BRASIL
MEC reconduz reitor da Universidade Federal Rural do RJ
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O Ministério da Educação (MEC) participou, nesta terça-feira, 10 de março, da cerimônia de recondução de Roberto de Souza Rodrigues ao cargo de reitor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). A solenidade ocorreu na sede da instituição, no município de Seropédica, a cerca de 75 km da capital carioca, e contou com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana.
“O único caminho que um país tem para construir uma sociedade justa, solidária e soberana é por meio do investimento na ciência, na tecnologia e na educação”, afirmou o ministro durante a cerimônia. “Nesta gestão, o MEC voltou a aumentar o orçamento para as políticas educacionais e para o ensino superior. É na universidade onde se formam os profissionais do futuro e são alcançados os avanços científicos necessários para o desenvolvimento da nação”, completou Santana.
No evento, o reitor endossou o papel da universidade. Segundo ele, a UFRRJ faz parte da história do Brasil, com mais de 115 anos dedicados à produção de conhecimento e à formação de profissionais das ciências agrárias e da medicina veterinária, sempre se modernizando e se adequando aos novos tempos. “Nos próximos anos, a Universidade continuará passando por mudanças e, para compreender esta realidade e encontrar soluções para os desafios encontrados, o diálogo com o MEC e com a comunidade acadêmica são necessários”, ressaltou.
O reitor é graduado em ciências econômicas pela Universidade Federal Fluminense (UFF), mestre pela mesma instituição e doutor em economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele foi pró-reitor de Planejamento, Avaliação e Desenvolvimento Institucional da UFRRJ até 2021, quando assumiu o cargo de reitor. Com a recondução, Rodrigues permanece na posição até 2029.
UFRRJ – A universidade tem suas raízes na Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária (Esamv), criada em 1910, mas institucionalizada como universidade em 1943 pelo Decreto-Lei nº 6.155, de 30 de dezembro daquele ano. Ao longo de sua história, consolidou-se como grande referência nas ciências agrárias. No entanto, a partir dos anos de 1970, passou a ofertar cursos em outras áreas, ampliando o acesso da população à educação superior. Atualmente, possui quatro campi no estado: Seropédica, Campos de Goytacazes, Nova Iguaçu e Três Rios. Cerca de 20 mil alunos estão matriculados nos mais de 75 cursos de graduação disponíveis, enquanto 2,6 mil estudantes participam dos 39 programas de pós-graduação desenvolvidos.
Por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), o MEC está investindo cerca de R$ 26,5 milhões para a construção de novas estruturas acadêmicas, incluindo a moradia estudantil, e para a readequação do Restaurante Universitário no Campus Seropédica da UFRRJ.
Antes do evento da posse, o ministro participou de almoço no Restaurante Universitário da instituição e conversou com a comunidade acadêmica sobre o andamento das políticas de assistência estudantil.
Resumo | Mais educação para o Rio de Janeiro
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)
Fonte: Ministério da Educação
BRASIL
“Reduzir a jornada sem reduzir salário é valorizar a vida dos brasileiros”, diz Luiz Marinho
As centrais sindicais entregaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (15), no Palácio do Planalto, as propostas da classe trabalhadora para o período de 2026 a 2030. O documento foi elaborado durante a plenária da Conferência Nacional das Classes Trabalhadoras (Conclat) e traz como principais pontos a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1.
A entrega ocorre em um momento em que o Governo do Brasil já encaminhou ao Congresso Nacional, na terça-feira (14), um Projeto de Lei em regime de urgência que prevê a redução da jornada sem diminuição de salários e estabelece o fim da escala 6x, uma demanda histórica das entidades sindicais.
Presente na reunião, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou a importância da proposta enviada pelo Governo. Segundo ele, a medida representa um avanço na qualidade de vida da população. “A proposta enviada pelo Governo significa valorização da vida dos brasileiros. O que se debate é a redução da jornada de trabalho sem redução de salário e, junto, uma bandeira para a valorização da vida. A escala 6×1 é a pior das escalas de jornada de trabalho que possa existir, em especial para as mulheres”, afirmou.
Durante a abertura do encontro, o ministro também ressaltou a relevância do diálogo com a classe trabalhadora e o contexto positivo do mercado de trabalho. “Pensar nos direitos da classe trabalhadora, pensar no avanço das conquistas, num momento em que temos o menor índice de desemprego da nossa história, gerando empregos, aumentando a massa salarial, elevando salários e avançando nas conquistas, além de refletir sobre o direito às negociações dos trabalhadores da iniciativa privada e do serviço público, é muito importante neste momento”, disse.
O Projeto de Lei encaminhado pelo Governo do Brasil estabelece o fim da jornada 6×1 sem corte nominal ou proporcional de salários, nem alteração de pisos, com validade para contratos em vigor e futuros, em todos os regimes de trabalho. A proposta também prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, garantindo dois dias de descanso remunerado.
Outro ponto abordado por Luiz Marinho foi a preocupação com a pejotização. Para o ministro, a prática compromete a estrutura das relações de trabalho no país. “A pejotização leva à desestruturação das relações de trabalho no país, destruindo o Fundo de Garantia, fragilizando a Previdência Social e o FAT, além de diminuir a eficiência do Sistema S. É um retrocesso incalculável nas relações de trabalho”, avaliou.
Reivindicações
Na reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, participaram lideranças de diversas centrais sindicais, entre elas a Central Única dos Trabalhadores, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil e a Força Sindical. Mais cedo, em Brasília, as entidades promoveram a Marcha das Centrais, com o objetivo de pressionar por avanços nos direitos trabalhistas e pela melhoria das condições de trabalho no país.
Ao todo, foram apresentadas 68 reivindicações ao presidente, das quais 26 foram elencadas como prioritárias. Entre os principais pontos estão a redução da jornada de trabalho, o fim da escala 6×1, a regulamentação da Convenção 151 da OIT, a adoção de uma política de valorização do salário mínimo sem limitações vinculadas ao arcabouço fiscal, a aprovação do projeto de correção da tabela do Imposto de Renda, a isenção de IR sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), a redução da taxa de juros, o enfrentamento da pejotização e a regulamentação do trabalho por aplicativos.
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