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Algodão tem leve retração na área plantada no Oeste da Bahia, mas mantém produtividade estável
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A cultura do algodão no Oeste da Bahia registrou redução de 2,4% na área plantada para a safra 2025/26, totalizando 403 mil hectares, segundo dados da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).
Apesar da retração, a produtividade se mantém estável em 332 arrobas por hectare, o que garante produção estimada de 2,006 milhões de toneladas de algodão em caroço, consolidando a fibra como um dos principais pilares econômicos da região.
Diversificação produtiva influencia redução da área de algodão
De acordo com especialistas do setor, a redução na área cultivada reflete uma estratégia de diversificação agrícola, motivada tanto por fatores de mercado quanto pela busca de equilíbrio nas margens de lucro.
Muitos produtores optaram por ampliar o cultivo de milho e sorgo, culturas que têm apresentado maior viabilidade econômica diante das oscilações de preço e dos custos de produção do algodão.
Atualmente, o algodão responde por 12,5% da área total cultivada no Oeste baiano, mantendo-se entre as principais culturas da região ao lado da soja e do milho.
Mercado em compasso de espera
Até o momento, ainda não há dados oficiais sobre a comercialização da safra 2025/26, o que indica um período de cautela entre os produtores.
Os cotonicultores acompanham com atenção os movimentos do mercado internacional e a definição de preços futuros, fatores decisivos para as estratégias de venda e planejamento das próximas safras.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Pesca esportiva em debate em Foz do Iguaçu
Representantes do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participaram, na última sexta-feira (4), em Foz do Iguaçu (PR), do Simpósio Internacional de Pesca Esportiva, no International Fish Congress & Fish Expo Brasil. Reunindo pescadores esportivos, guias de pesca, representantes do poder público e entidades do setor, o evento abordou as principais demandas e oportunidades relacionadas à atividade.
A coordenadora-geral de Desenvolvimento da Pesca Industrial, Amadora e Esportiva do MPA, Lariessa Soares, participou como painelista e moderadora das duas mesas de debate, que trataram da relação entre a pesca esportiva, o turismo e a economia das regiões onde a atividade é realizada. O primeiro painel, “Pesca Esportiva como Vetor de Desenvolvimento Regional”, abordou como a atividade pode movimentar o turismo e gerar oportunidades de trabalho e renda, especialmente por meio dos serviços oferecidos por guias de pesca, da realização de torneios e da presença de visitantes em municípios que recebem pescadores. Participaram da discussão o pescador esportivo Marlon Bambolim, o guia de pesca esportiva e consultor técnico Ricardo Sanches e o representante da Federação Paranaense de Pesca Esportiva, Márcio Freitag.
Na segunda mesa, “Políticas Públicas para a Pesca Amadora e Esportiva”, os participantes discutiram as necessidades do setor e a relação da pesca esportiva com áreas como turismo e esporte, além dos desafios para o desenvolvimento da atividade. Ao longo do encontro, os participantes destacaram a importância do diálogo entre órgãos públicos, pescadores, profissionais e entidades do setor para identificar as principais necessidades da pesca amadora e esportiva e discutir possíveis caminhos para a atividade.
O simpósio terminou com um debate aberto para reunir as principais contribuições apresentadas durante os painéis, que também serviram para identificar demandas prioritárias do setor. O IFC Brasil 2026 reúne, em Foz do Iguaçu, representantes de diferentes áreas da cadeia do pescado, com programação voltada à troca de experiências e à discussão de temas relacionados à pesca e à aquicultura.
Matheus Silveira
Ministério da Pesca e Aquicultura
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