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Sinfra realiza audiência pública sobre novo sistema de pedágio na MT-130

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) vai realizar uma audiência pública relacionada à implantação do Sistema Free Flow na concessão da rodovia MT-130, entre Primavera do Leste e Paranatinga.

A audiência está marcada para o dia 27 de março, às 13h, de forma virtual e com transmissão pelo canal da Sinfra no YouTube – clique aqui para acessar.

O Free Flow é um sistema de cobrança eletrônica e automática, no qual as praças de pedágio são substituídas por pórticos com câmeras, que realizam a captura das placas dos veículos e emitem a cobrança, que pode ser paga por meio de tags instaladas nos veículos ou posteriormente por meio de aplicativos ou pontos físicos, como totens.

O secretário adjunto de Logística e Concessões da Sinfra, Caio Albuquerque, explica que, durante a audiência, será explicado aos participantes como funciona o sistema de cobrança e os benefícios operacionais que o Free Flow proporciona.

“O sistema de pagamento automático acaba com as filas para pagamento de pedágio, já que os motoristas não precisam parar nas praças. Isso melhora a fluidez do trânsito e também ajuda na conservação do pavimento”, afirma.

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O objetivo da audiência é dar transparência ao assunto, ampliar a participação social e colher contribuições dos interessados, como usuários da rodovia, representantes do setor produtivo e público em geral. Essas contribuições serão utilizadas para aprimorar o processo.

A Rodovia MT-130 é administrada pela concessionária Rota dos Grãos no trecho entre Primavera do Leste e Paranatinga. Atualmente, a concessionária está trabalhando na recuperação do pavimento, substituindo a pista de concreto danificada. O prazo contratual para conclusão das obras é julho deste ano.

Fonte: Governo MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família da juíza Mariana Ferreira

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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