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Aumento de tarifas nos EUA preocupa setor de frutas brasileiro e impacta exportações
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Setor de frutas brasileiro alerta para aumento de tarifas nos EUA
A Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), que representa a fruticultura nacional, expressa profunda preocupação com as recentes notícias sobre o aumento das tarifas aplicadas a produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos.
Importância econômica da relação comercial Brasil-EUA no segmento de frutas
Em 2024, o comércio de frutas entre Brasil e Estados Unidos movimentou cerca de US$ 148 milhões, valor significativo para o setor e a economia brasileira. A expectativa é de crescimento para 2025, reforçando os EUA como parceiro comercial estratégico para a fruticultura nacional.
Modelo de negócios ganha-ganha entre exportadores e importadores
A relação entre exportadores brasileiros e importadores americanos tem sido marcada pelo respeito mútuo, equilíbrio e alto profissionalismo. O modelo comercial estabelecido permite que consumidores norte-americanos tenham acesso a frutas tropicais saborosas e seguras, contribuindo para a saúde e o bem-estar da população dos EUA.
Desejo de continuidade e fortalecimento das exportações
A ABRAFRUTAS reforça o desejo de manter e ampliar a presença dos produtos brasileiros no mercado americano, que também valoriza a oferta constante e diversificada dessas frutas. A continuidade dessa parceria é vista como um benefício legítimo para ambos os países.
Confiança nas negociações e no diálogo entre os governos
A entidade incentiva as negociações em curso entre representantes dos governos brasileiro e norte-americano, acreditando que o diálogo transparente permitirá alcançar um consenso sobre as questões tarifárias. O objetivo é retomar o ciclo virtuoso de negócios, em harmonia com a tradição histórica das relações comerciais entre Brasil e EUA.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Mato Grosso bate recorde no esmagamento de soja em maio e exportações de derivados avançam 41,8%
O estado de Mato Grosso registrou um novo recorde no esmagamento de soja em maio de 2026, consolidando o avanço da agroindústria no principal polo produtor do país. Os dados são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados na segunda-feira (15).
O volume processado chegou a 1,28 milhão de toneladas, alta de 6,98% em relação a abril e crescimento de 3,22% na comparação com maio de 2025.
O desempenho reforça o fortalecimento da cadeia da soja no estado, especialmente em um cenário de maior demanda por derivados e expansão da indústria de biodiesel.
Demanda por óleo de soja e biodiesel sustenta recorde de processamento
Segundo o Imea, o avanço no esmagamento foi impulsionado pela maior utilização da capacidade instalada das indústrias, além do aumento da demanda externa por óleo de soja e do crescimento do setor de biodiesel.
Esses fatores contribuíram para manter o ritmo elevado de processamento da oleaginosa, consolidando maio como o mês de maior volume já registrado no estado.
Exportações de derivados de soja sobem 41,8%
O aumento na produção também refletiu diretamente nas exportações. Mato Grosso exportou 21,69 mil toneladas de derivados de soja em maio, volume 41,80% superior ao registrado em abril.
O desempenho foi puxado principalmente pelo óleo de soja, que segue com forte demanda no mercado internacional e no setor energético, especialmente na produção de biodiesel.
Rentabilidade da indústria sofre pressão com custos e preços
Apesar do cenário positivo em volume e exportações, o setor industrial enfrentou pressão sobre as margens de esmagamento ao longo do mês.
De acordo com o Imea, a valorização de 1,18% da soja em grão, somada à queda nos preços dos coprodutos, reduziu a rentabilidade das indústrias processadoras.
Como resultado, a margem bruta de esmagamento recuou 7,82% na comparação mensal, encerrando maio com média de R$ 639,84 por tonelada processada.
Setor segue forte, mas com atenção à rentabilidade
O recorde no processamento reforça a importância de Mato Grosso na agroindústria da soja, enquanto o crescimento das exportações de derivados evidencia a competitividade do estado no mercado internacional.
Por outro lado, a queda na margem industrial indica um cenário de maior pressão de custos, que deve seguir no radar do setor nos próximos meses.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


