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Comissão debate condições de trabalho dos nutricionistas; participe

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A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove audiência pública, nesta terça-feira (7), para discutir as condições de trabalho dos nutricionistas no Brasil.

A reunião será realizada no plenário 8, às 16 horas, e será interativa.

O debate atende a pedido da deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP). Ela afirma que o objetivo é buscar soluções para problemas que afetam os nutricionistas, especialmente os que atuam em organizações sociais, como a precarização das condições de trabalho e as desigualdades em relação a outras categorias da saúde.

Sâmia acrescenta que a audiência também pretende tratar de temas como adicional de insalubridade, equiparação salarial, jornada de trabalho, metas e condições de trabalho inadequadas, além de analisar propostas em tramitação no Congresso que preveem o limite de 30 horas semanais e a criação do piso nacional da categoria.

“O debate é relevante para a gestão de serviços públicos de saúde e para a formulação de medidas legislativas e administrativas que contribuam para a melhoria das condições de trabalho e da qualidade do atendimento à população”, comenta a parlamentar.

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Da Redação – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova o uso de novas assinaturas digitais

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A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que permite o uso de novas assinaturas eletrônicas para comprovar a autoria de documentos digitais.

Pelo texto, serão aceitas todas as ferramentas para atestar autoria que constem na Lei das Assinaturas Eletrônicas (Lei 14.063/20), inclusive tecnologias que não usem os certificados oficiais do governo (sistema ICP-Brasil).

O colegiado aprovou o substitutivo do relator, deputado Rodrigo da Zaeli (PL-MT), ao PL 1195/25, do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM). O parecer ampliou o alcance do projeto original que se limitava a incluir o uso do blockchain como meio de assinatura oficial. “O projeto permite maior alcance a essa e outras tecnologias, presentes e futuras”, reforçou Zaeli.

Para que o documento tenha validade legal, basta que as duas partes envolvidas concordem com o formato escolhido.

A proposta altera a medida provisória 2200-2/01 que regula as assinaturas digitais no Brasil e cria a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

Esse sistema garante que um documento assinado no computador tenha o mesmo valor legal que um documento assinado no papel. Atualmente, a regra foca em um modelo fechado. Nele, o governo fiscaliza as empresas que vendem certificados digitais para a população.

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O texto aprovado permite que sistemas independentes (descentralizados) também sirvam para validar documentos. Com isso, tecnologias modernas como o blockchain passam a ter validade jurídica para assinar arquivos eletrônicos.

Próximos passos
A proposta que tramita em caráter conclusivo será agora analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada perla Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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