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Ministro Carlos Fávaro destaca avanço histórico da produção indígena

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Durante os debates e painéis da COP30, a insegurança alimentar e os impactos das mudanças climáticas sobre os sistemas produtivos ganharam destaque, especialmente quando relacionados às comunidades indígenas e à gestão sustentável de seus territórios. Nesse contexto, ocorreu nesta quarta-feira (19), na AgriZone, o lançamento do documentário Hanama.

Durante o lançamento, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a importância da obra para conscientizar a sociedade e ampliar o entendimento sobre o papel das comunidades indígenas na produção sustentável.

“O documentário Hanama cumpre um papel fundamental ao mostrar a realidade das comunidades indígenas brasileiras sem estereótipos, com profundidade e respeito. Ele revela como os povos tradicionais têm construído soluções próprias, sustentáveis e inovadoras para enfrentar desafios como a insegurança alimentar e a adaptação às mudanças climáticas”, afirmou Fávaro.

A produção retrata a trajetória dos povos Haliti-Paresi, Nambikwara e Manoki desde o início dos anos 2000, quando identificaram o potencial agrícola de suas terras como caminho para superar a insegurança alimentar e melhorar as condições de saúde e bem-estar das aldeias. Por meio do cultivo de soja, milho e feijão, organizado pela Cooperativa Agropecuária Coopihanama, as comunidades desenvolveram um modelo próprio de agricultura mecanizada, que concilia produtividade com conservação, mantendo mais de 98% do território preservado e utilizando menos de 2% para cultivo.

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Em outubro de 2025, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com o apoio dos Ministérios dos Povos Indígenas, do Meio Ambiente e Mudança do Clima, e da Agricultura e Pecuária, concedeu a licença de operação para que os povos indígenas pudessem produzir legalmente em suas terras. A medida abriu caminho para acesso a financiamentos públicos e privados com juros mais baixos, exportação de produtos e comercialização em todo o território nacional.

O ministro Carlos Fávaro também ressaltou que a COP30 marca um ponto de virada na valorização dos povos indígenas no debate climático e produtivo. “Esta conferência nos lembra que o futuro passa pelo reconhecimento da capacidade produtiva e pela valorização do conhecimento dos povos indígenas. Tenho certeza de que estamos construindo um legado importante e duradouro”, completou.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Apapá: O brilhante dos rios amazônicos

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Peixe de escamas douradas e prateadas, o apapá chama atenção pelo tamanho, pela velocidade e pela habilidade na caça. É um peixe de água doce encontrado principalmente na Amazônia e nas Guianas. Com corpo alongado e escamas brilhantes, é uma das espécies mais marcantes dos rios brasileiros.

Existem duas espécies principais: o apapá-amarelo, mais comum e com tons dourados, e o apapá-branco, que possui coloração mais prateada. O apapá-amarelo pode ultrapassar 60 centímetros de comprimento, enquanto o branco costuma chegar a cerca de 50 centímetros.

Predador ágil, o apapá se alimenta de pequenos peixes capturados na superfície da água, usando velocidade e precisão durante a caça.

Além de seu papel importante no equilíbrio dos ecossistemas amazônicos, o apapá também desperta o interesse de pesquisadores, pescadores esportivos e admiradores da fauna brasileira.

Matheus Silveira
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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