BRASIL
Conheça os Protocolos de Identificação e Resposta ao Racismo
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O Ministério da Educação (MEC) lançou os Protocolos de Identificação e Resposta ao Racismo. Os materiais foram apresentados na última quinta-feira, 14 de maio, no webinário de comemoração dos dois anos de criação da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq). Os protocolos buscam contribuir para evitar a omissão ou a insegurança na tomada de decisões diante de casos de racismo em escolas de educação básica, criando condições institucionais para que a resposta seja consistente, responsável e orientada por diretrizes comuns. Os materiais estão disponíveis na página da Pneerq, no portal do MEC.
O objetivo é que, ao incorporar e operacionalizar esses protocolos, as redes e instituições de ensino do país encontrem neles uma ferramenta eficaz, com linguagem simples, que possa ser bem compreendida por todos os atores que compõem a comunidade escolar.
Os documentos estão organizados nos seguintes temas: Protocolo de identificação e resposta ao racismo na educação infantil; Protocolo de identificação e resposta ao racismo nos anos iniciais do ensino fundamental; Protocolo de identificação e resposta ao racismo nos anos finais do ensino fundamental; e Protocolo de identificação e resposta ao racismo no ensino médio.
Os protocolos buscam fornecer um instrumento de apoio efetivo tanto para as redes de ensino quanto para dirigentes escolares, equipe pedagógica e docentes. Para o MEC, é mais do que combater o racismo: é ter instrumentos de ações cotidianas em torno da constituição de uma educação antirracista.
As publicações integram as ações da Pneerq, política fundamental para a efetiva implementação da Lei nº 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino das histórias e das culturas afro-brasileiras e africanas em todas as escolas públicas e privadas de ensino fundamental e médio no Brasil.
Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, criada pela Portaria nº 470/2024, implementa ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola. O público-alvo é formado por gestores, professores, funcionários e alunos, abrangendo toda a comunidade escolar.
São compromissos da política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para a gestão e a docência no âmbito da educação para as relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade da EEQ, com implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs); e implementar os Protocolos de Prevenção e Resposta ao Racismo nas Escolas (públicas e privadas) e nas instituições de educação superior.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
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Ministro Luiz Marinho dialoga com setor aéreo sobre o fim da escala 6×1
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reuniu-se nesta segunda-feira (18) com o CEO da LATAM Airlines no Brasil, Jerome Cadier, para debater a proposta de redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho para um de descanso) no setor da aviação civil. A reunião ocorreu na sede do MTE, em Brasília.
Durante o encontro, o ministro destacou que a iniciativa do Executivo busca promover melhores condições de trabalho, especialmente para categorias mais impactadas por jornadas extensas, sem comprometer a dinâmica dos setores econômicos. Também ressaltou que as mudanças consideram as especificidades de cada segmento e os instrumentos legais vigentes, como as negociações coletivas.
Na reunião, Luiz Marinho explicou que a proposta do governo visa reduzir a jornada máxima de trabalho no país de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de folga, preferencialmente aos sábados e domingos, sem redução salarial.
O Projeto de Lei nº 1838/26, encaminhado pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional e atualmente em análise na Câmara dos Deputados, prevê que a duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, não exceda 40 horas semanais, observada a jornada diária de até oito horas, ressalvadas as hipóteses de compensação de jornada e de escalas especiais previstas na CLT, em leis específicas e em negociações coletivas de trabalho.
É o caso da categoria dos aeronautas, que já atua sob as especificidades da Lei nº 13.475, que dispõe sobre o exercício da profissão de tripulante de aeronave.
De acordo com Luiz Marinho, a proposta do governo não busca gerar instabilidade, mas sim avançar na proteção dos trabalhadores. “Não há qualquer razão para querermos tumultuar atividades econômicas, muito pelo contrário”, afirmou o ministro.
Além do Projeto de Lei do Executivo, o Congresso Nacional discute uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 8/2025), que estabelece o limite de 40 horas semanais para as jornadas de trabalho no país.
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