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Suinfair 2026 reforça crescimento da suinocultura independente em Minas Gerais
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Ponte Nova recebe a Suinfair 2026 nos dias 1º e 2 de julho
A cidade de Ponte Nova (MG) será palco da Suinfair 2026, um dos principais eventos voltados à suinocultura independente de Minas Gerais e referência no Vale do Piranga, maior polo produtor de suínos do país.
Promovida pela Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap), com o apoio da Cooperativa dos Suinocultores de Ponte Nova e Região (Coosuiponte) e parceiros do setor, a edição de 2026 marca um novo momento estratégico do evento, alinhado à evolução da cadeia produtiva.
Tema “Suinocultura em Movimento” destaca inovação e negócios
Com o tema “Suinocultura em Movimento”, a Suinfair 2026 terá foco na geração de valor, fortalecimento institucional e aproximação entre produtores, empresas e especialistas.
O evento oferece um ambiente qualificado para negócios, aplicação prática de conhecimento e troca de experiências, conectado às demandas reais do campo. Produtores terão a oportunidade de conhecer novas soluções, tecnologias e tendências que impactam diretamente a competitividade do setor.
História e evolução do evento
Criada no início dos anos 2000, a Suinfair nasceu com o objetivo de fortalecer a suinocultura regional e ampliar o diálogo entre produtores e mercado. Ao longo de mais de duas décadas, o evento acompanhou as transformações do setor e consolidou-se como uma referência em networking técnico e negócios, reunindo profissionais de diferentes regiões do país.
Programação e estrutura para negócios e conhecimento
A edição de 2026 será realizada na nova sede da Assuvap e da Coosuiponte, reforçando o conceito de pertencimento e identidade da suinocultura independente.
A programação inclui:
- Área de exposição, voltada à negociação de produtos, apresentação de soluções inovadoras e construção de parcerias estratégicas;
- Seminário Técnico, com palestras, debates e conteúdos práticos conduzidos por especialistas, técnicos e produtores convidados.
Valorização do produtor e fortalecimento do setor
A Suinfair 2026 reforça o compromisso com a suinocultura independente, colocando o produtor rural como agente central de um setor estratégico para a economia regional e estadual. O evento representa uma oportunidade única para atualização técnica, negócios e integração do setor.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Governo descarta reduzir tarifa do etanol dos EUA em negociação comercial e defende proteção ao setor brasileiro
O governo federal descartou a possibilidade de reduzir a tarifa de importação do etanol produzido nos Estados Unidos como parte das negociações envolvendo as tarifas de 25% recomendadas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) para produtos brasileiros.
A informação foi confirmada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias, que afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que o tema não faça parte das atuais negociações comerciais entre os dois países.
A declaração ocorre após o senador Flávio Bolsonaro (PL) sugerir ao governo norte-americano um acordo para zerar, de forma recíproca, as tarifas sobre etanol e açúcar. Questionado sobre essa possibilidade, o ministro reiterou que o assunto está fora da pauta oficial do governo brasileiro.
Etanol é considerado estratégico para o agronegócio brasileiro
Segundo Elias, uma eventual abertura do mercado brasileiro ao etanol norte-americano poderia provocar impactos significativos na cadeia produtiva nacional, especialmente na Região Nordeste, onde a produção do biocombustível possui forte importância econômica e social.
De acordo com o ministro, qualquer mudança nas tarifas do etanol precisa considerar toda a cadeia sucroenergética, evitando prejuízos à competitividade da produção brasileira.
Além disso, ele destacou que o açúcar brasileiro enfrenta uma sobretaxa próxima de 100% para entrar no mercado dos Estados Unidos, tornando inviável discutir apenas o etanol sem abordar também as barreiras impostas ao açúcar.
Açúcar também entra na pauta das negociações
O governo brasileiro defende que os mercados de etanol e açúcar sejam tratados de forma conjunta, já que ambos pertencem à mesma cadeia produtiva.
Para o MDIC, negociar exclusivamente o etanol poderia criar desequilíbrios comerciais e comprometer setores estratégicos da agroindústria brasileira, principalmente os produtores de cana-de-açúcar e as usinas instaladas nas regiões Norte e Nordeste.
USTR cita fim da reciprocidade tarifária
No documento que recomendou a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, o USTR mencionou como um dos fatores o encerramento da política de reciprocidade tarifária no comércio de etanol entre Brasil e Estados Unidos.
Desde 2023, o Brasil voltou a cobrar uma tarifa de 18% sobre as importações de etanol norte-americano, encerrando o acordo bilateral que vigorava desde 2010.
Segundo dados citados pelo governo americano, após a retomada da cobrança da tarifa brasileira, as exportações de etanol dos Estados Unidos para o Brasil registraram queda de aproximadamente 87% em valor na comparação com o pico observado em 2018.
Cenário segue em negociação
Apesar das discussões comerciais entre os dois países, o governo brasileiro reforça que não pretende flexibilizar a política tarifária do etanol de forma isolada. A posição oficial é manter a defesa da cadeia sucroenergética nacional e buscar negociações que contemplem tanto o etanol quanto o açúcar, preservando a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


