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Salão Internacional de Proteína Animal consolida integração de cadeias do setor
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A capital paulista sedia, entre os dias 4 e 6 de agosto de 2026, o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), principal evento das cadeias produtivas do Brasil, promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A edição deste ano marca a consolidação do evento sob o novo nome: anteriormente focado em avicultura e suinocultura, o salão passa a integrar oficialmente a bovinocultura e a piscicultura, reforçando sua posição como o maior ponto de encontro do setor agroindustrial nacional.
A transição para “Salão Internacional de Proteína Animal” é uma estratégia da ABPA para unificar a representatividade das diferentes proteínas sob um único selo. O objetivo é criar um hub de negócios e inovação que reúna especialistas, líderes do setor e compradores internacionais. O evento funciona como uma vitrine de inovações, com foco em biosseguridade, eficiência logística e sustentabilidade — pilares exigidos pelo mercado global.
Para a ABPA, a unificação das cadeias no SIAVS é fundamental para fortalecer o posicionamento do Brasil como fornecedor global. A expectativa é que o evento facilite o intercâmbio tecnológico e a prospecção de novos mercados, consolidando-se como o palco indispensável para o fechamento de parcerias estratégicas e o debate sobre o futuro da produção de proteína animal no País.
SERVIÇO
Evento: SIAVS – Salão Internacional de Proteína Animal
Data: 4 a 6 de agosto de 2026
Local: Distrito Anhembi, São Paulo (SP)
Realização: Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)
Mais informações: Programação completa, credenciamento e lista de expositores disponíveis no site oficial: siavs.com.br
Fonte: Pensar Agro
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México e Filipinas elevam projeções de importação de arroz e ampliam dependência global do cereal em 2026/27, aponta USDA
O mercado internacional de arroz deve seguir aquecido na temporada 2026/2027, segundo relatório Gain Report do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). México e Filipinas aparecem como os principais destaques do balanço, com aumento das importações e crescimento moderado da produção, mas ainda insuficiente para atender a demanda interna.
O cenário reforça a dependência desses países do mercado externo e pode sustentar a movimentação das cotações do cereal no comércio global.
México eleva importações e mantém produção limitada de arroz
O México deve ampliar suas compras externas de arroz beneficiado na temporada 2026/2027. A projeção do USDA indica importações de 830 mil toneladas, acima das 800 mil toneladas estimadas para o ciclo anterior.
A produção doméstica, embora em leve crescimento, segue limitada. A expectativa é de 192 mil toneladas de arroz beneficiado, ante 184 mil toneladas em 2025/2026. A área plantada também deve avançar, passando de 39 mil para 41 mil hectares.
No consumo interno, a tendência é de alta moderada, com demanda estimada em 1,01 milhão de toneladas, reforçando a necessidade estrutural de importação para equilíbrio do abastecimento.
Filipinas ampliam compras externas diante de consumo elevado
Nas Filipinas, o cenário também é de expansão da demanda e aumento das importações. O país asiático deve produzir 12,30 milhões de toneladas de arroz beneficiado em 2026/2027, ligeiramente acima do ciclo anterior.
Em arroz em casca, a produção estimada é de 19,524 milhões de toneladas, com área plantada reduzida para 4,65 milhões de hectares, frente a 4,7 milhões no ciclo anterior.
Apesar da produção elevada, o consumo interno continua pressionando o balanço. A demanda está estimada em 17,65 milhões de toneladas, o que mantém a necessidade de importações em forte alta: 5,2 milhões de toneladas, contra 4,4 milhões no ciclo anterior.
Mercado global de arroz acompanha impacto nos preços e bolsas internacionais
O avanço das importações de México e Filipinas ocorre em um momento de atenção dos mercados globais para o comportamento das commodities agrícolas e dos ativos financeiros.
Nas bolsas internacionais, o pregão desta sexta-feira opera com variações moderadas, refletindo cautela dos investidores diante de dados de oferta agrícola, expectativa de demanda asiática e movimentos do dólar. O mercado de grãos também acompanha ajustes técnicos, enquanto o petróleo e outras commodities apresentam desempenho misto.
No Brasil, o Ibovespa tende a acompanhar o cenário externo com volatilidade contida, enquanto o dólar mantém influência direta sobre os preços das commodities agrícolas, especialmente aquelas com forte participação no comércio internacional.
Conjuntura indica suporte ao mercado global do arroz
O conjunto dos dados do USDA reforça um cenário de demanda firme por arroz no mercado internacional, com crescimento das importações em grandes consumidores e produção doméstica ainda insuficiente para autossuficiência.
A tendência é de manutenção da dependência externa e possível sustentação dos preços internacionais do cereal, especialmente em momentos de maior instabilidade cambial e financeira global.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


