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Fundo Nacional de Segurança Pública impulsiona modernização da segurança pública no Amapá com mais de R$ 20 milhões
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Macapá, 15/06/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) realizou, nesta segunda-feira (15), ações para fortalecer a segurança pública do Amapá com recursos superiores a R$ 20 milhões viabilizados pelo Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). Os recursos contemplam obras concluídas, equipamentos já incorporados à estrutura estadual e novos projetos voltados à ampliação da Academia Integrada de Formação e Aperfeiçoamento (Aifa).
Entre as obras e melhorias entregues estão a primeira fase da reforma das instalações da Academia Integrada de Formação e Aperfeiçoamento, vinculada ao Instituto de Ensino de Segurança Pública (Iesp), executada com recursos de R$ 1.650.327,48, e a ampliação da estrutura da unidade, incluindo a implantação de academia de musculação, com investimento de R$ 2.738.088,85.
Reforço à coordenação operacional
O estado também recebeu a Unidade Móvel de Comando e Controle, adquirida com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública no valor de R$ 12.230.500,00. O equipamento amplia significativamente a capacidade de coordenação integrada das forças de segurança, permitindo o monitoramento em tempo real de operações, grandes eventos e situações de crise.
A estrutura vinha sendo utilizada em atividades estratégicas no estado desde o final de 2025 e passa agora a integrar definitivamente o patrimônio operacional da segurança pública amapaense.
Para a diretora do FNSP, Camila Pintarelli, os resultados alcançados refletem o impacto direto das medidas de aperfeiçoamento da gestão implementadas pelo Fundo nos últimos anos.
“Essas ações demonstram que investir em governança produz resultados concretos para a população. Os mecanismos de gestão implementados pela equipe do Fundo Nacional de Segurança Pública têm permitido qualificar a execução e a liquidação dos recursos transferidos aos estados, acelerando a transformação do orçamento em resultados efetivos. A conclusão dessas obras e a disponibilização de equipamentos estratégicos ao Amapá evidenciam como uma gestão próxima, técnica e orientada a resultados contribui para fortalecer as capacidades operacionais das forças de segurança e gerar benefícios concretos para a sociedade”, explicou a diretora.
Novos investimentos previstos
Novos projetos estão programados para ampliar a infraestrutura da Aifa/Iesp. Com recursos transferidos pelo Fundo Nacional de Segurança Pública, encontram-se em fase interna de licitação a construção de uma piscina semiolímpica, com investimento previsto de R$ 2.057.155,40, e a implantação de campo de futebol, urbanização e paisagismo da academia, no valor de R$ 2.204.614,87.
Considerando as intervenções concluídas e os projetos em fase de licitação, os recursos destinados ao fortalecimento da formação policial no estado somam R$ 8.650.186,60.
Missão do MJSP no Amapá
A agenda do FNSP no Amapá segue até 17 de junho. Durante a missão técnica, equipes da Diretoria do Fundo realizam reuniões e atividades de orientação voltadas ao aperfeiçoamento da gestão dos recursos federais, com foco em licitações, planejamento orçamentário, doações, convênios e contratos de repasse.
A atuação possui especial relevância diante do volume expressivo de emendas parlamentares destinadas à segurança pública no estado, especialmente aquelas voltadas à execução de obras e projetos estruturantes. O objetivo é apoiar os gestores locais na superação de entraves administrativos, ampliar a eficiência da execução dos recursos e garantir maior celeridade na entrega de resultados à população.
As iniciativas desenvolvidas no Amapá integram a estratégia do Ministério da Justiça e Segurança Pública de fortalecer as capacidades operacionais dos estados por meio dos repasses do Fundo Nacional de Segurança Pública, promovendo projetos estruturantes que ampliam a eficiência, a integração e a modernização das instituições de segurança pública em todo o Brasil.
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Ideb: Alagoas inicia análise de resultados nas redes
O Ministério da Educação (MEC) iniciou o Brasil Aprende+, estratégia nacional criada para apoiar os estados, os municípios e o Distrito Federal na transformação dos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025 em ações de melhoria da aprendizagem. A iniciativa orienta as redes a analisar os dados, identificar desafios, definir prioridades e elaborar planos de ação de acordo com a realidade de cada território.
A mobilização será desenvolvida em oito etapas, que vão da análise dos resultados ao acompanhamento das ações realizadas pelas escolas. O encontro realizado na terça-feira (25) reuniu o MEC, a Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (Seduc/AL), a presidência estadual da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), além de secretários e representantes técnicos dos municípios alagoanos. O objetivo foi apresentar a estratégia nacional e os materiais que serão disponibilizados, bem como aprofundar a discussão sobre os indicadores de aprendizagem, com foco no ensino fundamental.
Durante a reunião, a superintendente de Desenvolvimento do Ensino Infantil, Fundamental e Políticas Educacionais da Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (Seduc), Fabiana Dias, destacou a evolução dos resultados educacionais do estado e reforçou o compromisso da secretaria em ampliar os avanços na aprendizagem dos estudantes. Ela também colocou a Seduc à disposição para colaborar com as redes representadas e ressaltou a importância da iniciativa apresentada.
Representando a Undime, Neilton Nunes destacou a importância da mobilização dos municípios para a melhoria da aprendizagem e avaliou que os resultados do Ideb refletem o trabalho realizado pelas redes, que passaram a analisar seus dados e identificar caminhos para avançar. Ele ressaltou ainda o esforço conjunto de dirigentes municipais, professores, equipes pedagógicas, gestores escolares e estudantes na construção dos resultados alcançados por Alagoas.
A estratégia será apresentada em 27 encontros técnicos estaduais, envolvendo os 26 estados e o Distrito Federal. Ao longo do processo, as redes terão acesso a ferramentas, painéis de dados e materiais para apoiar gestores, coordenadores pedagógicos e professores na implementação e no acompanhamento das ações.
Alagoas – De 2023 a 2025, em uma escala de 0 a 10, o Ideb do ensino fundamental de Alagoas passou de 6 para 6,4 nos anos iniciais e de 5 para 5,3 nos anos finais. Já o Ideb do ensino médio passou de 4,1 para 4,3. Na rede pública do estado, o resultado passou de 5,7 para 6,3 nos anos iniciais; de 4,8 para 5,1 nos anos finais; e de 4 para 4,2 no ensino médio. Com esses resultados, o Ideb alcançou, nas três etapas avaliadas, os maiores valores da série histórica iniciada em 2005.
Os dados serão utilizados como ponto de partida para o trabalho do Brasil Aprende+ no estado. A partir da análise dos resultados, as redes serão apoiadas na identificação dos principais desafios de aprendizagem e na construção ou revisão de seus planos de ação. Os documentos deverão definir prioridades, estratégias e resultados esperados com base nas evidências de cada território.
Para os municípios prioritários, o MEC disponibilizará ainda uma área específica no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), destinada ao detalhamento das ações relacionadas à recomposição das aprendizagens.
Ideb Nacional – Entre 2023 e 2025, o Ideb nacional também avançou nas três etapas avaliadas, considerando as redes públicas e privadas. Em uma escala de 0 a 10, o índice passou de 6,0 para 6,3 nos anos iniciais do ensino fundamental, de 5,0 para 5,3 nos anos finais e de 4,3 para 4,5 no ensino médio.
Considerando apenas a rede pública, o Ideb passou de 5,7 para 6,1 nos anos iniciais, de 4,7 para 5,0 nos anos finais e de 4,1 para 4,3 no ensino médio. Com esses resultados, o país alcançou, nas três etapas, os maiores valores da série histórica iniciada em 2005.
Os resultados do Ideb e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2025 foram divulgados em 5 de agosto pelo MEC, por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Brasil Aprende+ – Entre os instrumentos previstos pelo Brasil Aprende+ está uma caixa de ferramentas, com painéis interativos, relatórios personalizados por rede de ensino, materiais orientadores, guias e ferramentas para gestores escolares, coordenadores pedagógicos e professores.
Ainda em agosto, o painel de priorização vai disponibilizar dados de todas as escolas do país. A ferramenta permitirá comparar os resultados de 2025 e a trajetória das unidades entre 2023 e 2025, ajudando a identificar escolas com resultados baixos, queda ou estagnação no desempenho.
Na segunda semana de setembro, será realizado o Dia D, mobilização nacional para apropriação dos resultados nas escolas. Cada rede poderá escolher a data, entre 8 e 11 de setembro, para reunir gestores, coordenadores pedagógicos e professores, analisar o desempenho dos estudantes, identificar lacunas de aprendizagem e definir prioridades.
Depois do Dia D, cada escola será estimulada a elaborar seu próprio plano de ação, conectado à realidade da unidade e integrado ao planejamento da rede. O trabalho será acompanhado ao longo do ano, com apoio do MEC na análise das evidências e no direcionamento de formação, apoio técnico e financeiro e outras políticas e programas, conforme os desafios identificados.
O Brasil Aprende+ integra o Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens, política construída em colaboração com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a Undime para apoiar os entes federativos na recomposição das aprendizagens de estudantes da educação básica. A iniciativa busca contribuir para a redução das desigualdades e o fortalecimento da equidade na educação.
Ideb – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, criado em 2007, no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), é um indicador que combina o desempenho dos estudantes em Língua Portuguesa e Matemática no Saeb com as taxas de aprovação apuradas pelo Censo Escolar, permitindo acompanhar a qualidade da educação básica brasileira. Integra o conjunto de indicadores utilizados para o monitoramento das metas educacionais previstas no Plano Nacional de Educação (PNE). Considerando que a vigência do PNE foi prorrogada até 31 de dezembro de 2025, o índice permanece como referência para o monitoramento das políticas educacionais e para a avaliação dos avanços e desafios na consecução dos objetivos estabelecidos pelo PNE durante o período de vigência.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação



