AGRONEGOCIOS
Agrex do Brasil abre vagas em Goiás com oportunidades em Goiânia, Jataí e Goiatuba
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A Agrex do Brasil está com novas oportunidades de emprego abertas no estado de Goiás. As vagas contemplam diferentes áreas e níveis de especialização, com atuação nas cidades de Goiânia, Goiatuba e Jataí.
A companhia, que integra o Grupo Mitsubishi, conta com mais de mil colaboradores no Brasil e foi recentemente recertificada pelo Great Place to Work (GPTW), reconhecimento internacional concedido a empresas com alto nível de confiança, liderança e satisfação entre os funcionários.
Oportunidades em Goiânia
Na capital goiana, há duas posições abertas. A primeira é para Analista Contábil Júnior, com exigência de ensino superior completo em Ciências Contábeis, conhecimento em normas contábeis (CPCs) e domínio intermediário de Excel. Experiência com o sistema SAP é considerada diferencial.
Também está disponível a vaga de Especialista de Melhoria Contínua, que requer formação superior, conhecimento em ferramentas de qualidade e gestão de processos, além de familiaridade com certificações ISO 9001 e 14001. Inglês intermediário e disponibilidade para viagens completam o perfil desejado.
Vaga em Goiatuba
No município de Goiatuba, a empresa busca um Analista de Remuneração e Benefícios. Os requisitos incluem formação superior em áreas como Administração, Economia, Ciências Contábeis ou Recursos Humanos, além de experiência na área, domínio avançado de Excel e conhecimento em avaliação de cargos.
Vivência com sistemas de gestão, como SAP e Senior, também é valorizada na seleção.
Oportunidade comercial em Jataí
Já em Jataí, a vaga disponível é para Representante Técnico Comercial. Para concorrer, é necessário ensino superior em Engenharia Agronômica, conhecimento técnico em insumos agrícolas (químicos, sementes, fertilizantes e biológicos) e experiência consolidada na área comercial.
Também são exigidos conhecimentos em operações de barter e crédito, familiaridade com a região de atuação e carteira de habilitação categoria B.
Benefícios e ambiente de trabalho
Todas as vagas oferecidas pela Agrex incluem pacote de benefícios competitivo, com:
- Vale alimentação
- Programa de bônus
- Planos de saúde e odontológico
- Seguro de vida
- Acesso ao Wellhub
- Cursos de capacitação e desenvolvimento
Com forte atuação no agronegócio brasileiro, a empresa reforça sua estratégia de expansão e valorização de talentos, oferecendo oportunidades em diferentes áreas para profissionais qualificados.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Exportações do agronegócio atingem US$ 16 bilhões em maio e representam mais da metade das vendas externas do Brasil
O agronegócio brasileiro voltou a demonstrar sua força no comércio internacional em maio de 2026. As exportações do setor alcançaram US$ 16 bilhões, avanço de 8,2% em comparação com o mesmo mês do ano passado, consolidando o agro como responsável por 50,2% de todas as exportações brasileiras no período.
Os dados reforçam a relevância estratégica do setor para a economia nacional e mostram um cenário de expansão sustentado tanto pelo aumento dos volumes embarcados quanto pela valorização dos produtos exportados.
No acumulado dos cinco primeiros meses de 2026, as vendas externas do agronegócio somaram US$ 70,5 bilhões, crescimento de 4,6% sobre igual período de 2025 e o maior valor já registrado para o intervalo de janeiro a maio.
Enquanto o volume exportado cresceu 3,6% em maio, os preços médios dos produtos vendidos ao exterior avançaram 4,4%, contribuindo para o desempenho positivo da balança comercial do setor.
As importações de produtos agropecuários totalizaram US$ 1,6 bilhão, queda de 3,6% na comparação anual. Com isso, o saldo comercial do agronegócio alcançou superávit de US$ 14,4 bilhões no mês, aumento de 9,7%.
China amplia liderança entre os principais compradores
A China permaneceu como o principal destino das exportações do agro brasileiro. Em maio, o país asiático adquiriu US$ 6,3 bilhões em produtos agropecuários brasileiros, crescimento de 12,8% em relação ao mesmo período de 2025.
Com participação próxima de 40% na pauta exportadora do setor, os chineses seguem como principal parceiro comercial do agronegócio nacional.
A União Europeia manteve a segunda colocação, com importações de US$ 2,4 bilhões e participação de 15% nas exportações do setor. O bloco registrou crescimento de 5,4% nas compras em relação ao ano anterior.
Os Estados Unidos apareceram na terceira posição, com aquisições de US$ 837 milhões. Apesar da participação de 5,2% na pauta exportadora, o mercado norte-americano apresentou retração de 28% em comparação a maio de 2025.
Além dos grandes mercados tradicionais, países como Bangladesh, Tailândia, Vietnã, Paquistão, Turquia e Jordânia ampliaram significativamente suas compras de produtos brasileiros, fortalecendo a estratégia de diversificação dos destinos das exportações.
Soja mantém liderança e carnes batem recordes históricos
A soja em grãos continuou sendo o principal produto exportado pelo agronegócio brasileiro. As vendas externas da commodity alcançaram US$ 6,3 bilhões em maio, crescimento de 14,6% frente ao mesmo período do ano anterior.
O volume embarcado chegou a 14,8 milhões de toneladas, alta de 5,1%, confirmando a competitividade da produção brasileira no mercado internacional.
Outro destaque foi o desempenho das proteínas animais, que registraram recordes históricos de valor e volume exportado para o mês de maio.
As exportações de carne bovina in natura atingiram US$ 1,7 bilhão, avanço expressivo de 50,2% na comparação anual. Os embarques totalizaram 262 mil toneladas, aumento de 20,2%.
A China permaneceu como principal destino da proteína bovina brasileira, respondendo por US$ 1 bilhão em compras, o equivalente a 61,4% das exportações do segmento.
A carne de frango também apresentou desempenho recorde. As exportações somaram US$ 883 milhões, crescimento de 40%, enquanto o volume embarcado alcançou 442 mil toneladas, avanço de 32,3%.
O resultado evidencia a confiança dos mercados internacionais na produção brasileira, com embarques destinados a mais de 135 países ao longo do mês.
Já a carne suína in natura registrou exportações de US$ 278 milhões, alta de 1,4%, e embarques de 111 mil toneladas, crescimento de 5%, também estabelecendo novo recorde para maio.
Complexo soja, algodão e proteínas impulsionam crescimento
Entre os segmentos de maior destaque nas exportações do agronegócio, o complexo soja liderou com US$ 7,5 bilhões em vendas externas, crescimento de 16,3% em relação a maio de 2025.
As proteínas animais movimentaram US$ 3,2 bilhões, avanço de 38%, enquanto o segmento de fibras e produtos têxteis alcançou US$ 483 milhões, crescimento de 39,6%.
Produtos específicos também apresentaram resultados expressivos. O óleo de milho registrou exportações de US$ 28,5 milhões, aumento de 798%. O algodão alcançou US$ 450 milhões em vendas externas, crescimento de 45,3%, enquanto as miudezas de frango somaram US$ 62,5 milhões, alta de 20,5%.
A pauta exportadora brasileira também ganhou maior diversificação com o avanço de produtos como sementes de gergelim, rações para animais domésticos, amendoim, arroz, óleo de milho, pães, biscoitos, produtos de pastelaria e erva-mate, todos com resultados recordes em valor ou volume exportado.
DDG ganha espaço e amplia presença internacional
O DDG (Dried Distillers Grains), subproduto da indústria de etanol de milho amplamente utilizado na alimentação animal, vem se consolidando como uma importante alternativa na pauta exportadora brasileira.
Entre janeiro e maio de 2026, as exportações do produto alcançaram US$ 130 milhões, crescimento de 37,7%. O volume embarcado chegou a 555 mil toneladas, avanço de 30,5% e recorde histórico para o período.
O desempenho acompanha o trabalho de abertura de mercados realizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Desde 2023, o Brasil conquistou acesso a 21 novos mercados para o DDG.
Nos cinco primeiros meses deste ano, os principais destinos foram China, Turquia, Vietnã e Nova Zelândia.
Diversificação e abertura de mercados fortalecem o agro brasileiro
O desempenho das exportações em maio reforça a capacidade do agronegócio brasileiro de atender à crescente demanda global por alimentos, fibras, energia renovável e insumos agroindustriais.
Além da força de cadeias tradicionais como soja e proteínas animais, o avanço de produtos de maior valor agregado e a ampliação do acesso a novos mercados vêm reduzindo a dependência de poucos compradores e fortalecendo a presença do Brasil no comércio internacional.
Com recordes sucessivos nas exportações e expansão dos mercados consumidores, o agronegócio segue como principal motor do superávit comercial brasileiro e um dos pilares do crescimento econômico do país em 2026.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio

