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Safra 2025/26: produtividade no Norte e Nordeste será decisiva diante de margens apertadas e clima desafiador
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O agronegócio brasileiro inicia o planejamento da safra 2025/26 sob um cenário de maior pressão sobre a produtividade, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Com margens mais estreitas, clima incerto e desafios logísticos, produtores devem intensificar o uso de tecnologia para sustentar os resultados no campo.
A estimativa inicial aponta para uma produção de 339,8 milhões de toneladas de grãos no Brasil, recuo de 1,8% em relação ao ciclo anterior — o equivalente a uma redução de 6,3 milhões de toneladas. O cenário reforça a necessidade de estratégias que ampliem a eficiência produtiva.
Sementes de alta qualidade ganham protagonismo
Entre os principais fatores para garantir desempenho nas lavouras, o uso de sementes com alto vigor e elevado potencial genético se destaca como decisivo. Estudos do Ministério da Agricultura indicam que sementes de alta qualidade podem elevar a produtividade da soja entre 10% e 15%.
Esses ganhos estão diretamente ligados a características como:
- Maior taxa de germinação
- Melhor estabelecimento inicial da lavoura
- Maior resistência a pragas e estresses climáticos
Nesse contexto, o Tratamento de Sementes Industrial (TSI) se consolida como uma ferramenta estratégica para proteger o potencial produtivo desde o início do ciclo.
Norte e Nordeste ampliam relevância na produção nacional
Dados do IBGE mostram que a produção de grãos nas regiões Norte e Nordeste alcançou cerca de 50 milhões de toneladas em 2025, o que representa aproximadamente 16% do total nacional.
No mesmo período, o Brasil registrou safra recorde de 346,1 milhões de toneladas — mais que o dobro do volume colhido em 2012. Esse avanço ocorreu mesmo com crescimento mais moderado da área plantada, evidenciando o papel central da produtividade.
Tecnologia e portfólio adaptado impulsionam desempenho
Empresas do setor vêm ampliando investimentos em inovação e desenvolvimento de cultivares adaptadas às condições regionais. A Boa Safra, por exemplo, disponibiliza um portfólio com variedades específicas para o Norte e Nordeste, incluindo dezenas de opções de soja, trigo e híbridos adaptados.
As sementes passam por rigorosos processos de controle de qualidade, como:
- Testes de germinação e vigor
- Avaliação de emergência em campo
- Análises com uso de inteligência artificial
Os resultados indicam índices médios de 89% de vigor e 94% de germinação, patamares considerados elevados pelo mercado.
Estrutura de armazenagem se torna diferencial competitivo
Além da qualidade genética, a infraestrutura de armazenagem também ganha importância nas decisões dos produtores. Ambientes com controle de temperatura e umidade são fundamentais para preservar o desempenho das sementes até o plantio.
A Boa Safra mantém mais de 123 mil metros quadrados de armazéns refrigerados no país, com unidades estratégicas no Norte e Nordeste, garantindo conservação adequada e proximidade com o produtor.
Eficiência será determinante na próxima safra
Diante de um cenário marcado por:
- Custos elevados
- Preços voláteis
- Riscos climáticos
a busca por eficiência deve pautar as decisões no campo. O investimento em insumos de maior qualidade deixa de ser diferencial e passa a ser condição essencial para manter a rentabilidade.
Perspectiva para o produtor
A safra 2025/26 deve exigir maior planejamento e precisão técnica, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, onde os desafios são mais intensos.
O uso de sementes de alto desempenho, aliado a boas práticas de manejo e infraestrutura adequada, tende a ser o principal caminho para sustentar a produtividade e garantir resultados positivos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Safra brasileira de grãos deve atingir recorde de 348,7 milhões de toneladas em 2026, aponta IBGE
IBGE projeta nova safra recorde para o Brasil em 2026
O Brasil caminha para registrar mais uma safra histórica em 2026. De acordo com levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 348,7 milhões de toneladas, consolidando um dos maiores volumes já registrados pelo país.
A nova estimativa representa crescimento de 0,7% em relação à safra de 2025, equivalente a um avanço de 2,6 milhões de toneladas. Na comparação com março de 2026, o levantamento também apresentou leve alta de 0,1%.
Além do aumento da produção, o país ampliou a área agrícola cultivada. O total estimado para colheita chegou a 83,3 milhões de hectares, avanço de 2,1% frente ao ano anterior.
Soja lidera crescimento e atinge novo recorde histórico
A soja continua sendo o principal motor do agronegócio brasileiro. O IBGE revisou novamente para cima a estimativa da oleaginosa, que deve atingir 174,1 milhões de toneladas em 2026 — novo recorde da série histórica.
O volume representa crescimento de 4,8% sobre a safra anterior, reforçando o protagonismo brasileiro no mercado global da commodity.
O Mato Grosso segue como maior produtor nacional, com previsão de 50,5 milhões de toneladas. Paraná e Rio Grande do Sul também aparecem entre os destaques da produção nacional, com recuperação importante das lavouras gaúchas após problemas climáticos em anos anteriores.
Milho deve perder força, mas mantém produção acima de 138 milhões de toneladas
A produção brasileira de milho foi estimada em 138,2 milhões de toneladas, registrando retração de 2,5% frente ao ciclo anterior.
O milho da primeira safra apresentou crescimento relevante, impulsionado principalmente pelo Sul e Sudeste do país. Já a segunda safra, responsável pela maior parte da produção nacional, apresentou recuo diante de ajustes climáticos e produtividade menor em importantes estados produtores.
O Mato Grosso continua liderando a safrinha nacional, seguido por Paraná e Goiás.
Café brasileiro alcança maior produção da história
Outro destaque do levantamento do IBGE é o café. A produção brasileira somando arábica e canephora foi estimada em 66,1 milhões de sacas de 60 quilos, o maior volume da série histórica iniciada em 2002.
O crescimento anual chega a 14,9%, sustentado por clima favorável, recuperação da produtividade e investimentos nas lavouras.
O café canephora, especialmente, deve registrar safra recorde em 2026, refletindo o avanço tecnológico no campo e o bom desempenho das áreas produtoras.
Centro-Oeste concentra metade da produção nacional
A Região Centro-Oeste mantém ampla liderança na produção brasileira de grãos, com estimativa de 174,5 milhões de toneladas — equivalente a 50% de toda a safra nacional.
Na sequência aparecem:
- Sul: 92,1 milhões de toneladas;
- Sudeste: 30,6 milhões de toneladas;
- Nordeste: 29,9 milhões de toneladas;
- Norte: 21,5 milhões de toneladas.
Entre os estados, o Mato Grosso lidera isoladamente, respondendo por 30,9% da produção brasileira de grãos. Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais completam a lista dos maiores produtores.
Algodão recua, mas Bahia ganha destaque
A produção de algodão herbáceo foi estimada em 9 milhões de toneladas. Apesar da recuperação mensal, o setor ainda apresenta forte retração em relação a 2025, pressionado pela redução de área e produtividade.
A Bahia ganhou destaque nas revisões positivas do IBGE, consolidando-se como segundo maior produtor nacional da fibra, atrás apenas do Mato Grosso.
Feijão preocupa mercado com redução na oferta
O levantamento também trouxe sinal de alerta para o feijão. A produção brasileira estimada em 2,9 milhões de toneladas apresentou queda tanto em relação ao mês anterior quanto frente à safra passada.
Segundo o IBGE, o mercado começa a demonstrar preocupação com o equilíbrio entre oferta e consumo interno, especialmente diante da redução gradual da produção nos últimos meses.
Trigo segue pressionado por baixa rentabilidade
O trigo brasileiro deve registrar produção de 7,3 milhões de toneladas, queda de 6,8% frente ao ano anterior.
A baixa rentabilidade, somada aos prejuízos climáticos recorrentes no Sul do país, tem reduzido o interesse dos produtores pelo cereal, especialmente no Rio Grande do Sul, principal estado produtor.
Perspectiva para o agronegócio em 2026
Mesmo com desafios climáticos, oscilações de mercado e pressão sobre algumas culturas, o cenário geral do agronegócio brasileiro permanece positivo para 2026.
O avanço da soja, a recuperação do café e a ampliação da área cultivada reforçam o papel do Brasil como uma das maiores potências agrícolas globais, sustentando exportações, geração de renda e crescimento do setor no próximo ciclo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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