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Parceria Energética Brasil-Dinamarca aprova Plano de Trabalho de 2026
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A parceria energética Brasil-Dinamarca (BRADEP) aprovou o plano de trabalho de 2026. A reunião, realizada no Ministério de Minas e Energia (MME), contou com a participação da Agência Dinamarquesa de Energia (DEA) e da Embaixada da Dinamarca no Brasil. O encontro também foi marcado pela apresentação dos principais resultados alcançados pela cooperação ao longo de 2025.
A aprovação do plano reforça o compromisso dos dois países com o fortalecimento da cooperação bilateral no setor energético e dá continuidade às ações previstas no primeiro ciclo do quadro de colaboração BRADEP (2025–2029). O plano de trabalho estabelece as prioridades e atividades a serem desenvolvidas em 2026.
Para Lorena Perim, secretária substituta de Transição Energética e Planejamento do MME, essa cooperação com a Dinamarca evidencia a solidez da parceria bilateral e os avanços concretos alcançados. “A aprovação do Plano de Trabalho 2026 consolida a Parceria Energética Brasil-Dinamarca como um espaço estratégico de cooperação técnica e institucional. Os resultados alcançados em 2025 demonstram o alto nível de engajamento entre os dois países e reforçam nosso compromisso conjunto com o avanço da transição energética sustentável no Brasil,” afirmou.
Durante a reunião, os representantes destacaram a avaliação positiva dos resultados obtidos no primeiro ano da parceria, que se refletiu no elevado nível de engajamento institucional e na ampla agenda de atividades técnicas realizadas. Ao longo de 2025, foram promovidas 19 reuniões técnicas, envolvendo órgãos governamentais e especialistas dos dois países, consolidando a BRADEP como um espaço qualificado para o debate técnico e estratégico sobre a transição energética.
A cooperação também avançou no intercâmbio de experiências regulatórias. As atividades incluíram ainda visitas técnicas, workshops presenciais e missões institucionais. O Brasil recebeu especialistas dinamarqueses em oito encontros técnicos, enquanto a Dinamarca acolheu delegações brasileiras em duas oportunidades. Como resultado desse trabalho conjunto, foram publicados dois relatórios, em parceria com stakeholders nacionais, abordando processos de licenciamento e desafios de coexistência associados ao desenvolvimento da energia eólica offshore no Brasil.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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BRASIL
Brasil apresenta à OCDE avanços do primeiro Plano Nacional sobre Migração, Refúgio e Apatridia
Atualmente em consulta pública, o I PlaNaMigra reúne medidas voltadas à integração socioeconômica de migrantes e refugiados, ao reconhecimento de qualificações profissionais, à ampliação do acesso ao mercado de trabalho, ao incentivo ao empreendedorismo e ao aprimoramento do uso de dados para a formulação de políticas públicas.
Experiência brasileira em grandes fluxos migratórios
O encontro reuniu representantes de governos e especialistas para debater governança migratória, integração, mobilidade laboral e respostas aos deslocamentos internacionais. Durante a agenda, o Brasil compartilhou experiências reconhecidas internacionalmente no acolhimento, na integração e na proteção de pessoas migrantes, refugiadas e apátridas.
O governo brasileiro destacou a resposta ao fluxo de pessoas provenientes da Venezuela, especialmente por meio da Operação Acolhida e da aplicação ampliada da definição regional de refugiado prevista na Declaração de Cartagena, que possibilitou mecanismos de reconhecimento mais ágeis e abrangentes para pessoas que fugiram de graves e generalizadas violações de direitos humanos.
Também foi apresentado o Programa Brasileiro de Acolhida Humanitária por Patrocínio Comunitário para nacionais afegãos, recentemente institucionalizado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública e atualmente em fase de expansão.
A iniciativa é considerada referência internacional por combinar proteção humanitária, regularização migratória, documentação, acesso a serviços públicos, integração local e promoção da autonomia.
A delegação contou com a participação do diretor do Departamento de Migrações da Secretaria Nacional de Justiça (Demig), Victor Semple, e da representante da Polícia Federal, a delegada Juliana Teixeira. A equipe se reuniu com o embaixador Sarquis José Buainain Sarquis, representante permanente do Brasil junto à OCDE.
“Os desafios decorrentes dos deslocamentos em larga escala exigem cooperação com diferentes organismos internacionais, e a OCDE reúne grandes países receptores de migrantes e refugiados, como o Brasil”, afirma Victor Semple.

- Foto: Divulgação
Cooperação internacional
A OCDE é um organismo internacional que reúne atualmente 38 países membros, com o objetivo de promover políticas públicas voltadas ao crescimento econômico sustentável, à geração de empregos, à inclusão social e ao aprimoramento da governança pública.
A organização funciona como um importante fórum de cooperação e intercâmbio de experiências, produzindo estudos, indicadores e recomendações em áreas como economia, trabalho, educação, migração, meio ambiente e inovação. O Brasil participa de diversos comitês e iniciativas da OCDE e está em processo de adesão formal à organização.
A participação brasileira reforça o compromisso do MJSP com o fortalecimento da governança migratória, a promoção de vias regulares de migração e a ampliação da cooperação internacional. O intercâmbio de experiências com os países membros da OCDE contribui para o aperfeiçoamento das políticas públicas brasileiras e para o desenvolvimento de sistemas migratórios mais eficientes, inclusivos e resilientes.


