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MJSP destaca ações integradas de enfrentamento ao feminicídio em evento no Ceará

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Fortaleza, 29/6/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), participou do Diálogos Federativos: Brasil Feminicídio Zero, realizado em Fortaleza (CE). O encontro reuniu representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais, além da sociedade civil e de especialistas, com o objetivo de subsidiar propostas do Conselho da Federação voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de enfrentamento à violência contra as mulheres.

A iniciativa integra a agenda prioritária do Governo Federal e o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, lançado em março de 2026. No dia 23 de junho, a programação do evento contou com oficinas de escuta e painéis de debate.

Representando a Senasp, o diretor do Sistema Único de Segurança Pública (Dsusp), João Alberto Nogueira Junior, destacou a necessidade de construir um ecossistema que estimule as denúncias e torne mais eficaz a resposta do Estado à violência contra as mulheres.

“Quando há ausência de políticas públicas, disparidade dos procedimentos adotados, falta de dados comparáveis e subnotificação dos casos, a mulher não se sente encorajada a fazer a denúncia”, afirmou.

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Iniciativas

Durante o encontro, foram apresentadas as ações do projeto SUSP Mulheres. Entre elas, está a destinação de 10% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), condicionada à existência de um plano estadual de enfrentamento à violência contra a mulher.
A Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (Dsusp) também presta apoio técnico aos estados para qualificar esses planos e os protocolos nacionais adotados pelas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam), pela Patrulha Maria da Penha (PMP) e pelos Corpos de Bombeiros.

O Programa Nacional das Salas Lilás e a Casa da Mulher Brasileira também integram as ações coordenadas pela Dsusp. A diretoria promove, ainda, cursos de capacitação e já formou 1.053 profissionais entre 2024 e 2026.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Brasil avança na eficiência energética com primeira regulamentação para lâmpadas e luminárias LED

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O Brasil deu um importante passo rumo à modernização do setor de iluminação e à promoção do uso racional de energia. O Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE), presidido pelo Ministério de Minas e Energia (MME), publicou a primeira regulamentação nacional que estabelece índices mínimos de eficiência energética para lâmpadas e luminárias com tecnologia LED.

De acordo com estimativas técnicas, a regulamentação pode gerar uma economia acumulada entre 283 e 432 TWh até 2040, contribuindo de maneira relevante para a redução do consumo energético no país. Esse volume de energia seria suficiente para abastecer cerca de 14 milhões de residências no mesmo período.

Para o ministro Alexandre Silveira, essa nova regulamentação reafirma o compromisso do Brasil com a eficiência energética, a inovação tecnológica e a sustentabilidade. “Ao estabelecer padrões mínimos de desempenho para produtos LED, a regulamentação da eficiência energética fortalece a transição energética brasileira ao promover um mercado mais moderno, competitivo e alinhado às melhores práticas internacionais, estimulando a inovação, reduzindo os custos de energia para as famílias, aumentando a eficiência no uso dos recursos energéticos e contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país”, afirmou o ministro. 

Os produtos que não atenderem aos índices mínimos estabelecidos pela resolução poderão permanecer no mercado durante o período de transição previsto. Comerciantes terão prazo de três anos na Etapa 1 e de cinco anos na Etapa 2, contados a partir da publicação da norma, para realizar o giro dos estoques. Esse período foi definido para assegurar tempo suficiente para a comercialização dos produtos existentes ou sua retirada de circulação, promovendo uma adequação gradual às novas exigências regulatórias. 

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As tecnologias LED são amplamente reconhecidas por sua elevada eficiência energética, uma vez que demandam menor consumo de eletricidade para produzir a mesma quantidade de iluminação quando comparadas às tecnologias convencionais. Além disso, apresentam vida útil significativamente superior, reduzindo custos relacionados à manutenção, reposição e descarte de materiais.

A nova regulamentação reforça os compromissos estabelecidos pela Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia e tem como objetivo assegurar que os produtos comercializados no mercado nacional atendam a padrões mínimos de desempenho energético e qualidade. Atualmente, a ausência de critérios mais rigorosos favorece a entrada de produtos menos eficientes, muitos dos quais já são considerados tecnologicamente ultrapassados em mercados internacionais que adotam requisitos mais avançados.

Ao estabelecer índices mínimos de eficiência para lâmpadas e luminárias LED, a medida promove a modernização do mercado, amplia a oferta de produtos mais eficientes e sustentáveis e fortalece a competitividade tecnológica do setor. A transição para equipamentos de maior eficiência energética gera benefícios diretos aos consumidores, reduzindo despesas com energia elétrica, e contribui para minimizar os impactos da expansão da demanda sobre os custos de investimento e operação do sistema elétrico.

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A iniciativa também assume relevância estratégica diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas. Eventos extremos, como ondas de calor cada vez mais frequentes, tendem a elevar o consumo de energia e a pressionar a infraestrutura elétrica nacional. Nesse cenário, a adoção de equipamentos mais eficientes contribui para reduzir desperdícios, evitar emissões desnecessárias de dióxido de carbono (CO₂) e fortalecer a segurança energética. 

Com a implementação da regulamentação, o Brasil avança em sua agenda de transição energética, estimulando a oferta e o uso de tecnologias mais sustentáveis e competitivas, em benefício da sociedade e do desenvolvimento econômico do país. 

Para mais informações, os interessados podem consultar o nosso FAQ.

 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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