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Aurora Coop fortalece capacitação em bem-estar animal e produção sustentável
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A Aurora Coop, terceiro maior grupo agroindustrial brasileiro no setor de proteína animal, reforça seu compromisso com a excelência e a sustentabilidade ao investir em uma robusta estrutura de capacitação voltada para o bem-estar animal. A iniciativa abrange colaboradores, produtores integrados e prestadores de serviço, garantindo a aplicação das melhores práticas de manejo ao longo de toda a cadeia produtiva.
Estrutura de capacitação e treinamento contínuo
A cooperativa promove treinamentos regulares que cobrem todas as etapas do processo produtivo, desde a criação até o transporte dos animais. Com o objetivo de garantir a qualificação contínua dos profissionais envolvidos no manejo de animais vivos, os treinamentos são formalmente estruturados dentro do Sistema de Recursos Humanos da Aurora Coop e são obrigatórios para todos os envolvidos, incluindo colaboradores da indústria, empresários rurais e prestadores de serviço.
Os cursos são realizados prioritariamente por consultorias externas especializadas, credenciadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), conforme as diretrizes da Instrução Normativa 12/2017. Ao final dos treinamentos, os participantes recebem certificação oficial (Oficiais de Bem-Estar Animal), e os colaboradores capacitados são orientados a replicar o conhecimento adquirido, ampliando o impacto das boas práticas ao longo da cadeia produtiva.
A Aurora Coop conta com uma equipe técnica qualificada composta por aproximadamente 500 profissionais, incluindo médicos veterinários, zootecnistas e técnicos agrícolas, que são responsáveis pela disseminação das melhores práticas e pelo monitoramento contínuo das práticas de bem-estar animal, tanto no campo quanto nas unidades industriais.
Compromisso com as melhores práticas em bem-estar animal
Marcos Antonio Zordan, vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, destaca que a cooperativa possui um setor exclusivo de bem-estar animal, formado por profissionais altamente capacitados, como zootecnistas, médicos veterinários e engenheiros agrônomos. Esse time atua diretamente na implementação e manutenção do Programa de Bem-Estar Animal, garantindo que as melhores práticas sejam adotadas em todas as etapas da produção.
Materiais de apoio e manuais
Para complementar o aprendizado, a Aurora Coop desenvolve materiais didáticos e manuais de produção com diretrizes específicas sobre manejo e bem-estar animal. Esses documentos são periodicamente revisados para garantir alinhamento com a legislação vigente e as inovações do setor. As boas práticas incluem aspectos fundamentais, como alimentação e água de qualidade, instalações que favorecem o conforto térmico, cuidados com a saúde dos animais e a conscientização dos manejadores sobre a importância de tratar os animais de maneira adequada.
A cooperativa também disponibiliza cartilhas orientativas sobre procedimentos de bem-estar animal, com diretrizes claras para adaptação e implementação das boas práticas. Algumas cartilhas são específicas para diferentes espécies, como a Cartilha de Gestação Coletiva, a do Motorista Transportador de Suínos e Aves, e a de Acidentes com Carga Viva. “Esses materiais garantem que todos os envolvidos no processo produtivo compreendam e apliquem as melhores práticas, promovendo mais conforto e qualidade de vida aos animais e às pessoas, desde a criação até o momento do abate”, explica Zordan.
Auditorias e monitoramento contínuo
A Aurora Coop realiza auditorias internas e externas de forma periódica para assegurar que as práticas estabelecidas pelo Programa de Bem-Estar Animal sejam rigorosamente cumpridas, levando em consideração as particularidades de cada espécie. Um exemplo disso é o Programa Propriedade Rural Sustentável Aurora (PRSA), que certifica e bonifica os produtores que atendem aos critérios ambientais, sociais e econômicos exigidos, incluindo as normas de bem-estar animal. Este programa abrange todo o sistema de produção de suínos, aves e leite, reforçando o compromisso da cooperativa com a sustentabilidade e com a melhoria contínua.
Impacto social e ambiental
Ao investir na capacitação de seus colaboradores e parceiros, a Aurora Coop não apenas fortalece as práticas de bem-estar animal, mas também reforça sua responsabilidade social e ambiental. Essa abordagem integrada contribui para a produção de alimentos de alta qualidade, fortalece a transparência da cooperativa e solidifica sua posição como referência em práticas sustentáveis no setor agroindustrial.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Marrocos suspende tarifas de importação sobre ovinos vivos e carnes bovina, ovina, caprina e camelídea até dezembro de 2026
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informa que o Governo do Reino do Marrocos publicou, em 27 de julho de 2026, o Decreto nº 2.26.584 e a Circular nº 6762/211, da Administração das Alfândegas e Impostos Indiretos, suspendendo a cobrança do direito de importação sobre:
- ovinos domésticos vivos (posição tarifária 0104.10.90.10); e
- carnes das espécies bovina, ovina, caprina e camelídea (posições tarifárias 02.01, 02.02, 02.04 e 0208.60).
A medida está em vigor desde 27 de julho e permanecerá válida até 31 de dezembro de 2026. Ela se aplica às importações originárias de todos os países.
Para as miudezas de animais das espécies bovina, ovina, caprina e camelídea (posição tarifária Ex 02.06), permanece o direito de importação de 30%.
Segundo o governo marroquino, a decisão busca ampliar o abastecimento interno de carnes vermelhas. O censo pecuário de 2025 apontou uma redução de aproximadamente 30% do rebanho bovino do país, cenário atribuído aos períodos de seca e ao aumento dos custos com alimentação animal.
No comércio entre Brasil e Marrocos, as importações marroquinas de bovinos vivos destinados ao abate já são realizadas sob regime semelhante. Desde o fim de 2022, esses animais têm a cobrança do direito de importação suspensa quando importados dentro de contingentes tarifários anuais definidos pelo governo marroquino, fixados em 300 mil cabeças para 2026.
Em 2025, as exportações brasileiras de bovinos vivos para o Marrocos somaram US$ 213,5 milhões, frente aos US$ 41 milhões registrados em 2024. No período, o Brasil respondeu por 46,7% das importações marroquinas desse produto. Já no primeiro quadrimestre de 2026, o Marrocos foi o segundo principal destino das exportações brasileiras de bovinos vivos.
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