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ABCZ Orienta Expositores da 90ª ExpoZebu a Regularizarem Inscrições de Animais

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A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) emitiu um alerta aos expositores da 90ª ExpoZebu que já realizaram o pagamento das argolas, mas ainda não efetuaram a inscrição dos animais no sistema eletrônico da feira. O procedimento é essencial para garantir a participação no evento, considerado o maior do mundo dedicado à pecuária zebuína.

Rodrigo Abdanur, Gerente Comercial e de Exposições da ABCZ, reforça que, conforme o regulamento da ExpoZebu, a participação nos julgamentos de animais só será permitida quando todas as informações forem preenchidas corretamente no sistema, e o pagamento das argolas estiver regularizado. “Nossa recomendação é que os expositores acessem o site da ABCZ e realizem a inscrição o quanto antes”, alertou Abdanur.

Possibilidade de Substituição de Animais

Abdanur também informou que, caso seja necessário substituir algum animal, o prazo para fazê-lo vai até o dia 24 de abril, conforme as regras da feira.

Novidades no Desembarque dos Animais

Outra alteração importante para esta edição da ExpoZebu refere-se ao processo de desembarque dos animais no Parque Fernando Costa, que foi aprimorado para garantir mais agilidade e organização. A principal mudança é a pré-identificação dos animais, que será realizada desde o primeiro dia de chegada ao parque.

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Com um número recorde de inscrições, a 90ª ExpoZebu se consolida como uma das edições mais disputadas da história do evento. Devido ao grande volume de inscrições, não há mais vagas disponíveis para novos registros.

Para mais informações sobre o regulamento e detalhes do evento, os interessados podem acessar o site oficial da ExpoZebu.

A 90ª ExpoZebu é organizada pela ABCZ, com o apoio da Prefeitura de Uberaba, Sindicato dos Produtores Rurais de Uberaba, CNA, Faemg/Senar, Sebrae, e da Fazu, que celebra 50 anos. O evento também conta com o patrocínio de Neogen, Cemig, Governo do Estado de Minas Gerais, Romancini Troncos e Balanças, Virbac, Caixa Econômica Federal, e Emater Minas Gerais. O café oficial da feira é Dona Neném, e a cerveja oficial é Itaipava.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Carne suína: percepção de oferta confortável pressiona preços e trava mercado no Brasil

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O mercado brasileiro de carne suína registrou uma semana de comportamento misto entre o quilo vivo e os cortes negociados no atacado. A pressão predominante veio da percepção de que a oferta de animais segue confortável, fator que limita reajustes e mantém o setor em ritmo lento de negociações.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a indústria adotou uma postura mais reticente nas compras do suíno vivo em Minas Gerais ao longo da semana. O movimento reflete a percepção de equilíbrio — ou até excesso — na oferta disponível, o que reduz o poder de barganha dos produtores.

Ao mesmo tempo, os frigoríficos monitoram o escoamento da carne suína no mercado interno, que apresenta leve melhora, mas ainda sem força suficiente para sustentar altas mais consistentes nos preços.

Consumo pode ganhar tração na primeira quinzena de julho

De acordo com Maia, as expectativas do setor se concentram na primeira metade de julho, período tradicionalmente associado ao aumento da circulação de renda com o pagamento de salários.

Além disso, o avanço do inverno em diversas regiões do país tende a favorecer o consumo de proteínas, especialmente carnes de preparo doméstico. Outro fator de atenção é a competitividade da carne suína frente à bovina, o que pode ampliar a demanda no varejo.

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No cenário externo, as exportações seguem como principal variável positiva para o setor em 2026, funcionando como importante amortecedor para o mercado interno.

Preços do suíno vivo recuam na média nacional

Levantamento da Safras & Mercado apontou que a média do quilo do suíno vivo no Brasil recuou de R$ 5,34 para R$ 5,28 ao longo da semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça ficou em R$ 8,89, enquanto o pernil foi negociado a R$ 11,18.

Cotações variam entre estabilidade e ajustes regionais

No mercado paulista, a arroba suína subiu de R$ 101,00 para R$ 102,00, indicando leve reação pontual.

Em outras regiões, o comportamento foi mais heterogêneo:

  • No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto no interior avançou de R$ 5,10 para R$ 5,15
  • Em Santa Catarina, a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto o interior subiu de R$ 5,05 para R$ 5,10
  • No Paraná, o mercado livre avançou de R$ 4,90 para R$ 5,00, e a integração manteve R$ 5,60
  • Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande ficou estável em R$ 5,10, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
  • Em Goiás, os preços subiram de R$ 5,40 para R$ 5,50
  • Em Minas Gerais, o interior caiu de R$ 6,00 para R$ 5,90, enquanto o mercado independente ficou estável em R$ 6,10
  • Em Mato Grosso, Rondonópolis manteve R$ 5,50, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
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O cenário geral reforça um mercado fragmentado, com variações pontuais e ausência de tendência única.

Exportações seguem em queda no comparativo anual

As exportações brasileiras de carne suína in natura somaram US$ 212,827 milhões em junho, considerando 14 dias úteis, com média diária de US$ 15,202 milhões.

O volume embarcado atingiu 84,663 mil toneladas, com média diária de 6,047 mil toneladas, enquanto o preço médio ficou em US$ 2.513,8 por tonelada.

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • queda de 5,2% no valor médio diário
  • recuo de 1% na quantidade média diária
  • redução de 4,3% no preço médio

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e reforçam um cenário de leve perda de ritmo nas exportações, apesar de o setor seguir relevante para o equilíbrio da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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