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Produtores avaliam reduzir uso de fertilizantes em 2026 diante de custos elevados

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Debate sobre fertilizantes ganha força no início de 2026

Com a aproximação do novo ciclo agrícola, o uso de fertilizantes volta ao centro das discussões no agronegócio brasileiro. O tema tem ganhado destaque devido à elevação dos custos de insumos e às incertezas sobre a rentabilidade das lavouras. Segundo o analista de inteligência de mercado Jeferson Souza, as primeiras semanas de 2026 já indicam um movimento de cautela entre os produtores, com possibilidade de redução nas entregas de NPK durante a safra 2026/27.

Produtores do Centro-Oeste discutem estratégias de manejo

As análises de mercado têm como base visitas recentes a importantes regiões produtoras do Centro-Oeste, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Nessas localidades, o tema foi amplamente debatido entre consultores e produtores rurais, que buscam equilibrar custos de produção e eficiência agronômica diante do encarecimento dos fertilizantes.

Fósforo concentra maior parte das preocupações

Entre os nutrientes, o fósforo se destaca como o principal ponto de atenção. Historicamente, quando há aumento significativo nos preços dos insumos agrícolas, a primeira reação dos produtores é reduzir a adubação — movimento que volta a ser observado neste início de ano.

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De acordo com Souza, essa tendência foi recorrente nas conversas com agentes do setor e deve influenciar diretamente o planejamento da adubação nas próximas safras.

Reservas do solo e eficiência na adubação entram em pauta

Os sucessivos reajustes no preço do fósforo nos últimos dois anos reacenderam o debate sobre a necessidade real de manter os níveis tradicionais de aplicação. Técnicos e consultores têm destacado a importância de avaliar as reservas de fósforo no solo, buscando identificar margens seguras para ajustes no manejo sem comprometer o desempenho das lavouras.

Esse cenário pode levar a mudanças significativas nas estratégias de adubação em 2026, com reflexos diretos nas entregas e no consumo de NPK no mercado brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil promove chocolates e derivados de cacau na Argentina e amplia contatos comerciais em Buenos Aires

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O Brasil promoveu chocolates, derivados de cacau e outros produtos de maior valor agregado no mercado argentino durante a La Chocolaterie, principal feira do setor no país, realizada nos dias 27 e 28 de junho, em Buenos Aires. Com estande organizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), 15 empresas brasileiras participaram do evento e ampliaram contatos comerciais com importadores, distribuidores, varejistas e fabricantes argentinos.

O estande brasileiro reuniu empresas das cinco regiões do país e integrou a estratégia de promoção comercial voltada à ampliação da presença de produtos agropecuários brasileiros de maior valor agregado nos mercados internacionais.

A participação na feira permitiu às empresas brasileiras apresentar seus produtos, fortalecer o relacionamento com compradores argentinos e prospectar novas oportunidades de negócios em um mercado estratégico para o setor. A missão foi concluída na segunda-feira (29), com uma rodada de negócios promovida pela adida agrícola do Brasil na Argentina, Juçara Duarte, e pela diretora de Promoção do Agronegócio da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, Angela Peres, em parceria com o Setor Comercial da Embaixada do Brasil em Buenos Aires.

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O encontro reuniu representantes de cafeterias, redes varejistas, distribuidores de redes de quiosques, importadores de chocolates e produtos finos, além de fabricantes argentinos interessados na aquisição de matérias-primas brasileiras, como pó e manteiga de cacau.

Durante a feira, as empresas brasileiras apresentaram chocolates elaborados com ingredientes típicos do país, como cupuaçu, cumaru e baru, além de combinações com capim-limão, laranja, baunilha, chás e queijo vegano com cacau. A diversidade dos produtos evidenciou a versatilidade do cacau brasileiro e reforçou a capacidade nacional de oferecer alimentos com identidade própria, inovação e valor agregado.

A rodada de negócios deu continuidade aos contatos iniciados durante a La Chocolaterie e permitiu aos exportadores brasileiros avançar nas negociações com potenciais compradores e parceiros locais. A iniciativa fortaleceu a aproximação entre empresas dos dois países e ampliou as oportunidades para a inserção de chocolates, derivados de cacau e insumos brasileiros no mercado argentino.

A Argentina é o segundo maior importador de produtos agropecuários brasileiros na América Latina, atrás apenas do Chile. No último ano, o país importou mais de US$ 2 bilhões em produtos do agro brasileiro, com destaque para produtos florestais, cacau e proteínas animais.

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Com a participação na La Chocolaterie e a realização da rodada de negócios em Buenos Aires, o Mapa reforça sua estratégia de promoção internacional do agronegócio brasileiro, apoiando empresas nacionais na ampliação de mercados, na agregação de valor às exportações e na promoção dos produtos brasileiros no exterior.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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