CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

MME destaca modernização das redes e segurança energética em debate sobre futuro do setor elétrico

Publicados

BRASIL

O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta quarta-feira (29/4), do evento “Redes do Amanhã: Regulação, Investimentos e Novas Demandas do Setor Elétrico”, que reuniu representantes do setor para debater a defesa de um sistema elétrico mais moderno, resiliente e preparado para responder às transformações tecnológicas, climáticas e regulatórias em curso no país. Participando do painel da abertura, o secretário Nacional de Energia Elétrica, João Daniel Cascalho, destacou que o avanço do setor depende não apenas da expansão da infraestrutura, mas também do fortalecimento da coordenação entre os diversos agentes responsáveis pela formulação e execução das políticas públicas.

“O Ministério tem atuado para consolidar um ambiente de maior previsibilidade e segurança para os investimentos. Estamos ampliando o diálogo com órgãos reguladores, parlamento e demais agentes do setor energético para garantir que as decisões estruturantes ocorram de forma coordenada, com estabilidade e foco no interesse público”, afirmou.

O setor elétrico brasileiro vive um momento de transformação estrutural, que exige uma visão integrada entre planejamento, operação, regulação, contabilização e gestão dos contratos nos ambientes regulado e livre. Nesse contexto, a digitalização das redes, a modernização dos sistemas de distribuição e a incorporação de inteligência aos processos tornam-se elementos centrais para assegurar eficiência, flexibilidade e capacidade de resposta rápida diante do crescimento da geração distribuída, da inserção de fontes renováveis variáveis e da mudança no perfil do consumidor.

Leia Também:  PDDE Equidade: prazo para adesão das escolas é ampliado até 29/8

João Daniel Cascalho também ressaltou a importância de alinhar os investimentos em infraestrutura às novas exigências de segurança energética e adaptação climática. Na ocasião, o secretário enfatizou que a Pasta tem conduzido iniciativas estruturantes para garantir robustez ao Sistema Interligado Nacional (SIN), inclusive por meio de mecanismos de contratação que ampliem a confiabilidade do suprimento. “O leilão de reserva de capacidade é um exemplo claro de instrumento pensado não apenas para atendimento da demanda, mas para reforçar a segurança energética do país diante de cenários hidrológicos adversos, oscilações de mercado e novas pressões geopolíticas”, disse.

O MME tem avançado em medidas voltadas à adaptação da matriz elétrica e da infraestrutura de redes a esse novo ambiente, considerando as interações crescentes entre eletricidade, gás natural, combustíveis líquidos e biocombustíveis. Entre as ações em andamento estão o Plano de Recuperação de Reservatórios de Regularização de Usinas Hidrelétricas (PRR), os leilões de reserva de capacidade, a avaliação da inserção de sistemas de armazenamento de energia, o estímulo às redes inteligentes e a revisão de critérios de confiabilidade para linhas de transmissão e distribuição diante da maior incidência de eventos extremos.

Leia Também:  "Falar de igualdade de gênero no trabalho é falar de democracia e justiça", afirma Luiz Marinho no G20

Ao longo do evento foi reforçado que a modernização do setor elétrico exigirá atuação simultânea em três frentes: expansão e digitalização das redes, aperfeiçoamento dos sinais econômicos e construção de um ambiente regulatório estável. Esse processo é fundamental para que o país converta sua matriz majoritariamente limpa em vantagem competitiva, ampliando a segurança do abastecimento, atraindo investimentos privados e promovendo energia mais acessível para a população.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


 Instagram ●  Twitter ●  Facebook ●  YouTube ●  Flickr ●  LinkedIn

Fonte: Ministério de Minas e Energia

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

Publicados

em

O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

Leia Também:  Setor mineral ganha destaque na transição energética global durante a EXPOSIBRAM 2025

Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

Leia Também:  ECA Digital é tema de audiência no Senado com participação do MJSP na segurança digital infantil

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA