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Andradina (SP) recebe etapa do Circuito Nelore de Qualidade com avaliação de mais de 1,6 mil animais

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O município de Andradina (SP) será palco, no dia 4 de novembro, da 28ª etapa nacional do Circuito Nelore de Qualidade 2025, no frigorífico Friboi. O evento reunirá cerca de 1.605 animais que serão avaliados em uma das principais iniciativas voltadas ao aprimoramento genético e produtivo da raça Nelore no país.

A etapa é promovida pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), em parceria com a Associação Paulista dos Criadores de Nelore (APCN), a Matsuda Sementes e Nutrição Animal e o próprio frigorífico Friboi.

Pecuaristas de Andradina destacam excelência na produção de Nelore

O gerente executivo da ACNB, André Locateli, destaca a importância da etapa paulista para o fortalecimento da pecuária regional.

“Estamos animados para essa etapa do Circuito Nelore de Qualidade que será realizada em Andradina. O município é muito importante na pecuária do estado, com neloristas dedicados, que temos certeza de que irão apresentar animais de alta qualidade. Será uma grande oportunidade para valorizar o trabalho desses pecuaristas e mostrar toda a excelência da raça Nelore”, afirmou.

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Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado de São Paulo possui um rebanho superior a 10 milhões de cabeças, enquanto Andradina abriga aproximadamente 48 mil animais, consolidando-se como um polo importante na produção bovina paulista.

Inscrições abertas para produtores interessados em participar

Os pecuaristas interessados em participar do Circuito em Andradina podem se inscrever pelos seguintes contatos:

  • (18) 99166-4813 – Vanderlei Oliveira
  • (18) 99742-3264 – Luky
  • (18) 98157-4343 – Mário Júnior
Próximas etapas do Circuito Nelore de Qualidade 2025

Após Andradina, o Circuito segue para outras regiões do país. Confira o calendário das próximas etapas:

  • 06 e 07/11 – Imperatriz (MA)
  • 10/11 – Santana do Araguaia (PA)
  • 12/11 – Casa de Tábua (PA)
  • 14/11 – Redenção (PA)
  • 18/11 – Campo Grande (MS) – Unidade II da Friboi
Iniciativa valoriza genética e qualidade da carne Nelore

O Circuito Nelore de Qualidade é uma iniciativa da ACNB que visa fortalecer a genética da raça Nelore e promover melhorias na produção de carne bovina de alta qualidade. O projeto permite avaliar o desempenho dos animais e os resultados obtidos por diferentes sistemas de produção.

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Realizado desde 1999, o Circuito conta com apoio das empresas Friboi, Frisa, Cooperfrigu, Fribal, Masterboi e Matsuda Sementes e Nutrição Animal. Fora do Brasil, a iniciativa também está presente na Bolívia, com apoio do frigorífico Fridosa e da Asocebu, e no Paraguai, em parceria com a Associação Paraguaia dos Criadores de Nelore e a Minerva Foods.

Reconhecido internacionalmente, o Circuito Nelore de Qualidade é considerado o maior campeonato de avaliação de carcaças bovinas do mundo, reforçando a importância da raça Nelore para o avanço da pecuária de corte no Brasil e na América do Sul.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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