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2º Fórum Bioinsumos no Agro discute expansão do setor sustentável em outubro

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O 2º Fórum Bioinsumos no Agro será realizado em 9 de outubro, no Auditório da Ocesp, em São Paulo, com o objetivo de debater os principais desafios e oportunidades para o crescimento do setor de bioinsumos no Brasil. A iniciativa é promovida pela Embrapa, Sistema Ocesp e Sociedade Rural Brasileira (SRB) e organizada pela Araiby.

Crescimento do mercado de bioinsumos no Brasil

O Brasil tem se destacado mundialmente na produção e aplicação de bioinoculantes, biofertilizantes e produtos biológicos para controle de pragas, consolidando-se como líder global no setor. Segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária, a produção nacional de bioinsumos cresce 30% ao ano, acima da média global de 18%.

Pesquisa de 2024 da consultoria McKinsey revelou que mais de 60% dos produtores brasileiros utilizam bioestimulantes, biofertilizantes e biocontroladores, representando um aumento de 6 pontos percentuais em relação a 2022. Além disso, mais da metade das terras cultivadas no país já recebem o benefício desses produtos, e 70% dos entrevistados planejam manter ou ampliar os investimentos em biológicos.

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Bioinsumos e sustentabilidade

O aumento no uso de bioinsumos está alinhado com as tendências globais de sustentabilidade. A adoção dessas tecnologias auxilia na redução de emissões de gases de efeito estufa, atende às demandas de mercados internacionais e consumidores por práticas agrícolas mais responsáveis e contribui para a competitividade do agro brasileiro.

De acordo com dados do FGVAgro, entre as safras 2021/22 e 2023/24, a área cultivada com bioinsumos registrou um crescimento de 50%, reforçando a relevância desses produtos para a sustentabilidade do setor.

Programação e temas do fórum

O fórum reunirá autoridades, lideranças do setor público e privado, pesquisadores e representantes de entidades setoriais, abordando temas estratégicos como:

  • Prioridades para o desenvolvimento sustentável
  • Modelos de negócios, gestão e marketing
  • Incentivos para o crescimento dos bioinsumos no Brasil
  • Regulamentação – perspectivas sobre a Lei dos Bioinsumos (mesa redonda)

O evento também discutirá o papel das cooperativas na expansão do mercado, desafios logísticos e estratégias para a formação de mão de obra qualificada.

Promoção e organização

O 2º Fórum Bioinsumos no Agro é promovido pela Embrapa, Sistema Ocesp e Sociedade Rural Brasileira, com organização da Araiby, e representa um espaço para fortalecer políticas públicas, incentivar pesquisas e valorizar produtos biológicos, consolidando o Brasil como referência global em bioinsumos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Oferta restrita impulsiona preço do café e mantém cotações em alta no mercado internacional

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A oferta limitada de café no mercado físico voltou a sustentar a valorização dos contratos futuros na última semana, reforçando o cenário de firmeza para as cotações internacionais. Mesmo diante da expectativa de uma safra recorde no Brasil, a menor disponibilidade imediata do produto, aliada a fatores técnicos e à atuação dos investidores, manteve o mercado aquecido.

De acordo com análise da StoneX, o café arábica alcançou as maiores cotações das últimas seis semanas, refletindo a combinação entre a leve deterioração das condições de colheita no Brasil e o movimento de recompra de posições vendidas por fundos de investimento.

O contrato de setembro de 2026 do café arábica encerrou a semana cotado a 273,2 centavos de dólar por libra-peso, acumulando valorização de 2,0% no período.

O desempenho reforça que, apesar da perspectiva de uma produção brasileira robusta em 2026, o mercado segue atento à disponibilidade de café no curto prazo. A restrição na oferta física continua sendo um dos principais fatores de sustentação dos preços, evidenciando a sensibilidade das bolsas às condições imediatas de abastecimento.

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Robusta também registra valorização

O mercado do café robusta acompanhou o movimento de alta, sustentado pelas preocupações relacionadas aos possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a produção mundial e pelo ritmo ainda moderado de comercialização no Brasil.

O contrato de setembro de 2026 fechou a semana cotado a US$ 3.627 por tonelada, avanço de 1,0% em relação à semana anterior. Durante o pregão de quinta-feira (25), a cotação chegou a US$ 3.692 por tonelada, o maior patamar registrado desde o fim de março.

Cenário externo influencia, mas fundamentos do café predominam

No ambiente macroeconômico, os investidores também monitoraram os desdobramentos das tensões entre Estados Unidos e Irã. A queda dos preços internacionais do petróleo ao longo do fim de semana ajudou a melhorar o sentimento dos mercados financeiros.

Apesar desse contexto, os fundamentos específicos do mercado cafeeiro continuaram sendo o principal direcionador das cotações. A evolução da colheita brasileira, a oferta disponível de grãos e a atuação dos fundos de investimento permaneceram no centro das atenções, sustentando tanto o café arábica quanto o robusta no mercado internacional.

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Com estoques ainda ajustados e comercialização cautelosa por parte dos produtores, o mercado segue acompanhando de perto o avanço da safra brasileira, fator que deverá continuar determinando o comportamento dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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