MATO GROSSO
Bombeiros resgatam jiboia e ave em situação de risco
MATO GROSSO
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou o resgate de uma jiboia cinza e de uma ave da espécie curicaca que se encontravam em locais de risco nos municípios de Poconé (a 105 km de Cuiabá) e Lucas do Rio Verde (a 360 km de Cuiabá). As ocorrências foram registradas entre quinta e sexta-feira (5 e 6.2).
Em Poconé, a equipe do 1º Pelotão Independente Bombeiro Militar (1º PIBM) foi acionada na noite de quinta-feira (5) para atender a um chamado no bairro Boa Nova, onde uma ave havia caído no quintal de uma residência.
No local, os bombeiros militares constataram que se tratava de um filhote de curicaca, que não apresentava ferimentos aparentes. Após o resgate, o animal foi devolvido com segurança ao seu habitat natural.
Já em Lucas do Rio Verde, a equipe da 13ª Companhia Independente Bombeiro Militar (13ª CIBM) foi acionada nesta sexta-feira (6) para resgatar uma jiboia cinza encontrada às margens da rodovia MT-449.
Durante a avaliação, os militares verificaram que o animal estava saudável e sem lesões. Em seguida, a serpente foi capturada de forma segura e encaminhada para uma reserva ambiental da região.
O CBMMT orienta a população a não tentar capturar ou manusear animais silvestres, pois isso pode colocar em risco tanto as pessoas quanto os próprios animais. Em situações semelhantes, a recomendação é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros Militar pelo telefone 193.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Justiça recebe denúncia e decreta prisão de acusados por homicídio
A Vara Única de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e decretou a prisão preventiva de Jefferson Lima Pereira, Andréia Sabrina Lopez Silva, Alexsandro Vicente Bernazzoli e Alex Sandro Silva dos Santos, acusados de participação na morte de Carlos Henrique Silva Oliveira, ocorrida em novembro de 2025, no município. Segundo o MPMT, os investigados integravam uma organização criminosa com atuação estruturada e permanente na região.Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa com participação de adolescentes, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, corrupção de menores, fraude processual, posse irregular de munição de uso permitido e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.Ao acolher a denúncia, o juízo também atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público e decretou a prisão preventiva dos quatro acusados. Na decisão, foram reconhecidos indícios suficientes de autoria, a materialidade dos crimes e o risco concreto à ordem pública e à instrução criminal, considerando a gravidade dos fatos, a atuação coordenada do grupo e a extrema violência empregada contra a vítima. Os mandados de prisão foram inseridos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).De acordo com as investigações, Carlos Henrique foi atraído a uma residência sob o pretexto de adquirir entorpecentes. No local, teria sido rendido, amarrado e levado para uma edícula nos fundos do imóvel, onde permaneceu sob o controle dos acusados. Conforme a denúncia, a vítima foi submetida a uma espécie de “tribunal do crime”, que durou cerca de uma hora e contou com a participação, por videochamada, de integrantes da organização criminosa.Entre os participantes estava um dos denunciados, que, segundo a apuração, se comunicava clandestinamente de dentro de uma unidade prisional. Ao término da reunião, teria sido autorizada a execução de Carlos Henrique.Ainda conforme a denúncia, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. A vítima teve a orelha esquerda decepada e, posteriormente, foi morta por esgorjamento seguido de decapitação. Um vídeo da execução chegou a ser enviado aos familiares de Carlos Henrique. Após o crime, o corpo foi transportado e enterrado em uma área de mata, sendo localizado dias depois durante buscas realizadas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar.
Foto: Magnific.
Fonte: Ministério Público MT – MT



