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ApexBrasil fortalece parceria com China com acordos históricos durante visita presidencial

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Investimentos Chineses no Brasil

Após o maior encontro empresarial já realizado entre os dois países, que reuniu centenas de representantes do Brasil e da China, foi anunciada a confirmação de mais de R$ 27 bilhões em investimentos chineses no Brasil. Esse resultado demonstra a crescente confiança das empresas chinesas no mercado brasileiro, destacando o Brasil como um destino promissor para investimentos estrangeiros.

Assinatura de Acordos Históricos

Durante o encontro entre os presidentes Xi Jinping e Luiz Inácio Lula da Silva, realizado na terça-feira (13), a ApexBrasil firmou dois acordos estratégicos com entidades de grande relevância na China. O primeiro deles foi com o Conselho Chinês para a Promoção do Comércio Internacional (CCPIT), que é comparado à ApexBrasil no cenário chinês. O acordo visa ações conjuntas para fomentar o comércio bilateral, apoiar empresas e estimular a inovação.

O segundo acordo foi firmado com o China Media Group (CMG), o maior conglomerado de comunicação estatal da China. A parceria com o CMG tem o objetivo de fortalecer a imagem do Brasil no mercado chinês por meio de campanhas e conteúdos que promovam a cultura, a sustentabilidade e as oportunidades de negócios disponíveis no Brasil.

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A importância da China para o Brasil

Em suas declarações, Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, ressaltou a importância da China como o maior parceiro comercial do Brasil. Ele destacou que os acordos assinados são marcos importantes para a construção de uma relação ainda mais sólida e estratégica entre os dois países, não apenas no comércio, mas também na atração de investimentos e na promoção da imagem do Brasil como um destino confiável e sustentável.

Seminário sobre Segurança Alimentar

Como parte da agenda de desdobramentos dos acordos firmados, a ApexBrasil realiza, nesta quarta-feira, o seminário Diálogo China-Brasil sobre Segurança Alimentar. O evento contará com a participação de autoridades, especialistas e empresas dos dois países e tem como objetivo posicionar o Brasil como fornecedor estratégico de alimentos sustentáveis e seguros, atendendo à crescente demanda da China por soluções confiáveis no setor alimentício.

A assinatura desses acordos representa um avanço significativo nas relações Brasil-China, consolidando parcerias estratégicas em diversos setores e ampliando as oportunidades de negócios para empresas brasileiras e chinesas. Com esses passos, o Brasil reforça seu papel como um parceiro essencial no comércio global, buscando sempre promover uma imagem de sustentabilidade e inovação no mercado internacional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fracassa acordo no STF e disputa sobre Moratória da Soja volta a julgamento

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O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a tentativa de construir um acordo entre produtores rurais, indústria, ambientalistas e Ministério Público sobre a Moratória da Soja. Sem consenso entre as partes, o Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) devolveu os quatro processos relacionados ao tema aos ministros relatores, abrindo caminho para a retomada do julgamento das ações, ainda sem data definida.

Em despacho assinado nesta sexta-feira (12.06), o juiz auxiliar da Presidência do STF e supervisor do Nusol, Álvaro Ricardo de Souza Cruz, afirmou que as reuniões realizadas entre abril e maio chegaram a criar um ambiente favorável à conciliação, mas houve recuo dos envolvidos, inviabilizando uma solução negociada.

“Durante as tratativas, instaurou-se amplo diálogo entre os envolvidos, tendo-se verificado, em determinado momento, ambiente propício à construção de solução consensual. Contudo, sobreveio recuo das partes, o que impossibilitou a composição”, registra o documento.

Segundo o STF, a tentativa de mediação não buscava discutir a constitucionalidade das leis estaduais questionadas, mas os efeitos práticos decorrentes de uma eventual decisão da Corte. A preocupação é evitar a multiplicação de disputas judiciais em diferentes instâncias após o julgamento das ações.

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As tratativas envolveram representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Ministério Público Federal e dos governos de Mato Grosso, Rondônia e Tocantins, além de partidos políticos autores das ações.

Com o fim da mediação, o Nusol reenviou as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7774, relatada pelo ministro Flávio Dino; 7775, sob relatoria de Dias Toffoli; e 7863 e 7959, ambas sob responsabilidade do ministro Luiz Fux.

As ADIs 7774 e 7775 questionam leis aprovadas em Mato Grosso e Rondônia que retiraram benefícios fiscais de empresas participantes de acordos privados, como a Moratória da Soja.

Criada em 2006, a Moratória da Soja estabelece que empresas signatárias não adquiram grãos produzidos em áreas do bioma Amazônia desmatadas após 2008, ainda que a abertura das áreas tenha ocorrido dentro dos limites previstos pela legislação ambiental.

A disputa ganhou novo capítulo após a entrada em vigor, no início de 2026, da lei de Mato Grosso que impôs restrições às tradings participantes do acordo. A medida contribuiu para o esvaziamento da Moratória, com a saída da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e das empresas associadas.

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No fim do ano passado, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão de todas as ações judiciais e administrativas relacionadas à Moratória da Soja, incluindo processos que pedem indenizações. Em uma dessas ações, produtores rurais de Mato Grosso reivindicam ressarcimento superior a R$ 1 bilhão. O setor também acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), acusando as tradings de formação de cartel.

A tentativa de mediação havia sido anunciada em março, durante o julgamento das ações pelo plenário do STF. Com o fracasso das negociações, caberá agora aos ministros dar prosseguimento à análise do caso.

Fonte: Pensar Agro

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