MATO GROSSO
Policial militar salva recém-nascido em parada respiratória em Barra do Garças
MATO GROSSO
Um policial militar salvou a vida de um recém-nascido vítima de parada respiratória, na tarde desta segunda-feira (30.3), em Barra do Garças. O militar estava a caminho do serviço quando atendeu o chamado de socorro de familiares e populares, salvando a vida da criança.
A ocorrência foi registrada por volta das 12h45, quando o militar se deslocava em seu veículo particular e foi surpreendido por populares que pediam socorro em uma rua. Ao verificar a situação, constatou que se tratava de uma criança de aproximadamente um mês e meio, que estava inconsciente e sem sinais vitais.
Diante da urgência, o policial iniciou imediatamente manobras de primeiros socorros e técnicas de reanimação ainda no local.
Após alguns instantes de intervenção, a criança voltou a apresentar sinais vitais, retomando a respiração e iniciando o choro, o que trouxe alívio aos familiares e às pessoas presentes.
Na sequência, uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada e para dar continuidade ao atendimento, constatando que o recém-nascido já se encontrava estabilizado.
Em seguida, a criança foi encaminhada a uma unidade de saúde para avaliação médica, ficando sob cuidado dos pais.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Justiça recebe denúncia e decreta prisão de acusados por homicídio
A Vara Única de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e decretou a prisão preventiva de Jefferson Lima Pereira, Andréia Sabrina Lopez Silva, Alexsandro Vicente Bernazzoli e Alex Sandro Silva dos Santos, acusados de participação na morte de Carlos Henrique Silva Oliveira, ocorrida em novembro de 2025, no município. Segundo o MPMT, os investigados integravam uma organização criminosa com atuação estruturada e permanente na região.Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa com participação de adolescentes, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, corrupção de menores, fraude processual, posse irregular de munição de uso permitido e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.Ao acolher a denúncia, o juízo também atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público e decretou a prisão preventiva dos quatro acusados. Na decisão, foram reconhecidos indícios suficientes de autoria, a materialidade dos crimes e o risco concreto à ordem pública e à instrução criminal, considerando a gravidade dos fatos, a atuação coordenada do grupo e a extrema violência empregada contra a vítima. Os mandados de prisão foram inseridos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).De acordo com as investigações, Carlos Henrique foi atraído a uma residência sob o pretexto de adquirir entorpecentes. No local, teria sido rendido, amarrado e levado para uma edícula nos fundos do imóvel, onde permaneceu sob o controle dos acusados. Conforme a denúncia, a vítima foi submetida a uma espécie de “tribunal do crime”, que durou cerca de uma hora e contou com a participação, por videochamada, de integrantes da organização criminosa.Entre os participantes estava um dos denunciados, que, segundo a apuração, se comunicava clandestinamente de dentro de uma unidade prisional. Ao término da reunião, teria sido autorizada a execução de Carlos Henrique.Ainda conforme a denúncia, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. A vítima teve a orelha esquerda decepada e, posteriormente, foi morta por esgorjamento seguido de decapitação. Um vídeo da execução chegou a ser enviado aos familiares de Carlos Henrique. Após o crime, o corpo foi transportado e enterrado em uma área de mata, sendo localizado dias depois durante buscas realizadas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar.
Foto: Magnific.
Fonte: Ministério Público MT – MT



