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“Cesima nas Escolas” levará educação ambiental e conscientização climática a estudantes de Mato Gros

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A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), por meio do Centro de Estudos Integrados em Meio Ambiente (Cesima), dará início, no próximo dia 29 de julho, a uma importante ação de educação ambiental voltada a estudantes das redes públicas estadual e municipal. Com o tema “Cesima nas Escolas: Meio Ambiente, Clima e Futuro – Responsabilidade de Todos”, a iniciativa pretende estimular a consciência ambiental, promover a cidadania ecológica e contribuir para a formação de uma cultura de responsabilidade socioambiental entre crianças e adolescentes.
As atividades ocorrerão entre julho de 2026 e junho de 2027, contemplando escolas dos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antônio de Leverger e Chapada dos Guimarães.
Segundo a coordenadora do projeto Cesima, juíza Henriqueta Fernanda Chaves Alencar Ferreira Lima, a proposta nasce da compreensão de que a educação ambiental é um instrumento essencial para a transformação social e para a proteção das futuras gerações. “O projeto representa um compromisso institucional com a formação cidadã dos estudantes. Falar sobre meio ambiente, mudanças climáticas e sustentabilidade é falar sobre qualidade de vida, dignidade humana e futuro. Precisamos estimular desde cedo uma consciência ambiental responsável e participativa”, destaca a magistrada.
A iniciativa tem como objetivo geral promover a conscientização ambiental e climática nas escolas públicas, incentivando a reflexão sobre temas cada vez mais presentes no cotidiano da população, como eventos climáticos extremos, queimadas, desmatamento, escassez hídrica e preservação dos recursos naturais. Entre os objetivos específicos estão a sensibilização dos estudantes para a importância da preservação ambiental, o incentivo à adoção de práticas sustentáveis no ambiente escolar e familiar e o fortalecimento da cidadania ambiental.
“A mudança de comportamento começa pelo conhecimento. Quando o estudante compreende os impactos das suas ações e percebe que também pode contribuir para a preservação ambiental, ele passa a ser um agente de transformação dentro da escola, da família e da sociedade”, ressalta a coordenadora.
Linguagem adequada a cada faixa etária
As atividades serão realizadas de forma presencial, por meio de palestras conduzidas por representantes das instituições parceiras do Cesima,
sempre com a participação da coordenação do projeto. De acordo com a faixa etária dos participantes, as abordagens serão adaptadas para garantir maior compreensão e engajamento.
As atividades abordarão conceitos básicos de meio ambiente, problemas ambientais contemporâneos, impactos das queimadas e do desmatamento, gestão da água, preservação da biodiversidade e os efeitos das mudanças climáticas na qualidade de vida da população.
Também serão discutidas responsabilidades compartilhadas entre governo, instituições e sociedade civil, além de ações práticas que podem ser incorporadas ao cotidiano, como economia de água, descarte adequado de resíduos, prevenção de queimadas e preservação das áreas verdes.
“Nosso propósito é deixar um legado que ultrapasse o momento da palestra. Queremos que os alunos levem essas reflexões para suas casas, conversem com suas famílias e se tornem multiplicadores de atitudes sustentáveis. É um investimento na educação, na cidadania e no futuro de Mato Grosso”, conclui a magistrada.
Participam da iniciativa o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPE-MT), Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT-23), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), além de diversas entidades representativas do setor agropecuário e educacional.
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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“A reforma da escola me trouxe um sentimento de aconchego”, afirma estudante da Rede Estadual

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As melhorias realizadas nas unidades escolares da Rede Estadual têm provocado transformações que vão além da infraestrutura física. Em diferentes municípios de Mato Grosso, estudantes e gestores relatam uma nova relação com o ambiente escolar, marcada por maior motivação, sentimento de pertencimento e valorização dos espaços de aprendizagem.

Na rede estadual quando se trata de infraestrutura escolar, a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT), já inaugurou 52 novas escolas e mantém outras 64 em construção em diferentes regiões. Também concluiu a reforma de 106 unidades e tem outras 95 com obras em andamento. Já na área esportiva e de lazer, foram entregues 48 quadras poliesportivas, outras 39 estão em construção.

Para o governador Otaviano Pivetta, a ambiência faz diferença no processo de aprendizagem. Segundo ele, quando o estudante encontra uma escola bem cuidada, organizada e confortável, ele se sente acolhido e valorizado.

“Nosso papel é garantir as condições adequadas para que alunos e professores possam desenvolver todo o seu potencial. Investir na infraestrutura das escolas é investir em gente e na formação das próximas gerações”, avalia Otaviano Pivetta.

“Um lugar novo, realmente, dá mais vontade de estudar. Faz a gente sentir prazer em estar aqui. Vejo como uma conquista coletiva”. A fala da estudante Arielly Cristina Dias da Silva, de 12 anos, resume a percepção de muitos jovens que vivenciaram a mudança decorrente das reformas nas escolas da rede.

Aluna do 8º ano C da Escola Estadual Dr. Joaquim Augusto da Costa Marques, no município de Denise, Arielly conta que a nova estrutura escolar transformou a forma como enxerga a escola. “Onde nós estudávamos antes não era um local confortável. Hoje, é tudo diferente; nós temos prazer em estar na escola e em estudar”, afirma.

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A experiência vivida pela estudante também é percebida pelos gestores escolares, que observam mudanças no comportamento e na relação dos estudantes com o ambiente escolar após as reformas.

Na mesma unidade, a diretora Maria Edwirgens da Silva destaca que os impactos das melhorias vão muito além do aspecto físico da escola.

“Em uma escola com uma estrutura boa, conservada e pensada com tanto carinho para recebê-los, os estudantes chegam mais motivados, se sentem importantes e pertencentes àquele ambiente”, afirma.

Segundo a gestora, a infraestrutura adequada influencia diretamente a forma como os alunos se relacionam com a aprendizagem e com a própria escola. “Isso impacta diretamente o foco dos estudantes e, consequentemente, o rendimento do aprendizado”, completa.

A percepção é compartilhada por gestores de outras unidades da rede. Para a diretora Marta Silva, da Escola Estadual Ana Maria do Couto, em Cuiabá, as melhorias estruturais fortaleceram o vínculo dos estudantes com a escola e contribuíram para um ambiente mais acolhedor. “Os estudantes se sentem pertencentes a uma unidade bonita, valorizada, segura e acolhedora”, afirma.

Segundo ela, as mudanças também se refletiram na convivência escolar, tornando o ambiente mais harmonioso para estudantes e servidores. Na avaliação da diretora, uma escola bem cuidada favorece a aprendizagem e fortalece os laços dos alunos com a comunidade escolar.

A estudante Maria Izabel de Souza Oliveira Rodrigues, do 9º ano da Escola Estadual Ana Maria do Couto, também percebeu mudanças no dia a dia após a reforma da unidade. Segundo ela, estudar em um ambiente mais organizado e acolhedor trouxe uma sensação de conforto e tranquilidade.

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“A reforma da escola me trouxe um sentimento de aconchego. Saber que, durante a tarde, estarei em um ambiente seguro e confortável para mim e para meus colegas me tranquiliza e me motiva ainda mais para estar aqui”, relata.

Maria Izabel conta que passou a aproveitar mais os espaços da escola após as melhorias e afirma que seu local favorito é a área em frente ao pátio, cercada por árvores e com ambiente arejado, onde costuma permanecer antes das aulas e durante o intervalo.

Para a estudante, as mudanças também influenciaram a convivência com os colegas. “O conforto foi o que mais incentivou os alunos a fazer novas amizades, a se sentirem mais pertencentes ao ambiente escolar e a conviver de forma mais leve”, afirma.

As experiências relatadas por estudantes e gestores mostram que investir em infraestrutura é também investir nas pessoas. Mais do que novas salas, espaços revitalizados ou ambientes modernizados, as reformas têm contribuído para que os estudantes se sintam valorizados, acolhidos e motivados a aprender.

Para Arielly e Maria Izabel, a transformação pode ser resumida de forma simples. “A escola deixou de ser apenas um lugar para assistir às aulas e se tornou um espaço onde os estudantes sentem vontade de permanecer”.

Maria Izabel, aluna da E.E. Ana Maria do Couto

Fonte: Governo MT – MT

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