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Preços do açúcar caem no mercado internacional, enquanto indicador no Brasil reage; etanol segue em baixa
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O mercado global de açúcar registrou mais um dia de desvalorização nesta quinta-feira (9), refletindo o cenário de maior oferta internacional. No Brasil, por outro lado, os preços no mercado físico apresentaram leve reação, enquanto o etanol manteve trajetória de queda no estado de São Paulo.
Queda do açúcar nas bolsas internacionais
As cotações do açúcar voltaram a recuar nas principais bolsas globais, mantendo a tendência negativa observada ao longo da semana.
Na ICE Futures, em Nova York, os contratos do açúcar bruto fecharam em baixa. O vencimento maio/26 caiu 0,31 centavo de dólar, encerrando a 13,92 cents por libra-peso. O contrato julho/26 recuou 0,36 centavo, para 14,11 cents/lbp, enquanto o outubro/26 perdeu 0,37 centavo, fechando a 14,53 cents/lbp. Os vencimentos mais longos também acompanharam o movimento de desvalorização.
Açúcar branco também recua em Londres
Na ICE Europe, em Londres, o açúcar branco apresentou perdas relevantes em todos os principais contratos.
O vencimento maio/26 recuou US$ 8,70, sendo negociado a US$ 413,60 por tonelada. O contrato agosto/26 caiu US$ 9,00, para US$ 416,50, enquanto o outubro/26 registrou baixa de US$ 9,10, encerrando a US$ 418,90 por tonelada. Os demais vencimentos também fecharam no campo negativo.
Mercado físico no Brasil apresenta reação
No mercado interno, o indicador do açúcar cristal branco em São Paulo, calculado pelo CEPEA/ESALQ, registrou alta de 0,33% nesta quinta-feira (9).
A saca de 50 quilos foi negociada a R$ 104,16. Apesar da valorização no dia, o indicador ainda acumula queda de 1,23% em abril, refletindo o movimento de ajuste observado no início do mês.
Maior oferta global segue pressionando cotações
O movimento de baixa no mercado internacional está diretamente ligado à expectativa de aumento na oferta global de açúcar.
A Índia sinalizou que não deve impor restrições às exportações neste ano, reduzindo os temores de maior destinação da cana para a produção de etanol e ampliando a disponibilidade do produto no mercado internacional.
Por outro lado, análises da StoneX indicam que a safra 2026/27 no Centro-Sul do Brasil começa em um cenário mais equilibrado. O avanço nas fixações de açúcar por parte dos produtores tende a reduzir a pressão vendedora, que vinha limitando altas mais expressivas nas cotações.
Etanol amplia queda em Paulínia
O mercado de etanol seguiu pressionado em São Paulo. De acordo com o Indicador Diário Paulínia, o etanol hidratado foi negociado a R$ 2.858,00 por metro cúbico nesta quinta-feira (9), com queda de 1,30% no comparativo diário.
No acumulado de abril, o indicador registra recuo de 5,60%, indicando continuidade da pressão sobre os preços do biocombustível ao longo do mês.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Produção de grãos deve crescer 11,9% na safra 2024/25 e atingir novo recorde no Brasil
Safra brasileira de grãos caminha para novo recorde histórico
A produção brasileira de grãos na safra 2024/25 deve alcançar um novo recorde, com crescimento estimado em 11,9% em relação ao ciclo anterior. De acordo com dados da Conab, o volume total deve atingir patamar histórico, impulsionado principalmente pela recuperação da produtividade e pela expansão da área cultivada.
O resultado reflete condições climáticas mais favoráveis em comparação à safra passada, além de investimentos em tecnologia e manejo por parte dos produtores.
Expansão da área plantada contribui para aumento da produção
A área total destinada ao cultivo de grãos também apresenta crescimento, reforçando o potencial produtivo do país.
Esse avanço é puxado principalmente por culturas estratégicas, como:
- Soja
- Milho
- Algodão
A ampliação da área, aliada a ganhos de produtividade, sustenta a expectativa de uma safra robusta e com forte impacto no abastecimento interno e nas exportações.
Soja lidera produção nacional e mantém protagonismo
A soja segue como principal cultura do país, com participação significativa no volume total produzido.
A expectativa é de recuperação na produtividade, após desafios climáticos enfrentados no ciclo anterior. Esse desempenho reforça o papel do Brasil como um dos maiores produtores e exportadores globais da commodity.
Milho apresenta recuperação e reforça oferta interna
A produção de milho também deve crescer na safra 2024/25, impulsionada pelo bom desenvolvimento da segunda safra (safrinha).
A combinação de clima mais favorável e maior área plantada contribui para elevar a oferta do cereal, que é fundamental tanto para o mercado interno quanto para exportação.
Algodão e outras culturas também registram avanço
Além de soja e milho, outras culturas importantes, como o algodão, também apresentam perspectiva de crescimento.
O avanço dessas cadeias produtivas amplia a diversificação da produção agrícola brasileira e fortalece a posição do país no comércio internacional.
Condições climáticas favorecem desenvolvimento das lavouras
O clima tem sido um fator decisivo para o bom desempenho da safra atual. Em comparação ao ciclo anterior, marcado por irregularidades climáticas, a safra 2024/25 apresenta maior regularidade nas chuvas e melhores condições para o desenvolvimento das culturas.
Esse cenário contribui diretamente para o aumento da produtividade média das lavouras.
Impactos positivos para o mercado interno e exportações
O crescimento da produção deve gerar efeitos relevantes em toda a cadeia do agronegócio:
- Maior disponibilidade de produtos no mercado interno
- Potencial de redução de preços em alguns segmentos
- Aumento das exportações
- Fortalecimento da balança comercial
Com maior oferta, o Brasil tende a consolidar ainda mais sua posição como um dos principais fornecedores globais de alimentos.
Perspectivas: safra robusta reforça protagonismo do agronegócio
A expectativa de uma produção recorde reforça o papel estratégico do agronegócio na economia brasileira.
Com ganhos de produtividade, expansão de área e clima favorável, o setor segue como um dos principais motores de crescimento do país, com impactos positivos sobre renda, emprego e comércio exterior.
A consolidação desses resultados ao longo da safra dependerá da manutenção das condições climáticas e do cenário de mercado nos próximos meses.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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