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Sob nova liderança, Cira-MT inicia 2026 focado em inteligência fiscal

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O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) realizou, nesta segunda-feira (2), a primeira reunião ordinária de 2026. O encontro reuniu representantes do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Controladoria-Geral do Estado (CGE), Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) e Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).A reunião marcou a abertura oficial das atividades do ano e encerrou o ciclo de gestão do procurador-geral do Estado, Francisco Lopes, que presidiu o comitê no biênio 2024–2025. Ele destacou a evolução do Cira-MT e a importância da integração entre as instituições para fortalecer o combate à sonegação fiscal e recuperar o patrimônio público.Durante o encontro, o procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Rodrigo Fonseca Costa, foi eleito presidente do Cira-MT para o biênio 2026–2027. A escolha mantém a política de revezamento entre os órgãos integrantes e reforça a continuidade das ações de inteligência fiscal, repressão qualificada a crimes tributários e resolução consensual de conflitos.“O Cira é essencial para o fortalecimento da eficiência tributária. Nosso foco é tornar o Estado cada vez mais ágil e justo na aplicação da legislação, buscando equilíbrio entre arrecadação e segurança jurídica para o contribuinte”, afirmou o novo presidente, Rodrigo Fonseca Costa.O secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, ressaltou os resultados obtidos desde a criação do comitê, em 2015. Ao longo de quase uma década, cerca de R$ 3 bilhões foram recuperados por meio da atuação integrada do Cira-recursos destinados diretamente a políticas públicas essenciais.“Esses valores contribuíram para viabilizar obras estruturantes em Mato Grosso, como os hospitais regionais, o Hospital Central de Cuiabá e a retomada da BR-163. O Cira tem papel decisivo no combate à sonegação e na promoção de um ambiente de concorrência mais justo para os empresários que cumprem suas obrigações”, destacou Gallo.A secretária-geral do Cira-MT e subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do MPMT, Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert, apresentou o balanço de 2025 e as diretrizes para 2026. No último ano, o Cira realizou 11 operações, assegurando a recuperação de aproximadamente R$ 132 milhões em valores relacionados ao combate à sonegação fiscal, avançando também em iniciativas de mediação e solução consensual.Além disso, o Cira estrategicamente obteve judicialmente ordens de bloqueio de ativos financeiros e sequestro de bens e direitos que superaram o valor de R$ 500 milhões, garantindo o ressarcimento de ativos que deixarem de ser recolhidos.Ela reforçou a necessidade de ampliar investimentos em inteligência de dados e fortalecer a estrutura do comitê, especialmente diante da crescente complexidade dos crimes fiscais e do uso de bancos digitais por organizações criminosas.“A reunião trouxe à mesa representantes de todos os grupos operacionais. Agora, as diretrizes estabelecidas serão convertidas em planos de ação e grupos de trabalho, garantindo um planejamento sólido e uma execução integrada ao longo de 2026”, afirmou.O secretário-adjunto de Segurança Pública, Héverton Mourett de Oliveira, ressaltou que o encontro foi fundamental para consolidar estratégias e analisar os avanços obtidos ao longo do ano. “Debatemos pautas essenciais e confirmamos que estamos no caminho certo. A atuação conjunta é fundamental para combater a sonegação fiscal e recuperar ativos relevantes para os cofres públicos de Mato Grosso”, afirmou.A reunião também contou com a presença do secretário Controlador-Geral do Estado, Paulo Farias, que destacou o impacto dos resultados do Cira para a proteção do patrimônio público. “Os resultados obtidos pela atuação do Cira demonstram que o enfrentamento a fraudes e sonegação fiscal exige integração efetiva entre as instituições. Quando Ministério Público do Estado, Secretaria de Estado de Fazenda, Secretaria de Estado de Segurança Pública, Procuradoria-Geral do Estado e Controladoria-Geral do Estado trabalham de forma coordenada, o Estado ganha capacidade de agir com inteligência, proteger o patrimônio público e assegurar que os recursos que pertencem à sociedade retornem em forma de políticas públicas”, destacou.O Cira MT é composto por representantes do Ministério Público do Estado (MPMT), Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Controladoria-Geral do Estado (CGE), Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp/Polícia Civil – Defaz) e Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz). O Comitê atua na recuperação de ativos de titularidade do Estado, com enfoque no enfrentamento de grandes esquemas de sonegação fiscal e de ocultação de patrimônio, além de se destacar nacionalmente pelo estímulo e avanço em soluções autocompositiva de conflitos tributários.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Integração entre Samu e Corpo de Bombeiros amplia atendimento pré-hospitalar em Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) reforça que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) segue ativo e não será interrompido em Mato Grosso. O serviço é essencial para a assistência à população e continuará operando normalmente, de forma integrada ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT).

Firmada em junho de 2025, a atuação conjunta entre SAMU e Corpo de Bombeiros ampliou a capacidade de resposta no atendimento pré-hospitalar em todo o Estado. O tempo-resposta às chamadas já foi reduzido em 36%, enquanto o número de atendimentos prestados à população aumentou em 30%. A cooperação também possibilitou a ampliação em 100% da cobertura na região da Baixada Cuiabana.

A integração permite maior agilidade no socorro às vítimas, especialmente em ocorrências como acidentes de trânsito, emergências clínicas, resgates e situações de risco.

“O SAMU permanece como um dos pilares do atendimento de urgência e emergência em Mato Grosso. A integração com o Corpo de Bombeiros vem para somar esforços e garantir um serviço ainda mais eficiente à população”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

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Com a cooperação entre as instituições, o SAMU passou a fazer parte do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp) e as chamadas para os números de emergência médica 192, do SAMU, e 193, do Corpo de Bombeiros, são direcionadas para uma única central de atendimento, que envia a ambulância mais próxima da ocorrência, agilizando o resgate.

A SES faz a gestão direta do SAMU da Baixada Cuiabana – nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães e Poconé. Os 20 serviços de SAMU que estão ativos em outras cidades do interior são administrados pelos próprios municípios.

A Secretaria enfatiza que não há qualquer medida para o encerramento do SAMU. Ao contrário, o Estado tem promovido ações para qualificar o serviço, como a renovação da frota de ambulâncias, a capacitação de profissionais, o aprimoramento da estrutura de regulação e a implantação de pelo menos 20 novos serviços municipais do SAMU, com aporte financeiro do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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