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FMC lança Tour Gigantes do Algodão 2026 e reforça liderança do Brasil na cotonicultura global
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A FMC realiza em 2026 mais uma edição do Tour Gigantes do Algodão, iniciativa que reúne produtores, pesquisadores e especialistas do setor para debater soluções e tecnologias voltadas ao avanço da cotonicultura brasileira. O projeto reforça práticas mais eficientes, sustentáveis e rentáveis para a produção de algodão no país.
Abertura do Tour acontece na Bahia e percorre principais regiões produtoras
O início da programação está marcado para 16 de abril, em Luís Eduardo Magalhães, um dos principais polos do algodão no Brasil, com cerca de 400 mil hectares cultivados.
Na sequência, o evento segue por importantes regiões produtoras do Mato Grosso:
- 21 de maio: Sapezal, maior área de plantio do estado
- 2 de junho: região de Lucas do Rio Verde
- 10 de junho: Primavera do Leste, reconhecida pelo alto potencial produtivo
Programação inclui visitas técnicas e palestras especializadas
Os encontros contam com visitas técnicas a campo e palestras ministradas por pesquisadores e especialistas da FMC, com conteúdo adaptado à realidade de cada região produtora.
Entre os principais temas abordados estão:
- Mercado, precificação e remuneração da produção
- Manejo de doenças, pragas e plantas daninhas
- Demonstrações práticas de tecnologias aplicadas ao campo
Evento reforça proximidade com produtores e foco em inovação
Segundo Caio Siqueira, desenvolvedor de mercado da FMC, o tour fortalece a conexão direta com os cotonicultores.
O objetivo é compreender os desafios do setor e apresentar soluções que contribuam para aumento de produtividade, qualidade da fibra e sustentabilidade da produção.
Tour Gigantes do Algodão completa 19 anos e reúne mais de 400 participantes
Em 2026, o Tour Gigantes do Algodão completa 19 anos de realização, consolidando-se como um dos eventos mais importantes da cotonicultura brasileira.
A expectativa é reunir mais de 400 participantes, incluindo:
- Produtores de algodão
- Consultores e pesquisadores
- Influenciadores do agronegócio
- Corretores e associações do setor
- Instituições ligadas à pesquisa agrícola
FMC apresenta portfólio com foco em produtividade e manejo integrado
Durante o evento, a FMC destaca seu portfólio de soluções voltadas ao manejo do algodão.
Entre os principais produtos apresentados estão:
Fungicida Onsuva®
Solução formulada com fluindapir e difenoconazole, indicada para controle de doenças como:
- Ramulária
- Ramulose
- Alternaria
O produto contribui para proteção foliar, manutenção do potencial produtivo e melhoria da qualidade da fibra.
Herbicida Azugro®
Com tecnologia Isoflex® active, o produto oferece controle prolongado de plantas daninhas, incluindo espécies resistentes como o capim-pé-de-galinha.
A solução integra estratégias de manejo que aumentam a eficiência operacional e fortalecem a sustentabilidade no campo.
Inseticida Benevia®
Com ação sistêmica e translaminar, o produto atua no controle de pragas como:
- Mosca-branca
- Pulgão-do-algodoeiro
- Lagartas
Além disso, preserva inimigos naturais, ajudando no equilíbrio do ecossistema agrícola.
Brasil consolida liderança global no algodão
O evento ocorre em um cenário favorável para o setor.
Segundo a Abrapa, o Brasil se consolidou desde 2024 como líder global no comércio de algodão e reforçou sua posição em 2025 como principal exportador mundial da pluma.
As exportações brasileiras alcançaram 3,03 milhões de toneladas, um crescimento de 9% em relação ao ano anterior.
FMC destaca legado e contribuição para a cotonicultura brasileira
A FMC também reforça sua atuação histórica no desenvolvimento da cotonicultura no Brasil.
Entre as iniciativas estruturantes, a empresa destaca:
- Clube da Fibra, que contribuiu para a criação da Abrapa em 1998
- Programa Prima Classe, com mais de duas décadas de serviços personalizados ao produtor
- Projeto Mulheres de Fibra, criado em 2004 para valorizar a participação feminina no setor
- Série “Colhendo Histórias”, lançada em 2020, que resgata trajetórias de famílias pioneiras
Compromisso com inovação e futuro do algodão brasileiro
O Tour Gigantes do Algodão dá continuidade ao compromisso da FMC com o desenvolvimento do setor, promovendo conhecimento, inovação e boas práticas agrícolas nas principais regiões produtoras do país.
Segundo Fábio Lemos, gerente da cultura de algodão da FMC, a iniciativa reforça o papel da empresa como parceira estratégica do produtor em todas as etapas da cadeia produtiva, com foco em produtividade e qualidade da fibra.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Bolsas globais operam com volatilidade enquanto Ibovespa mantém trajetória próxima das máximas históricas
Mercados globais operam entre alta e cautela nesta sexta-feira
Os mercados financeiros internacionais apresentam comportamento misto nesta sexta-feira, refletindo um cenário de cautela diante de incertezas geopolíticas e ajustes após recentes valorizações.
Em Wall Street, os índices futuros operavam em alta pela manhã, indicando a possibilidade de fechamento semanal positivo. Os contratos do Dow Jones avançavam 0,32%, enquanto o S&P 500 subia 0,19% e o Nasdaq registrava ganho mais moderado, de 0,1%.
O movimento sugere continuidade do otimismo recente, ainda que investidores mantenham atenção redobrada sobre o cenário global.
Bolsas europeias têm desempenho misto com leve viés positivo
Na Europa, o desempenho dos principais índices era misto, com leve tendência de alta no conjunto da região.
O índice pan-europeu STOXX 600 subia 0,08%, sustentado por ganhos em mercados importantes. O CAC 40, da França, avançava 0,4%, enquanto o DAX, da Alemanha, registrava alta de 0,6%. Em contrapartida, o FTSE 100, do Reino Unido, operava em queda de 0,2%.
O comportamento reflete um equilíbrio entre otimismo moderado e cautela diante de fatores externos.
Ásia fecha em queda com realização de lucros e tensões geopolíticas
Na Ásia, a maioria das bolsas encerrou o pregão em baixa, pressionada pela realização de lucros após ganhos recentes e pela cautela com o cenário geopolítico.
O índice Hang Seng, de Hong Kong, recuou 0,9%, enquanto o índice de Xangai caiu 0,1%, interrompendo uma sequência de cinco altas consecutivas, embora ainda tenha acumulado ganho semanal.
No Japão, o Nikkei registrou queda mais acentuada, de 1,8%, após ter atingido níveis recordes no pregão anterior. Já o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 0,6%.
Outros mercados asiáticos também acompanharam o movimento de baixa, como Taiwan, Singapura e Austrália, refletindo um ambiente de maior aversão ao risco.
Geopolítica influencia comportamento dos investidores globais
Parte da cautela nos mercados está relacionada às tensões no cenário internacional. Investidores acompanham possíveis desdobramentos nas negociações envolvendo Estados Unidos e Irã, além dos efeitos de um cessar-fogo recente no Oriente Médio.
A expectativa por novos avanços diplomáticos mantém agentes financeiros em posição mais defensiva, impactando diretamente o desempenho das bolsas, especialmente na Ásia.
Ibovespa recua, mas segue próximo das máximas históricas
No Brasil, o Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira (16) em queda de 0,46%, aos 196.818 pontos. Apesar do recuo, o índice permanece próximo de seus níveis recordes, sustentado pelo forte desempenho acumulado ao longo do ano.
O volume financeiro elevado reflete a recente volatilidade do mercado, influenciada tanto por fatores externos quanto por ajustes técnicos após sucessivas altas.
Dólar em queda ajuda a aliviar pressão inflacionária
A desvalorização do dólar frente ao real foi um dos fatores positivos recentes para o mercado brasileiro. A moeda americana em queda contribui para aliviar pressões inflacionárias, criando um ambiente mais favorável para ativos locais.
Esse movimento também reforça o apetite por risco no mercado doméstico, mesmo diante de oscilações pontuais no índice.
Destaques da bolsa brasileira mostram movimento seletivo
Entre as ações mais negociadas, o mercado apresentou comportamento misto:
- Petrobras (PETR4) registrou queda de 2,67%
- Bradesco (BBDC4) avançou 1,36%
- B3 (B3SA3) subiu 0,99%
- Itaúsa (ITSA4) teve alta de 1,43%
- Cogna (COGN3) valorizou 1,58%
O desempenho reflete uma rotação de ativos e ajustes pontuais, com investidores reposicionando carteiras diante do cenário atual.
Tendência segue positiva, apesar da volatilidade
Analistas apontam que, mesmo com oscilações recentes, o Ibovespa mantém tendência de alta no curto, médio e longo prazo. O cenário ainda é sustentado por fatores como fluxo de capital, câmbio mais favorável e perspectiva de crescimento.
No entanto, o ambiente global segue sendo um fator determinante para o humor dos mercados, exigindo cautela por parte dos investidores.
Cenário global reforça necessidade de atenção dos investidores
A combinação de fatores como tensões geopolíticas, política monetária internacional e movimentos técnicos das bolsas mantém o cenário desafiador.
Enquanto mercados desenvolvidos mostram sinais de estabilidade com leve viés positivo, a Ásia reflete maior sensibilidade aos riscos globais. No Brasil, o mercado segue resiliente, mas atento às oscilações externas.
O momento exige acompanhamento constante e leitura estratégica dos movimentos globais, que continuam influenciando diretamente o desempenho dos ativos financeiros.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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