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Acadian firma parceria com Núcleo de Inteligência para impulsionar a produtividade da cafeicultura brasileira

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Aliança estratégica com o NIFC

A Acadian Sea Beyond, maior empresa independente do mundo em coleta e extração de algas marinhas, tornou‑se patrocinadora oficial do projeto “A maior de todas as produtividades”, liderado pelo Núcleo de Inteligência para o Fortalecimento da Cafeicultura (NIFC). A iniciativa busca valorizar, modernizar e fortalecer as lavouras de café no país por meio da adoção de boas práticas agrícolas.

Objetivo do projeto

O programa avaliará um mesmo talhão inscrito pelos cafeicultores ao longo de quatro safras, mensurando a produtividade em sistemas irrigado e sequeiro para as variedades arábica e canéfora. Fatores como idade das plantas também serão analisados. Todos os dados serão reunidos em uma plataforma digital para formar o maior e mais padronizado banco de dados da cafeicultura brasileira.

Compromisso com sustentabilidade e inovação

“Com soluções naturais que elevam a produtividade e a rentabilidade de forma sustentável, a Acadian reforça sua missão ao lado do NIFC, contribuindo para levar a cafeicultura nacional a um novo patamar de qualidade”, ressalta Daniel Forlivio, vice‑presidente comercial da empresa na América Latina.

Reconhecimento ao produtor inovador

Para Gustavo Gonella, diretor de marketing da Acadian, a iniciativa vai valorizar agricultores que adotam tecnologias e transformar o projeto em um incentivo ao crescimento de todo o setor.

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Engajamento do setor

Membro do NIFC, Rodrigo Ticle destaca que a ação é fruto de um trabalho coletivo construído nos últimos anos e cujo sucesso depende do envolvimento de toda a cadeia do café.

Biossoluções de origem marinha

Especializada em bioinsumos, a Acadian desenvolve tecnologias baseadas em Ascophyllum nodosum, alga marinha reconhecida pelo alto potencial bioestimulante. Seus extratos naturais melhoram a saúde do solo e das plantas, otimizam o uso de água e nutrientes e fortalecem as lavouras contra estresses ambientais, impulsionando a produtividade com menor impacto ambiental.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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