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ABIMAQ realiza seminário em Brasília para discutir Plano Safra 2025/26 e desafios da produção agrícola

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A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) promove no dia 28 de maio (quarta-feira), às 8h30, o Seminário Plano Safra – Tecnologia Agrícola na Oferta de Alimentos e Controle da Inflação. O evento será realizado em formato híbrido, com transmissão online e participação presencial no Hotel Golden Tulip, em Brasília (DF).

Seminário acontece em momento decisivo para o Plano Safra 2025/26

O encontro ocorre em um momento estratégico, enquanto o governo federal define as diretrizes para o Plano Safra 2025/26. A proposta do seminário é contribuir para a elaboração de políticas públicas mais eficientes e alinhadas às reais demandas do agronegócio nacional.

A programação reunirá parlamentares, autoridades do Executivo e lideranças do setor produtivo, promovendo um espaço de diálogo técnico sobre o futuro da produção agrícola no Brasil.

Três eixos centrais guiam os debates: armazenagem, irrigação e mecanização

Os temas centrais do evento serão:

  • Armazenagem de grãos
  • Irrigação
Modernização com máquinas agrícolas

Segundo a ABIMAQ, o uso intensivo de tecnologia nessas áreas é fundamental para garantir a estabilidade da produção, reduzir perdas, ampliar a oferta de alimentos e conter a inflação.

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“O seminário é uma oportunidade de promover um debate técnico e qualificado, reafirmando o compromisso da ABIMAQ com o desenvolvimento sustentável da agricultura brasileira”, destaca José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ/SINDIMAQ, que fará a abertura oficial do evento.

Programação reúne especialistas e representantes do agronegócio e setor financeiro

Entre os nomes confirmados estão:

  • Deputado federal Alceu Moreira
  • Guilherme Campos Júnior, secretário nacional de Política Agrícola
  • Paulo Bertolini, presidente da Câmara Setorial de Armazenagem da ABIMAQ
  • Cristiano Del Nero, presidente da Câmara Setorial de Irrigação da ABIMAQ
  • Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas Agrícolas da ABIMAQ

O evento também contará com palestras de:

  • Fabrício Rosa, diretor executivo da Aprosoja Brasil
  • Roberto França, diretor de Agronegócio do Bradesco
Inscrições estão abertas ao público

As inscrições já estão disponíveis e podem ser feitas pelo link:

👉 https://conteudo.abimaq.org.br/tecnologia-agricola

O seminário é uma oportunidade de alinhar as demandas do setor produtivo com as propostas do próximo Plano Safra, contribuindo para o fortalecimento da agricultura nacional com base em tecnologia e políticas públicas estruturantes.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Crédito privado ao agro cresce e CPR chega a R$ 565 bilhões em maio

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que o financiamento privado do agronegócio segue em expansão e atingiu novos patamares em maio de 2026, segundo o Boletim de Finanças Privadas do Agro. O levantamento reúne os principais instrumentos usados pelo setor para obter crédito fora das linhas tradicionais do governo.

O estoque de Cédulas de Produto Rural (CPR) chegou a R$ 565 bilhões, alta de 13% em 12 meses. Na prática, esse instrumento funciona como uma antecipação de recursos ao produtor, muitas vezes usada para custear a safra antes da colheita. O crescimento indica maior uso desse tipo de operação no campo.

Apesar do avanço no estoque, o ritmo de novas emissões de CPR perdeu força no acumulado da safra 2025/26. Entre julho de 2025 e maio de 2026, os registros somaram R$ 343,9 bilhões, queda de 6% em relação ao ciclo anterior.

Já as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), usadas pelos bancos para captar dinheiro no mercado e emprestar ao setor, somaram R$ 571,51 bilhões em estoque, praticamente estáveis na comparação anual, com leve recuo de 0,3%. Mesmo assim, a parcela desses recursos que chega efetivamente ao campo aumentou.

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Ao menos R$ 342,9 bilhões estavam direcionados ao financiamento agropecuário, com crescimento de 20% em relação ao ano anterior. Esse avanço está ligado à mudança na regra que obriga os bancos a aplicarem uma fatia maior dos recursos captados no setor, que passou de 50% para 60%.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), que também funcionam como uma forma de antecipação de recursos por meio do mercado financeiro, cresceram 12% em 12 meses e chegaram a R$ 175,7 bilhões. Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) recuaram 6%, após um período de forte expansão no ano anterior.

Entre os fundos de investimento voltados ao agro (Fiagro), o patrimônio chegou a R$ 62 bilhões em abril, com 247 fundos em operação. Esse instrumento vem ganhando espaço por aproximar investidores do financiamento direto da produção rural.

De forma geral, os dados mostram que o produtor rural depende cada vez mais de diferentes fontes de crédito além dos bancos tradicionais. Hoje, parte do dinheiro que financia a safra vem diretamente do mercado financeiro, o que amplia as opções, mas também torna o custo do crédito mais sensível às condições do mercado.

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Fonte: Pensar Agro

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