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34ª Exposição Herdeiros da Raça Celebra Tradição do Mangalarga Marchador em Belo Horizonte

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A 34ª edição da tradicional Exposição Herdeiros da Raça chega a Belo Horizonte, destacando a excelência da raça Mangalarga Marchador. O evento ocorrerá de 2 a 6 de abril no Parque de Exposições Bolivar de Andrade, mais conhecido como Parque da Gameleira. Com quase um século de história, o Parque é um ícone da cultura mineira, sediando importantes eventos agropecuários e de leilões, além de promover atividades que celebram a tradição rural do estado.

Considerada a maior prova de Mangalarga Marchador da Grande Belo Horizonte, a Exposição Herdeiros da Raça se consolidou como um dos maiores eventos do setor e é aguardada com grande entusiasmo pelos admiradores da raça. Reunindo alguns dos mais renomados haras de Minas Gerais, a exposição oferece uma experiência única, marcada pela emoção, tradição e excelência na performance dos animais. Organizada pelo Núcleo Mangalarga Marchador da Grande BH, a competição é amplamente reconhecida em nível nacional e se tornou um dos principais preparatórios para os cavalos que almejam disputar a Nacional.

Além das competições, o evento oferece uma programação diversificada para toda a família, com atividades organizadas pelo Grupo Chalezinho e naSala. O público poderá aproveitar a ampla estrutura, que inclui diversas opções gastronômicas e de lazer. Dentre os restaurantes presentes, destaca-se o Bolão, que preserva a tradição da culinária mineira, e o Boca do Forno, famoso por seus sabores autênticos. Outras opções incluem o Restaurante do Porto, 3 Reis, Augustin e Afrânio.

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O evento contará também com exposições temáticas e o Palco Liberdade, que trará apresentações culturais e shows para entreter os visitantes. Para quem aprecia um bom chopp, a choperia do evento será o local perfeito para reunir amigos e familiares em um ambiente descontraído.

A entrada será gratuita nos dias 2, 3 e 6 de abril, mediante retirada de ingressos no Sympla. Nos dias 4 e 5, será cobrada uma taxa simbólica de R$10,00.

Para mais informações, acompanhe o evento no Instagram: @nucleommgbh.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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