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Inflação dos alimentos e segurança alimentar serão debatidas na Conferência Regional da FAO em Brasília

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Entre os dias 2 e 6 de março, Brasília sediará a 39ª Conferência Regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a América Latina e o Caribe (LARC39). O encontro reunirá representantes de diversos países para traçar as prioridades da FAO para o biênio 2026–2027, com foco em produção sustentável, segurança alimentar, nutrição e meio ambiente.

Inflação dos alimentos e acesso a dietas saudáveis no centro do debate

Um dos principais temas do encontro será a inflação dos preços dos alimentos e seu impacto no acesso a dietas equilibradas. Delegações dos países membros discutirão os fatores que impulsionam o aumento dos preços, as medidas adotadas para conter os efeitos da inflação alimentar e as estratégias para atingir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 2 – Fome Zero.

Abordagem “Uma Só Saúde”: integração entre saúde animal, vegetal e ambiental

A conferência também destacará a abordagem “Uma Só Saúde” (One Health), que reconhece a interconexão entre a saúde de pessoas, animais e plantas. Nesse contexto, serão discutidas ações para reforçar a governança, vigilância e biossegurança diante de ameaças sanitárias que podem afetar simultaneamente diferentes setores da produção de alimentos.

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Gestão sustentável da água e do solo: desafios e oportunidades

Outro ponto de destaque será a gestão sustentável da água e dos solos, recursos essenciais para a segurança alimentar regional e global. A FAO apresentará estratégias integradas para enfrentar os efeitos das mudanças climáticas, combater práticas agrícolas não sustentáveis e fortalecer políticas públicas voltadas à preservação ambiental e ao desenvolvimento de sistemas agroalimentares resilientes e inclusivos.

Fortalecimento da resiliência agroalimentar frente às mudanças climáticas

A agenda da LARC39 também abordará estratégias para aumentar a resiliência dos sistemas agroalimentares frente à variabilidade climática e riscos múltiplos. O objetivo é promover inovações tecnológicas e políticas públicas que garantam a continuidade da produção agrícola e o acesso justo aos alimentos.

Resultados da FAO e definição de novas metas para a região

Durante o encontro, a FAO apresentará um balanço das ações realizadas em 2024–2025, com avanços em sustentabilidade, inovação agrícola, segurança alimentar, resiliência climática e desenvolvimento rural. Esses resultados servirão como base para definir as prioridades da organização nos próximos dois anos.

Reuniões ministeriais e troca de experiências entre países

Após a fase técnica, ocorrerá o encontro ministerial, de 4 a 6 de março, com a presença de autoridades do governo brasileiro e do Diretor-Geral da FAO, QU Dongyu. As mesas de alto nível promoverão a troca de experiências e boas práticas entre os países participantes.

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Os debates devem abordar estratégias para transformar os sistemas agroalimentares da América Latina e do Caribe, reduzir desigualdades, impulsionar investimentos no setor agrícola e fortalecer políticas voltadas à erradicação da fome e da pobreza.

Definição de prioridades para o futuro da agricultura e da alimentação

As conclusões da LARC39 orientarão o planejamento estratégico da FAO e de seus Estados Membros para o próximo biênio, consolidando diretrizes regionais para uma agricultura mais sustentável, resiliente e inclusiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Plano de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura para os próximos 10 anos é apresentado

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Apresentado na tarde desta terça-feira (26), na 7ª reunião extraordinária do Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca (CONAPE), no Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) em Brasília, o Plano de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura (PNDSA) contempla ações para 10 anos. Também foi proposta a instituição da rede ProAqui, como forma de governança para agilizar a condução do PNDSA.  

  

O CONAPE é órgão colegiado e de caráter consultivo, integrante da estrutura básica do Ministério da Pesca e Aquicultura, com composição, estruturação, competências e funcionamento instituídos pelo Decreto nº 5.069, de 5 de maio de 2004, e suas alterações. Ele tem por finalidade propor a formulação de políticas públicas, com vistas a promover a articulação e o debate dos diferentes níveis de Governo com a sociedade civil, para a gestão das atividades de aquicultura e pesca no território nacional.  

  

“O intuito principal é manter uma rotina, uma perenidade das ações, que tenha a colaboração do setor produtivo, com o órgão de meio ambiente conversando com o órgão de pesquisa, de produção, para gerarmos o melhor entendimento e avançarmos nas políticas públicas, promovendo o desenvolvimento da aquicultura de forma mais sustentável”, ressaltou a secretária nacional de aquicultura do MPA, Fernanda de Paula. 

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O PNDSA é o instrumento que transforma as diretrizes do ProAqui em ações concretas em todo o país. Ele organiza metas, prioridades, indicadores e responsabilidades, orientando políticas públicas para estruturar, qualificar e expandir a aquicultura brasileira de forma integrada, sustentável e inclusiva.  

  

A elaboração do Plano foi feita com a participação e escuta de diversos setores. É o futuro do setor sendo debatido em conjunto com a sociedade civil.   

    

 Élen Gorski  

Ministério da Pesca e Aquicultura 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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