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Tocantins receberá unidade de pesquisa em tecnologia assistiva

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A Universidade Federal do Tocantins (UFT) será a casa do próximo Centro de Acesso, Pesquisa e Inovação em Tecnologia Assistiva (Capta). Com o investimento de R$ 1 milhão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a unidade será referência no desenvolvimento de pesquisas, tecnologias e soluções voltadas à promoção da inclusão, acessibilidade e autonomia de pessoas com deficiência. O termo de execução descentralizada foi assinado nesta quinta-feira (2). 

Conduzida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a implementação do centro faz parte das ações do Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Nova Viver sem Limites), do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC). Sediar um Capta consolida a UFT como protagonista no desenvolvimento científico e tecnológico para atender a demandas sociais, em conformidade com o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação. 

“A criação do Capta na UFT representa o compromisso do MCTI em promover uma ciência conectada às necessidades da sociedade. Estamos investindo em pesquisa, inovação e desenvolvimento de tecnologias que ampliam a inclusão, a acessibilidade e a qualidade de vida das pessoas”, destacou a secretária de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social (Sedes) do MCTI, Germana Pires Coriolano. Segundo ela, a parceria com a universidade fortalece a capacidade de transformar conhecimento em soluções concretas para o desenvolvimento social do País. 

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A tecnologia assistiva engloba produtos, equipamentos, recursos, estratégias, metodologia e serviços que promovem a qualidade de vida, autonomia, independência e inclusão social de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, publicada em 2015, garante o acesso a esse tipo de inovação. 

Capta

Em abril, o MCTI inaugurou seu primeiro Capta, instalado no Instituto Benjamin Constant (IBC), no Rio de Janeiro (RJ). Para a diretora de Tecnologia Social, Economia Solidária e Tecnologia Assistiva do MCTI, Sônia da Costa, essa é uma resposta a demandas da sociedade. “A criação dos centros em todo o País integra os compromissos assumidos no plano nacional. Esses espaços são estruturados para ampliar o acesso, o conhecimento e o uso dessas tecnologias pela população”, disse, na ocasião. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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MCTI e MTE lançam edital de R$ 100 milhões para inovação em economia solidária em todo País

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lançaram, nesta sexta-feira (3), edital que destina R$ 100 milhões para projetos de inovação tecnológica para a economia solidária. Os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operacionalizados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), serão destinados a incubadoras tecnológicas de cooperativas populares (ITCPs) vinculadas a universidades e institutos federais, no âmbito do Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc). 

O edital prevê o financiamento de projetos com valores de R$ 1,5 milhão a R$ 3 milhões e duração de até dois anos. As propostas deverão contemplar ações de desenvolvimento e difusão de tecnologias sociais para apoiar empreendimentos econômicos solidários, incluindo atividades de assessoria técnica, formação e extensão universitária de desenvolvimento territorial. 

Os projetos selecionados serão executados por agências de inovação e incubadoras tecnológicas vinculadas a instituições de ensino superior e à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. 

Proninc reúne iniciativas de apoio às incubadoras tecnológicas de cooperativas populares, promovendo a integração entre instituições de ensino e pesquisa e empreendimentos da economia solidária. O programa contempla ações de desenvolvimento de tecnologias sociais e fortalecimento da capacidade técnica desses empreendimentos.  

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A secretária de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social (Sedes) do MCTI, Germana Pires Coriolano, ressaltou que o edital simboliza a retomada de políticas públicas voltadas à economia solidária e ao desenvolvimento inclusivo. “A ciência acontece quando a universidade trabalha ao lado de uma cooperativa para melhorar a produção, quando uma tecnologia social ajuda uma comunidade a gerar mais renda ou quando o conhecimento acadêmico encontra soluções para desafios concretos vividos pelas pessoas. É exatamente essa ciência, comprometida com o desenvolvimento dos territórios, que nós estamos fortalecendo hoje”, afirmou.  

Durante a cerimônia, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que a economia solidária deve ser compreendida como estratégia permanente de desenvolvimento. “A retomada do programa priorizou a reconstrução da economia solidária enquanto estratégia de inclusão produtiva, sendo a inovação tecnológica uma ferramenta frente aos problemas reais de logística e infraestrutura dos trabalhadores pobres. E, ao mesmo tempo, integrando o conhecimento sistematizado das universidades com o conhecimento popular dos territórios, o MTE e o MCTI estão colocando a ciência e a tecnologia a serviço da inclusão produtiva”, frisou. 

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O edital na Bahia aloca R$ 100 milhões para incubadoras populares do Estado via Universidade Federal da Bahia (UFBA) em tecnologias de inovação.  Desde 2013, o MCTI retomou as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social e ampliou os investimentos em ciência e tecnologia. Somente na Bahia, mais de R$ 1,3 bilhão foi investido de 2023 a 2025 para fortalecer pesquisa, inovação formação de recursos humanos e infraestrutura científica.  

Segundo a gerente do Departamento Regional Centro-Oeste da Finep, Julieta Palmeira, a financiadora fortalece a capacidade das universidades e institutos federais de transformar conhecimento científico em soluções voltadas às demandas da população, promovendo inclusão produtiva, desenvolvimento territorial e melhoria da qualidade de vida. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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