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Esporte: Campeonato Amador está com inscrições abertas

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Uma das competições mais tradicionais e aguardadas do calendário esportivo luverdense, o 16º Campeonato Municipal Sicredi/Martinello de Futebol Amador já tem data para começar. A bola rola a partir do dia 29 de agosto e as inscrições das equipes já estão abertas. A realização é da Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, com patrocínio da Sicredi e Martinello.

A competição será disputada em duas divisões. A Divisão A contará com as 12 equipes mais bem classificadas da edição de 2025, além das quatro primeiras colocadas da Divisão B do mesmo ano.

Já a Divisão B será formada pelas equipes classificadas entre o 5º e o 11º lugar da Divisão B de 2025, pelas equipes que terminaram entre o 13º e o 16º lugar da Divisão A de 2025 e por mais cinco equipes definidas por meio de torneio seletivo, caso o número de inscritos ultrapasse o limite de 16 participantes na categoria.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 24 de agosto, por meio do link:
https://equipes.inscricoesgdc.com.br/?&Comp=0A007FF961&Cli=8CFF76E2

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Conforme o regulamento, poderão participar do 16º Campeonato Municipal Sicredi/Martinello de Futebol Amador 2026 empresas, clubes, associações, agremiações ou qualquer grupo de pessoas, desde que atendam aos critérios estabelecidos para inscrição.

A taxa de participação será de R$ 600,00 para a Divisão A e de R$ 400,00 para a Divisão B. A premiação inclui dinheiro, troféus e medalhas, totalizando mais de R$ 46 mil.

O regulamento completo do 16º Campeonato Municipal Sicredi/Martinello de Futebol Amador 2026 está disponível abaixo:

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

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Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

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O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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