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Corrente de comércio chega a US$ 60,3 bi de janeiro à primeira semana de fevereiro

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Na 1ª semana de fevereiro de 2026, a balança comercial registrou déficit de US$ 647 milhões e corrente de comércio de US$ 14,3 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,9 bilhões e importações de US$ 7,5 bilhões.

No ano, as exportações totalizam US$ 32 bilhões e as importações, US$ 28,3 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,7 bilhões e corrente de comércio de US$ 60,3 bilhões. Esses e outros dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

No comparativo mensal, nas exportações, comparadas as médias até a 1ª semana de fevereiro/2026 (US$ 1,4 bi) com a de fevereiro/2025 (US$ 1,1 bi), houve crescimento de 20,2%.

Balança Comercial Preliminar Parcial do Mês – 1º Semana de fevereiro/2026

Em relação às importações houve crescimento de 28,9% na comparação entre as médias até a 1ª semana de fevereiro/2026 (US$ 1,5 bi) com a do mês de fevereiro/2025 (US$ 1,2 bi). Esse resultado se deve, em parte, à entrada de uma plataforma de petróleo no valor de US$ 2,4 bi.

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Assim, até a 1ª semana de fevereiro/2026, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.863,82 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ -129,46 milhões. Comparando-se este período com a média de fevereiro/2025, houve crescimento de 24,6% na corrente de comércio.

Exportações e Importações por Setor

No acumulado até a 1ª semana do mês de fevereiro/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 134,88 milhões (63,2%) em Indústria Extrativa e de US$ 103,14 milhões (15,3%) em produtos da Indústria de Transformação; houve queda de US$ 9,98 milhões (4,1%) em Agropecuária.

No acumulado até a 1ª semana do mês de fevereiro/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 0,65 milhões (2,5%) em Agropecuária e de US$ 349,34 milhões (32,3%) em produtos da Indústria de Transformação; houve queda de US$ -12,08 milhões (-25,5%) em Indústria Extrativa.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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