TECNOLOGIA
FNDCT e MCTI avançam em diretrizes estratégicas para ampliar impacto em ciência, tecnologia e inovação
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A 1ª reunião ordinária do Conselho Diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) ocorreu nesta quarta-feira (25), em São Paulo (SP), com foco na atualização de diretrizes e no fortalecimento dos instrumentos de financiamento à pesquisa e à inovação no País. O encontro contou com a participação da ministra do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos.
Entre os principais pontos debatidos, estava a proposta de alteração da Resolução CD/FNDCT nº 5, com o objetivo de incluir condições mais favoráveis para projetos que envolvam parcerias com instituições científicas e tecnológicas (ICTs), além de incentivar a participação de mestres e doutores nas diretrizes de aplicação dos recursos reembolsáveis.
Os membros do conselho também avançaram nas definições do Plano de Aplicação de Investimentos (PAI) para o período de 2026 a 2030, contemplando recursos reembolsáveis e não reembolsáveis, sob coordenação da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Eles analisaram ainda a proposta de diretrizes para monitoramento e avaliação do fundo, com o objetivo de ampliar a efetividade e a transparência na execução dos investimentos.
A reunião também deliberou sobre a prorrogação do grupo de trabalho de governança, além de discutir a proposta de distribuição entre recursos reembolsáveis e não reembolsáveis para o Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2027.
Durante o encontro, a ministra ressaltou a importância do FNDCT como peça-chave do financiamento das políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação no Brasil, contribuindo para o fortalecimento da pesquisa, da infraestrutura científica e da competitividade da indústria nacional. “O FNDCT é um instrumento decisivo para o desenvolvimento nacional. É por meio dele que fortalecemos uma política estruturante de ciência, tecnologia e inovação, alinhada a um projeto de País que busca autonomia, soberania e melhoria das condições de vida da população”, declarou.
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O que é e como ocorre a Microlua Cheia Azul? A ciência explica
A Microlua Cheia Azul vai acontecer neste domingo, 31 de maio. O fenômeno é raro por se tratar de dois em um: uma microlua e uma Lua Azul juntas. A próxima vez que isso vai ocorrer novamente vai ser daqui a 40 anos. A boa notícia é que vamos conseguir acompanhar o evento facilmente no horizonte leste por volta das 18h. Ele ficará visível a noite toda e só vai desaparecer às 6h do dia 1º. O melhor horário para apreciar será por volta da meia-noite, quando ela fica mais alta no céu.
A Lua Azul, nome dado à segunda Lua Cheia registrada no mesmo mês, não tem fisicamente uma mudança na cor. O que ocorre é um fenômeno óptico raro, em que realmente vemos o astro com coloração azulada, mas isso é decorrente da presença de partículas de vulcões ou de grandes incêndios florestais suspensas na alta atmosfera.
Já a Microlua Cheia é o nome dado quando o satélite está mais distante da Terra. Isso ocorre porque a órbita lunar funciona em uma elipse, ou seja, ela se aproxima (perigeu) e se afasta (apogeu) do planeta periodicamente. Quando a fase cheia coincide com o apogeu, ocorre a microlua cheia. Já quando isso ocorre no perigeu, é a superlua cheia.
O astrônomo parceiro do Observatório Nacional no programa O Céu em Sua Casa e professor da Universidade Federal de Itajubá, Gabriel Hickel, explica que a Lua Azul ocorre a cada 2 anos, 8 meses e 18 dias, já a microlua, a cada 1 ano, 1 mês e 18 dias. “Elas raramente coincidem”, diz. O Observatório Nacional é uma unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Estrela Antares
A noite de domingo guarda mais um fenômeno, o ápice da aproximação entre Lua e Antares, estrela conhecida como o Coração do Escorpião, a mais brilhante da constelação e facilmente identificada por ter a coloração avermelhada.
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