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Maria Aparecida Cina da Silva assume a Secretaria de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde

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A médica Maria Aparecida Cina da Silva assume a Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI) do Ministério da Saúde. Integrante da gestão da Secretaria desde 2023, Maria Aparecida exerceu, desde 2024, a função de secretária-adjunta e, anteriormente, esteve à frente da Chefia de Gabinete da SEIDIGI.

Com trajetória profissional dedicada à saúde, ao ensino e à pesquisa, Maria Aparecida é graduada em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). É mestra e doutora pela Universidade de São Paulo (USP), onde também realizou pós-doutorado.

Sua experiência reúne atuação na assistência à saúde, na docência e na gestão pública. Desde 2018, exerce a função de médica psiquiatra na Prefeitura de Santana de Parnaíba, em São Paulo. Desde 2020, também é professora convidada da pós-graduação da Faculdade de Odontologia da USP.

Trajetória na SEIDIGI

Maria Aparecida integra a Secretaria de Informação e Saúde Digital desde 2023, quando assumiu a Chefia de Gabinete. No ano seguinte, passou a exercer a função de secretária-adjunta, atuando diretamente na formulação, articulação e implementação de iniciativas estratégicas da Secretaria.

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À frente da SEIDIGI, Maria Aparecida dará continuidade às ações voltadas à transformação digital do Sistema Único de Saúde (SUS), à qualificação e ao uso estratégico de informações e dados em saúde, ao fortalecimento da saúde digital e ao desenvolvimento das estratégias nacionais conduzidas pela Secretaria.

A SEIDIGI é responsável por coordenar políticas, estratégias e iniciativas de informação e saúde digital no âmbito do Ministério da Saúde. Sua atuação está voltada à transformação digital do SUS e ao uso qualificado de dados, informações e tecnologias para aprimorar a gestão, fortalecer as políticas públicas e contribuir para a melhoria do cuidado em saúde.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Durante congresso em Brasília, ministro da Saúde destaca papel das instituições filantrópicas na assistência pelo SUS

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, nesta quinta-feira (20), do encerramento do 34º Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, em Brasília (DF). Com o tema “Saúde: a escolha que transforma o País”, o fórum reuniu gestores, especialistas, autoridades públicas e sociedade civil para tratar de estratégias de fortalecimento do SUS e da assistência hospitalar filantrópica.

Durante o congresso, Padilha apresentou a previsão de acréscimo de R$ 450 milhões no Teto MAC dessas instituições no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027. Com o reforço de 45%, o valor previsto passará de R$ 1 bilhão para R$ 1,45 bilhão, contribuindo para a continuidade dos atendimentos prestados à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“As Santas Casas têm um papel decisivo na assistência à população. Elas não representam apenas o cuidado em saúde, mas também geram empregos e movimentam a economia local. Nosso desafio é construir um novo modelo de financiamento que permita que os recursos cheguem rapidamente aos hospitais filantrópicos, ajude a organizar os serviços e garanta a sustentabilidade dessas instituições, porque fortalecer as Santas Casas é fortalecer o SUS”, afirmou Padilha.

As Santas Casas e os hospitais filantrópicos estão presentes em 1.317 municípios. Ao todo, são 1.846 unidades sem fins lucrativos com produção hospitalar registrada no SUS. Essas instituições representam 25% dos hospitais do país, corresponder por 40% dos leitos do SUS e realizam cerca de 60% dos atendimentos do sistema público.

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A atuação das instituições também é expressiva em áreas de alta complexidade. Em 2025, os hospitais filantrópicos realizaram 5,1 milhões dos 14,9 milhões de procedimentos cirúrgicos eletivos registrados no SUS. Entre 2012 e maio de 2026, as entidades sem fins lucrativos também responderam por 59,7% dos transplantes realizados pelo sistema público.

34º Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos

Ao longo de três dias, o 34º Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos promoveu a troca de experiências e a construção de soluções voltadas à qualificação da gestão, ao financiamento do setor, à inovação e à ampliação do acesso da população aos serviços de saúde.

O evento reforça que as Santas Casas e hospitais filantrópicos são responsáveis por uma grande parcela dos atendimentos prestados à população do SUS, incluindo consultas, exames, internações, cirurgias, tratamentos oncológicos e transplantes. O encontro também destaca a parceria entre o poder público e a rede filantrópica como fundamental para ampliar o acesso e qualificar a assistência em todo o país.
 
 SUS reforça apoio às Santas Casas e hospitais filantrópicos

 O fortalecimento das Santas Casas e dos hospitais filantrópicos inclui ações para apoiar o custeio da assistência, melhorar as condições de financiamento e garantir a continuidade dos atendimentos prestados à população. Entre elas está a execução da Portaria GM/MS nº 9.760/2025, que estabeleceu R$ 1 bilhão para entidades sem fins lucrativos que atendem pelo SUS, por meio do programa Agora Tem Especialistas. Desse montante, R$ 800 milhões já foram repassados, em duas parcelas de R$ 400 milhões, e outros R$ 208,4 milhões serão destinados às maternidades filantrópicas.

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O repasse às maternidades será distribuído de forma proporcional à atuação de cada estabelecimento, combinando uma parcela fixa, definida conforme o porte assistencial de cada unidade, e outra variável, calculada de acordo com o número de partos realizados. O formato contempla tanto hospitais com grande volume de atendimentos quanto maternidades menores, essenciais para garantir o acesso ao parto e ao nascimento em diferentes regiões. 

Somado a isso, foi sancionada a Lei nº 2465/2026, que prorrogou até 2030 o uso de recursos do FGTS para financiar Santas Casas, hospitais filantrópicos e instituições sem fins lucrativos que atuam no SUS. A medida também reabriu o Programa Caixa Hospitais FGTS, ampliando o acesso dessas entidades a linhas de crédito para investimentos e expansão dos serviços. 

A nova etapa do programa já contemplou importantes instituições do país, como o Instituto do Câncer do Ceará, a Santa Casa de Misericórdia de Goiânia e a Santa Casa de Misericórdia de Barretos. Além disso, o Ministério da Saúde e a Caixa firmaram parceria para impulsionar a contratação dos recursos ainda disponíveis, estimados em R$ 2,1 bilhões. 

Eduarda Paixão
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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