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Seciteci abre inscrições para cursos na área de bioeconomia nos municípios de Alta Floresta, Carlinda e Paranaíta

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (Seciteci-MT) está com inscrições abertas para 165 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional do Programa Pronatec/Bioeconomia, ofertados pela Escola Técnica Estadual de Alta Floresta. As oportunidades são destinadas aos municípios de Alta Floresta, Carlinda e Paranaíta.

As inscrições seguem abertas a partir desta segunda-feira (25.5) até o dia 1 de junho. Em Alta Floresta, o processo deve ser realizado presencialmente na secretaria da Etec. Já para os municípios de Carlinda e Paranaíta, a inscrição ocorre por e-mail, mediante envio da ficha de inscrição e da documentação exigida em edital.

Os cursos disponíveis são de Forragicultor, Produtor de Embutidos e Defumados, Operador de Beneficiamento de Café, Agricultor Agroflorestal, Condutor de Turismo de Aventura e Fruticultor. As formações serão realizadas no período noturno, com cargas horárias entre 160 e 240 horas.

Para participar, os candidatos devem ter no mínimo 16 anos e Ensino Fundamental I completo (1º ao 5º ano). A seleção será feita por ordem de inscrição e envio da documentação.

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As aulas dos cursos de Forragicultor e Produtor de Embutidos e Defumados começam em 8 de junho. Já os cursos de Operador de Beneficiamento de Café, Agricultor Agroflorestal, Condutor de Turismo de Aventura e Fruticultor terão início em 5 de agosto de 2026.

O edital completo aqui (clique).

Fonte: Governo MT – MT

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Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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