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São Paulo aprova 14 propostas para a etapa nacional da II Conferência Nacional do Trabalho

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Debates reuniram governo, trabalhadores e empregadores na Superintendência Regional do Trabalho e destacaram qualificação, proteção social e fortalecimento da negociação coletiva.

A etapa São Paulo da II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT) foi realizada nesta quinta-feira (4), na Superintendência Regional do Trabalho, reunindo representantes do governo, trabalhadores e empregadores em um dia de debates dedicados aos principais desafios do mundo do trabalho. Em um processo participativo e tripartite, os delegados analisaram temas centrais como qualificação profissional, proteção social, inclusão produtiva e fortalecimento da negociação coletiva.

Ao final dos trabalhos, foram aprovadas 14 propostas prioritárias, que representarão o estado na etapa nacional da II CNT, prevista para março de 2026, em São Paulo. As propostas refletem preocupações com a modernização das relações de trabalho sem perda de direitos, o enfrentamento da precarização, a promoção do trabalho decente e a ampliação das oportunidades diante das transformações tecnológicas.

A conferência foi aberta pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, que ressaltou a urgência de preparar trabalhadores e empresas para as novas exigências tecnológicas. Também participaram o coordenador da II CNT e secretário de Relações do Trabalho, Marcos Perioto; o presidente do TRT da 2ª Região, Valdir Florindo; a procuradora-chefe do MPT da 2ª Região, Vera Lúcia; o diretor da OIT no Brasil, Vinicius Pinheiro; o superintendente regional do Trabalho em São Paulo, Marcus Mello; além do representante da bancada dos empregadores, Ivo Dallacqua (Fecomercio-SP), e do representante da bancada dos trabalhadores, Raimundo Suzete Lima (CUT-SP).

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Com ampla participação social e espírito colaborativo, a etapa paulista reafirmou o compromisso do estado com a construção de políticas públicas que promovam desenvolvimento, diálogo social e trabalho digno. As 14 propostas aprovadas seguem agora para a etapa de sistematização que antecede a fase nacional da Conferência, contribuindo para orientar as diretrizes de futuro para o trabalho no Brasil.

Mais informações sobre a II CNT, que será realizada em março de 2026 em São Paulo, podem ser acessadas aqui.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Ministro Wellington Lima apresenta ações do MJSP à Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado na Câmara dos Deputados

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Brasília, 9/6/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, participou, nesta terça-feira (9), de audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados para apresentar iniciativas da pasta e responder a questionamentos de parlamentares sobre segurança pública.

A audiência contou com a presença de outros integrantes da gestão do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), entre os quais o secretário nacional de Segurança Pública (Senasp), Chico Lucas; o secretário nacional de Assuntos Legislativos, Paulo Modesto; o secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes; a secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado; e o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia.

Na reunião, o ministro mencionou a atuação integrada entre União, estados, municípios, Poder Judiciário, Ministério Público (MP) e forças de segurança para o enfrentamento da criminalidade organizada.

Segundo Wellington Lima, a formulação de políticas públicas eficazes depende da cooperação institucional e do diálogo permanente com as Casas Legislativas. “Não há segurança pública sem o Congresso Nacional. A construção de políticas públicas eficazes exige diálogo permanente com o Parlamento, com o Judiciário, com o Ministério Público e com os profissionais que estão na ponta do sistema de segurança”, afirmou.

Entre os temas abordados estiveram as estratégias de combate ao crime organizado, as ações de fortalecimento do sistema prisional, as medidas de combate ao tráfico ilícito de armas e as iniciativas voltadas à descapitalização financeira de organizações criminosas.

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Ao tratar das medidas de enfrentamento às facções criminosas, Wellington Lima ressaltou a importância do enfraquecimento financeiro desses grupos.

“O primeiro eixo é exatamente a reprodução e o aperfeiçoamento dos mecanismos de asfixia financeira. É preciso tirar o oxigênio do crime organizado.”

O ministro também apresentou iniciativas voltadas ao aprimoramento da inteligência e da investigação criminal, com foco na ampliação da capacidade de esclarecimento de homicídios e das operações de repressão às organizações criminosas.

Ao abordar o sistema penitenciário, defendeu investimentos em tecnologia, inteligência e protocolos de segurança para impedir a comunicação de lideranças criminosas com grupos que atuam fora das unidades prisionais. “Esse é um problema que não poderia ser adiado de modo algum”, enfatizou.

Operações em unidades prisionais

Durante a audiência, Wellington Lima anunciou que o MJSP realizará, até o final de 2026, uma operação nacional e duas regionais por mês em unidades prisionais de todo o País.

A medida busca reforçar o controle do sistema penitenciário, combater a atuação de organizações criminosas e ampliar a integração entre as forças de segurança e as administrações penitenciárias estaduais.

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Plataformas digitais

Sobre plataformas digitais, parlamentares também questionaram os decretos relacionados à atuação das plataformas digitais e às medidas de enfrentamento de crimes praticados no ambiente virtual.

O ministro explicou que as normas foram elaboradas com base em análises técnicas e dados relacionados ao crescimento de ilícitos praticados pela internet, como fraudes eletrônicas, exploração sexual de crianças e adolescentes e divulgação não autorizada de conteúdo íntimo.

“Os decretos foram elaborados a partir de evidências concretas sobre a crescente centralidade da internet na vida dos brasileiros e sobre a urgência de enfrentar o aumento de crimes, atos ilícitos e condutas abusivas que vêm se multiplicando no ambiente digital”, disse.

De acordo com Wellington Lima, as medidas buscam ampliar a capacidade de resposta do Estado diante desses crimes, sem afastar o papel do Congresso Nacional na discussão e eventual definição de regras permanentes para o setor.

“O Parlamento é sempre quem melhor legisla, mas muitas vezes a sociedade clama por alguma providência mais imediata”, completou.

A audiência integra as atividades de fiscalização e de acompanhamento das políticas públicas conduzidas pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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