Com a evolução dos sistemas produtivos, o conceito de custo-benefício na lavoura de arroz deixa de ser baseado apenas no preço da semente e passa a considerar o retorno gerado ao longo do ciclo produtivo.
Produtividade, redução de perdas e eficiência operacional entram na conta final, influenciando diretamente a rentabilidade por hectare.
Decisão estratégica começa pela genética da lavoura
Em um cenário cada vez mais competitivo, especialistas reforçam que a escolha da semente é um dos primeiros e mais importantes passos para garantir eficiência produtiva.
A combinação entre genética, manejo adequado e planejamento técnico torna-se determinante para alcançar estabilidade e maior previsibilidade de resultados na cultura do arroz.
Aviso técnico da empresa
A RiceTec ressalta que os índices de produtividade de seus materiais (RT 124, RT 125, RT 117 FP, RT 117 MA e RT 739 MA) dependem diretamente de boas práticas agronômicas, como planejamento e acompanhamento técnico contínuo. Por isso, não é possível garantir resultados uniformes em todas as condições de cultivo, que variam conforme manejo, ambiente e região.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


