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ADM apresenta soluções digitais e financeiras no Show Safra para ampliar previsibilidade e comercialização de grãos

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ADM leva portfólio completo ao Show Safra 2026

A ADM participa da 26ª edição do Show Safra, realizada entre os dias 23 e 27 de março, em Lucas do Rio Verde (MT), apresentando um conjunto de soluções voltadas à comercialização de grãos, gestão de risco e planejamento agrícola.

Em sua quarta participação no evento, a companhia reforça sua atuação com ferramentas que conectam produtores ao mercado, aumentam a previsibilidade de receita e reduzem a exposição à volatilidade.

Soluções integradas apoiam planejamento e tomada de decisão

O portfólio apresentado inclui serviços financeiros, comerciais e de gestão que acompanham o produtor em todas as etapas da produção.

As soluções são baseadas em inteligência de mercado e permitem decisões mais estratégicas, desde o plantio até a comercialização. A proposta é oferecer maior segurança e eficiência na gestão da atividade agrícola.

Segundo Eduardo Rodrigues, vice-presidente de Grãos da ADM do Brasil, a proximidade com os produtores permite desenvolver soluções personalizadas e alinhadas às necessidades do campo, fortalecendo a rentabilidade e o relacionamento de longo prazo.

Plataforma digital permite comercialização de grãos 24 horas

Um dos principais destaques é a nova funcionalidade desenvolvida em parceria com a plataforma Grão Direto, que permite a negociação de grãos 24 horas por dia.

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A iniciativa amplia a autonomia do produtor, possibilitando acompanhar preços em tempo real e fechar negócios a qualquer momento, sem depender de horários comerciais.

O modelo de mercado contínuo busca trazer mais agilidade, transparência e eficiência ao processo de negociação, além de alinhar a tomada de decisão à dinâmica do campo.

Operações de barter ampliam previsibilidade financeira

Entre as soluções apresentadas, as operações de barter seguem como ferramenta estratégica para o produtor rural.

Esse modelo permite a troca de insumos por parte da produção futura, ajudando a travar custos, melhorar o planejamento financeiro e reduzir os impactos das oscilações de preços.

Além disso, o barter facilita o acesso ao crédito e contribui para maior previsibilidade de receita ao longo da safra.

Parcerias ampliam acesso a insumos e tecnologias

A ADM também apresenta soluções voltadas à aquisição de insumos, com parcerias estratégicas com empresas do setor.

Entre elas, estão iniciativas com a Mosaic para fertilizantes e com Servalesa, Simbiose e Mosaic Bioscience para bioinsumos. As parcerias oferecem condições comerciais diferenciadas e ampliam o acesso a tecnologias sustentáveis.

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Outro destaque é a parceria com a agtech Seedz, que disponibiliza um programa de fidelidade no qual produtores acumulam pontos e podem trocá-los por produtos e serviços.

Digitalização fortalece eficiência e competitividade no campo

A companhia reforça o papel da digitalização e da integração de soluções como pilares para aumentar a eficiência da produção agrícola.

Com ferramentas tecnológicas e suporte especializado, os produtores conseguem reduzir riscos, tomar decisões mais assertivas e melhorar a gestão da propriedade, especialmente em cenários de margens mais apertadas.

Estratégia foca em previsibilidade e redução de riscos

A atuação da ADM no Show Safra 2026 evidencia uma estratégia voltada a ampliar o controle do produtor sobre suas operações.

Ao oferecer soluções que integram tecnologia, mercado e serviços financeiros, a empresa busca proporcionar maior previsibilidade de receita, reduzir a volatilidade e melhorar o desempenho econômico das propriedades rurais.

A participação no evento reforça o posicionamento da companhia como parceira estratégica do produtor, com foco em eficiência, planejamento e geração de valor ao longo de toda a cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Senado aprova uso do Fundo Social do Pré-Sal para renegociar dívidas do agro

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O Senado aprovou na quarta-feira (11.06) o projeto de lei que autoriza o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para financiar a renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos. A proposta, que também prevê a utilização de recursos dos fundos constitucionais do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), segue para sanção presidencial.

O texto aprovado estabelece condições especiais para produtores que registraram perdas em pelo menos duas safras e prevê taxas de juros entre 3,5% e 7,5% ao ano. Diferentemente da versão aprovada pela Câmara dos Deputados, que previa a destinação de R$ 30 bilhões a R$ 100 bilhões para a operação, o parecer do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), transferiu ao Poder Executivo a definição do volume de recursos que poderá ser utilizado.

A proposta foi defendida por parlamentares ligados ao agronegócio como uma alternativa para enfrentar o aumento do endividamento no campo, agravado pelas perdas provocadas por secas e enchentes em diferentes regiões do País. O projeto beneficia produtores atingidos por eventos climáticos reconhecidos oficialmente.

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O governo federal, no entanto, manteve restrições ao texto durante a tramitação. O Ministério da Fazenda defendia mudanças nos critérios de enquadramento dos produtores e propôs juros mais elevados para a renegociação. Parte das sugestões foi rejeitada pelo relator.

Criado em 2010, o Fundo Social do Pré-Sal tem como objetivo financiar políticas públicas permanentes com recursos da exploração de petróleo. Atualmente, metade das receitas é destinada à educação e a parcela restante atende áreas como saúde, habitação, ciência e tecnologia, cultura e meio ambiente.

Críticos da proposta argumentam que a medida pode reduzir recursos disponíveis para outros programas financiados pelo fundo. Estimativas indicam que o Fundo Social do Pré-Sal destinou cerca de R$ 35 bilhões ao programa Minha Casa, Minha Vida entre 2025 e 2026, contribuindo para a ampliação da meta de contratação de moradias.

A aprovação ocorre em meio à pressão do setor agropecuário por medidas de socorro financeiro. O aumento do endividamento dos produtores levou entidades do setor e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) a defenderem a criação de mecanismos permanentes para enfrentar os impactos das mudanças climáticas sobre a produção.

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Fonte: Pensar Agro

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