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ABIOVE prevê novo recorde para o Complexo da Soja em 2025, com alta nas exportações
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Projeções da ABIOVE para 2025
A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) divulgou suas estimativas para o desempenho do Complexo da Soja em 2025. Mesmo com revisões pontuais nos números, as projeções mantêm a expectativa de um novo recorde para o setor.
Produção de soja registra leve queda
A produção de soja foi revista para baixo em 0,8% em relação às últimas projeções, devendo alcançar 169,6 milhões de toneladas. Apesar da leve retração, o volume segue robusto e compatível com o desempenho esperado para o setor.
Esmagamento e derivados seguem estáveis
A previsão para o volume de soja processada (esmagamento) permanece em 57,5 milhões de toneladas. A produção de farelo e óleo de soja também segue estável, projetada em 44,1 milhões de toneladas e 11,4 milhões de toneladas, respectivamente.
Exportações de grão devem crescer em 2025
O cenário para as exportações permanece positivo. A expectativa é de que o Brasil exporte 108,5 milhões de toneladas de soja em grão em 2025, o que representa um aumento de 2,3% em relação às estimativas anteriores.
As exportações de farelo e óleo de soja devem permanecer nos mesmos patamares, estimadas em 23,6 milhões de toneladas e 1,4 milhão de toneladas, respectivamente.
Importações de óleo e soja mantêm estabilidade
As importações de óleo de soja, que haviam sido reduzidas pela metade na projeção anterior, devem se manter em 100 mil toneladas. Já as importações de soja devem somar 500 mil toneladas, com o objetivo de complementar a oferta no mercado interno.
Balanço mensal de processamento
Os dados mensais referentes ao início de 2025 revelam movimentos distintos. Em fevereiro, o processamento de soja alcançou 3,54 milhões de toneladas, o que representa um avanço de 5,2% em relação ao mês anterior. No entanto, ao comparar com fevereiro de 2024, observa-se uma queda de 2,9%, considerando o ajuste pelo percentual amostral.
No acumulado do ano, o volume processado soma 6,9 milhões de toneladas, registrando uma retração de 3% em comparação com o mesmo período de 2024.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Desmama orienta seleção genética e fortalece programas de melhoramento bovino no Brasil em 2026
Os meses de março e abril representam uma das fases mais importantes dos programas de melhoramento genético bovino no Brasil: a desmama. Nesse período, propriedades rurais realizam a coleta de dados de peso e avaliação de características como conformação, precocidade, musculatura e pelame dos terneiros, informações fundamentais para a seleção de matrizes e reprodutores.
Desmama bovina é etapa-chave na avaliação de matrizes e terneiros
Segundo a superintendente de Registro da Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC), Silvia Freitas, a desmama permite avaliar simultaneamente o desempenho das vacas como matrizes e o potencial produtivo dos animais a partir do momento em que deixam de depender da mãe.
De acordo com ela, essa fase é essencial para compreender como cada matriz conduziu a cria até o desmame e para acompanhar de forma individual o desempenho dos terneiros.
Dados da desmama orientam seleção genética no rebanho
As informações coletadas nesse período servem de base para a definição de critérios mais precisos de seleção dentro dos programas de melhoramento.
A partir desses dados, os sistemas conseguem identificar fêmeas de reposição, machos com potencial para reprodução e animais destinados à produção de carne, aumentando a eficiência dos rebanhos.
Silvia destaca que a qualidade das informações depende diretamente do rigor adotado em cada propriedade. Segundo ela, o processo exige responsabilidade e precisão para garantir maior eficiência econômica na seleção.
Projeto Crie, Avalie e Selecione amplia uso de dados zootécnicos
Em 2026, a etapa de desmama também marca o avanço do Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo), com a consolidação inicial do projeto Crie, Avalie e Selecione, desenvolvido em parceria com o Sebrae.
A iniciativa é voltada a animais sem registro genealógico, mas que possuem controle zootécnico completo dentro das propriedades, incluindo identificação de pai, mãe e data de nascimento.
Avaliação comparativa reforça identificação de animais superiores
Com base nesses registros, é possível comparar animais criados sob as mesmas condições e identificar aqueles com melhor desempenho produtivo e genético.
Silvia explica que esse processo permite reconhecer indivíduos que apresentam maior ganho de peso e melhor conformação em relação aos demais, destacando seu potencial superior.
Projeto avança em 2026 com foco em eficiência produtiva
O projeto já teve uma etapa de avaliação realizada em abril e deve avançar para novas fases ao longo das próximas semanas.
A expectativa é ampliar a geração e o uso de dados dentro das propriedades, contribuindo para uma seleção mais precisa de matrizes, identificação de animais superiores e melhor avaliação de reprodutores com desempenho produtivo destacado.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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