CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Aplicativo para manejo de pragas do feijão é lançado pelo IDR-Paraná na ExpoLondrina

Publicados

AGRONEGOCIOS

O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná — Iapar-Emater (IDR-Paraná) lança nesta quinta-feira (10), no Pavilhão Smart Agro da ExpoLondrina, o aplicativo IDR MIP Feijão, voltado ao monitoramento e controle de pragas em lavouras de feijão. Desenvolvido para smartphones, o app visa auxiliar produtores rurais e técnicos no processo de tomada de decisão, oferecendo mais agilidade e segurança no manejo integrado de pragas.

A nova ferramenta digital, já disponível nas plataformas App Store e Google Play, permite acompanhar infestações e avaliar a necessidade de aplicação de inseticidas. “É uma solução prática que substitui o uso de pranchetas e planilhas complexas. Todas as informações estão acessíveis na palma da mão”, destaca o pesquisador Humberto Godoy Androcioli, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia.

Entre as funcionalidades do aplicativo estão o cadastro de diferentes talhões — inclusive de propriedades distintas —, a orientação sobre o deslocamento ideal na lavoura para definir os pontos de amostragem, a análise do nível de infestação e a recomendação quanto à necessidade de controle químico. O sistema também fornece uma lista atualizada de inseticidas registrados pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar).

Leia Também:  Brasil deve importar mais de 8,3 milhões de toneladas de fertilizantes em setembro, aponta Williams

Um dos diferenciais do IDR MIP Feijão é a possibilidade de registrar o histórico das intervenções realizadas nas áreas cultivadas. “O produtor pode consultar quais produtos já foram utilizados e optar por outros em novas aplicações, reduzindo o risco de resistência das pragas às substâncias ativas”, explica Androcioli.

Tecnologia a serviço do campo

O MIP (Manejo Integrado de Pragas) é uma estratégia agronômica que combina métodos de controle químico, biológico e práticas culturais. Em vez de depender exclusivamente de inseticidas, o modelo propõe vistorias frequentes nas lavouras, uso de cultivares resistentes, rotação de culturas, manejo adequado do solo e plantio em épocas recomendadas. A proposta é minimizar as perdas, preservar o meio ambiente e reduzir os custos de produção.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Exportações brasileiras de soja disparam em 2026 e ANEC projeta embarques acima de 108 milhões de toneladas

Publicados

em

As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026 e caminham para um dos maiores desempenhos da história do agronegócio nacional. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais apontam que os embarques da oleaginosa devem superar 108 milhões de toneladas no acumulado do ano, mantendo o Brasil como principal fornecedor global do grão.

O levantamento “Shipment Flow Week 18/2026”, elaborado com base em informações da Cargonave, mostra avanço consistente das exportações de soja, farelo de soja, milho e derivados ao longo dos primeiros meses do ano.

Soja brasileira deve ultrapassar 108 milhões de toneladas exportadas

Segundo a ANEC, as exportações brasileiras de soja devem atingir 108,68 milhões de toneladas em 2026, considerando a programação atual de embarques.

Somente em maio, os embarques da oleaginosa foram estimados em aproximadamente 15,99 milhões de toneladas, acima do volume registrado no mesmo período do ano passado.

Os números reforçam o forte ritmo das exportações brasileiras mesmo diante das oscilações do mercado internacional e da maior concorrência global.

Entre janeiro e abril, os volumes embarcados já demonstraram crescimento expressivo em relação ao ano anterior, especialmente nos meses de abril e maio.

China concentra 70% das compras de soja do Brasil

A China segue como principal destino da soja brasileira em 2026.

Leia Também:  Alerta no campo: escassez global de clorantraniliprole exige planejamento no controle de pragas

De acordo com a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da oleaginosa brasileira entre janeiro e abril deste ano.

Na sequência aparecem mercados como:

  • Espanha (4%);
  • Turquia (4%);
  • Tailândia (3%);
  • Paquistão (2%);
  • Argélia (2%).

O domínio chinês reforça a importância da demanda asiática para o agronegócio brasileiro e para o equilíbrio das exportações nacionais.

Farelo de soja registra crescimento nos embarques

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026.

A ANEC projeta exportações de 10,66 milhões de toneladas do derivado no acumulado do ano até maio, acima do registrado em igual período de 2025.

Entre os principais compradores do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia (20%);
  • Tailândia (10%);
  • Irã (10%);
  • Holanda (9%);
  • Polônia (7%).

O avanço nas vendas externas reforça a competitividade da indústria brasileira de processamento de soja.

Exportações de milho também avançam em 2026

O milho brasileiro mantém crescimento nas exportações, mesmo com volumes ainda abaixo do pico histórico recente.

Segundo a ANEC, os embarques do cereal somaram 5,78 milhões de toneladas até maio de 2026.

Os principais destinos do milho brasileiro no período foram:

  • Egito (27%);
  • Vietnã (22%);
  • Irã (19%);
  • Argélia (9%);
  • Malásia (5%).
Leia Também:  Safra de soja 2025/26 em Dourados (MS) atinge 97% da área plantada

A demanda internacional segue sustentada principalmente por países do Oriente Médio, Norte da África e Sudeste Asiático.

Portos do Arco Norte ampliam participação nos embarques

Os dados da ANEC também mostram a crescente relevância dos portos do Arco Norte nas exportações brasileiras.

Portos como Barcarena, Santarém, Itaqui e Itacoatiara registraram volumes expressivos de embarques de soja e milho durante a semana analisada.

O Porto de Santos continua liderando a movimentação nacional, seguido por Paranaguá e os terminais do Norte do país.

A expansão logística nessas regiões vem contribuindo para reduzir custos de escoamento e aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Mercado acompanha demanda global e logística brasileira

O cenário das exportações brasileiras segue sendo acompanhado de perto por tradings, produtores e agentes do mercado internacional.

A combinação entre demanda aquecida da China, recuperação da logística portuária e grande oferta brasileira mantém o país em posição estratégica no comércio global de grãos.

Ao mesmo tempo, o mercado monitora fatores como câmbio, custos logísticos, clima e demanda internacional, que continuarão influenciando o ritmo dos embarques ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA