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ADAMA destaca novas tecnologias em defensivos agrícolas na ExpoCamda 2025

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A ADAMA participa, nesta semana, da ExpoCamda 2025, evento promovido pela Cooperativa Agrícola Mista de Adamantina (CAMDA), em Adamantina (SP). Reunindo agricultores, técnicos e distribuidores, a feira é um importante espaço para o debate de tendências e desafios do setor agrícola. Com um portfólio robusto e soluções inovadoras voltadas às principais culturas da região, a companhia reforça seu compromisso com os produtores do interior paulista e consolida sua longa parceria com a cooperativa.

Entre os destaques da participação da ADAMA estão o inseticida Gales®, voltado ao controle do Sphenophorus, praga que tem causado prejuízos expressivos na cultura da cana-de-açúcar, e os herbicidas Apresa® e Jumbo®, que chegam ao mercado com formulações de última geração. Essas inovações prometem maior eficiência no controle de plantas daninhas, menor volume de embalagens e maior segurança nas aplicações, atendendo às crescentes exigências do campo.

Tecnologia aplicada aos desafios da safra 2024/25

Além das soluções para a cana-de-açúcar, a ADAMA também apresenta produtos voltados ao manejo de leguminosas, especialmente o amendoim, cultura que vem ganhando importância na região. A companhia aposta em tecnologias adaptadas às condições da safra 2024/25, marcada por oscilações climáticas e desafios fitossanitários, que têm impactado diretamente a produtividade das lavouras.

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“O objetivo é oferecer aos produtores soluções mais assertivas para o manejo, considerando o cenário atual e os desafios específicos enfrentados na região”, afirma Álvaro Queiroz, representante Técnico de Vendas da ADAMA. Ele destaca que o interior paulista, reconhecido por sua diversidade agrícola, enfrenta pressões crescentes de pragas e plantas daninhas resistentes, além da necessidade de aprimorar os manejos em culturas como cana, soja e amendoim.

“Com o lançamento de produtos como Gales, Jumbo e Apresa, buscamos atender a essas demandas urgentes. Durante a feira, estamos detalhando os impactos desses fatores na produtividade local e apresentando perspectivas para o restante do ciclo”, explica Queiroz.

Atendimento técnico e condições comerciais especiais

Durante os dias do evento, o time técnico-comercial da ADAMA está presente no estande da empresa, prestando esclarecimentos e orientações sobre o uso correto e eficiente dos produtos apresentados. Como parte da parceria com a CAMDA, a companhia também está oferecendo condições comerciais diferenciadas, reforçando sua atuação voltada a soluções eficazes e acessíveis ao produtor rural.

“A ExpoCamda é uma excelente oportunidade para estreitarmos os laços com a cooperativa e com os agricultores da região, levando inovação e conhecimento ao campo. Estaremos ao lado dos visitantes durante todo o evento para garantir que cada solução apresentada possa, de fato, agregar valor às suas lavouras”, conclui Queiroz.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil projeta produção recorde de 41,4 bilhões de litros de etanol com avanço de cana e milho

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O Brasil deverá registrar na safra 2026/27 a maior produção de etanol de sua história, em um momento em que o mercado global acelera a demanda por combustíveis renováveis e amplia a pressão pela substituição parcial dos derivados de petróleo. A estimativa foi apresentada nesta terça-feira (13.05) pela Datagro, durante a Sugar Week, em Nova York, principal evento internacional do setor sucroenergético.

Segundo a consultoria, o país deverá produzir 41,4 bilhões de litros de etanol no próximo ciclo, volume recorde impulsionado pela expansão da moagem de cana-de-açúcar e pelo crescimento contínuo do etanol de milho no Centro-Oeste.

A projeção considera moagem total de 698 milhões de toneladas de cana no Brasil, sendo 642,2 milhões de toneladas apenas na região Centro-Sul, principal polo sucroenergético do país. A produção nacional de açúcar deverá atingir 44,2 milhões de toneladas.

O avanço da oferta ocorre em meio a uma mudança importante no mercado mundial de energia. Aumento das exigências ambientais, metas de descarbonização e busca por alternativas aos combustíveis fósseis vêm elevando a demanda por biocombustíveis em vários países, especialmente nos setores de transporte e logística.

Além do consumo automotivo tradicional, a indústria acompanha o avanço do uso de combustíveis renováveis na aviação e no transporte marítimo, áreas que passaram a sofrer maior pressão internacional por redução das emissões de carbono.

O Brasil entra nesse cenário com vantagem competitiva relevante. Diferentemente dos Estados Unidos — maior produtor mundial de etanol, cuja fabricação é concentrada no milho — o combustível brasileiro é produzido majoritariamente a partir da cana-de-açúcar, matéria-prima considerada mais eficiente energeticamente e com menor intensidade de emissão de carbono.

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Ao mesmo tempo, o etanol de milho também ganha espaço rapidamente no país. Nos últimos anos, o Centro-Oeste se consolidou como nova fronteira da bioenergia brasileira, com expansão acelerada das usinas integradas ao processamento de milho, principalmente em Mato Grosso.

Isan Rezende, presidente do IA

A Datagro avalia que parte das usinas brasileiras deverá aumentar o direcionamento da cana para a produção de etanol na próxima safra, aproveitando o crescimento do mercado global de combustíveis renováveis e a perspectiva de maior demanda internacional.

No açúcar, o cenário também favorece o setor. A consultoria projeta que o mercado mundial volte a registrar déficit em 2026/27, após um pequeno superávit no ciclo anterior. Problemas climáticos em grandes produtores asiáticos, redução de áreas cultivadas na Europa e menor oferta em países tradicionais sustentam a expectativa de desequilíbrio global entre produção e consumo.

Para o agronegócio brasileiro, o avanço da indústria sucroenergética reforça um movimento que vai além da produção de alimentos. O setor passa a ocupar posição cada vez mais estratégica no fornecimento global de energia renovável, em um mercado que deve movimentar bilhões de dólares nas próximas décadas.

“O Brasil chega a esse novo ciclo do etanol mostrando ao mundo uma capacidade que poucos países possuem: produzir alimento, energia e ainda manter espaço para crescer de forma sustentável. Quando a Datagro projeta mais de 41 bilhões de litros de etanol e quase 700 milhões de toneladas de cana, ela está mostrando que o agro brasileiro deixou de ser apenas fornecedor de commodities agrícolas e passou a ocupar posição estratégica na segurança energética global”, afirma Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA).

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“Esse cenário ganha ainda mais relevância em um momento de forte instabilidade internacional e de aumento das barreiras comerciais. O setor recebe com preocupação o anúncio das restrições europeias às proteínas animais brasileiras apenas 12 dias depois da entrada em vigor provisória de um acordo entre Mercosul e União Europeia que levou mais de duas décadas para ser construído. Isso reforça a percepção de que o Brasil precisará cada vez mais diversificar mercados e fortalecer setores altamente competitivos, como o sucroenergético, que hoje coloca o país numa posição privilegiada dentro da agenda global de descarbonização”, diz.

“Enquanto parte do mundo ainda debate como reduzir emissões sem comprometer crescimento econômico, o Brasil já possui uma matriz renovável consolidada e uma indústria preparada para atender essa nova demanda global. O etanol brasileiro, produzido principalmente a partir da cana-de-açúcar, se transforma agora não apenas em um combustível, mas em um ativo geopolítico e econômico. O desafio passa a ser transformar essa vantagem produtiva em liderança comercial de longo prazo, ampliando acordos internacionais, infraestrutura logística e segurança regulatória para atrair investimentos e consolidar o país como potência mundial da bioenergia”, conclui Isan Rezende.

Fonte: Pensar Agro

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