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AveSummit & AveExpo 2025: Inovação e Sustentabilidade no Setor Avícola se Encontram em Campinas

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Campinas receberá grande evento sobre avicultura

De 26 a 28 de novembro, Campinas (SP) será o palco da AveSummit & AveExpo 2025, um evento de relevância internacional que promete reunir líderes, especialistas e inovadores do setor avícola. Organizado pela Originale Eventos e Turismo, o encontro ocorrerá no Royal Palm Hall e será um ponto de encontro essencial para profissionais que desejam se atualizar sobre as tendências e inovações do mercado.

Programação diversificada e foco no networking

Com uma programação técnica ampla e uma feira de negócios integrada, a AveSummit & AveExpo 2025 tem como objetivo promover networking qualificado, incentivar a colaboração intersetorial e proporcionar a troca de conhecimentos sobre os desafios e as soluções que estão moldando o futuro da avicultura. Segundo Adalberto Vial, diretor da Originale Eventos e Turismo, o evento será uma plataforma ideal para aqueles que buscam estar à frente das tendências e inovações que estão transformando o mercado avícola.

Palestras e debates sobre as tendências do mercado

Durante os três dias de evento, os participantes terão a oportunidade de assistir a 20 palestrantes, incluindo apresentações de entidades como a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O evento contará com análises detalhadas sobre o mercado nas palestras “Agro Global 2026 – O que esperar do Mercado Nacional e Internacional?” e “Perspectiva do Mercado de Grãos e Commodities para Avicultura”. Além disso, haverá workshops interativos e uma mesa-redonda com especialistas da indústria, promovendo um ambiente de debate e aprendizado prático.

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Feira de Negócios e parcerias estratégicas

Uma das atrações mais aguardadas do evento será a Feira de Negócios, que reunirá grandes empresas e players do setor avícola, trazendo novidades tecnológicas e biotecnológicas para o mercado. Adalberto Vial ressalta que o evento representa uma excelente oportunidade para empresas que buscam fortalecer sua marca, divulgar novos produtos e tecnologias e, principalmente, gerar parcerias estratégicas. O foco do evento será também a discussão de soluções sustentáveis, que são essenciais para garantir a competitividade do setor no cenário atual.

Inscrições abertas

As inscrições para o AveSummit & AveExpo 2025 já estão abertas e podem ser realizadas através do site oficial do evento: www.aveexpo.com.br.

Este evento se configura como uma oportunidade única para todos os envolvidos no setor avícola, seja para empresas, profissionais ou pesquisadores, que desejam se posicionar como líderes em um mercado cada vez mais competitivo e voltado para a sustentabilidade e inovação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Receita das cooperativas do agro cresce R$ 49 bilhões

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As cooperativas agropecuárias brasileiras ampliaram a receita em aproximadamente R$ 49 bilhões em 2025, mas encerraram o ano com redução nas sobras destinadas aos associados. O resultado mostra que o crescimento das operações não foi suficiente para compensar o aumento dos custos financeiros, industriais e logísticos enfrentados pelo setor.

Os dados estão no Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado na sexta-feira (31.07) pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

A movimentação financeira das cooperativas do agro passou de aproximadamente R$ 438,2 bilhões em 2024 para R$ 487,3 bilhões no ano passado, crescimento de 11,2%.

As sobras fizeram o caminho inverso. O valor caiu de cerca de R$ 30,2 bilhões para R$ 29,2 bilhões, redução de 3,3%. Na prática, o setor movimentou mais dinheiro, mas terminou o exercício com aproximadamente R$ 1 bilhão a menos em resultados.

No cooperativismo, as sobras correspondem ao valor que permanece depois do pagamento dos custos, despesas e obrigações. A assembleia dos associados decide quanto será distribuído aos cooperados e quanto ficará na organização para reforçar o capital, formar reservas ou financiar novos investimentos.

O valor recebido por cada associado costuma ser calculado de acordo com sua movimentação. Podem ser considerados o volume de produção entregue, as compras realizadas e a utilização dos serviços oferecidos pela cooperativa.

A queda das sobras ocorre em um momento de margens apertadas no campo. Juros elevados, custos de armazenagem e transporte, despesas industriais e preços menores para algumas commodities pressionaram os resultados das cooperativas e dos produtores.

A relação entre as sobras e a movimentação financeira caiu de aproximadamente 6,9% em 2024 para 6% em 2025. O indicador não equivale à margem de lucro de uma empresa convencional, mas ajuda a mostrar que uma parcela maior da receita foi absorvida pelas despesas.

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Mesmo com a redução no resultado, o agro manteve ampla liderança dentro do cooperativismo nacional. O segmento respondeu por 57,4% de toda a movimentação financeira das cooperativas brasileiras.

O País encerrou 2025 com 1.254 cooperativas agropecuárias e 1,13 milhão de produtores associados. Essas organizações mantiveram 277,2 mil empregos diretos, quase metade dos postos de trabalho gerados por todo o sistema cooperativista.

A importância para o produtor vai além da comercialização. As cooperativas participam de 53% da produção brasileira de grãos, possuem 25% da capacidade nacional de armazenagem e respondem por 22% da carteira de crédito rural, segundo o anuário.

Essa estrutura permite que produtores negociem insumos em maior escala, armazenem a colheita, industrializem matérias-primas e vendam a produção de forma conjunta. Em regiões com pouca concorrência ou infraestrutura insuficiente, a cooperativa pode ser o principal canal de acesso a crédito, assistência técnica e mercado.

O segmento mantinha 10,7 mil profissionais de assistência técnica e extensão rural em 2025. São agrônomos, veterinários, técnicos agrícolas e outros profissionais que atendem os associados no planejamento das lavouras, na sanidade dos rebanhos e na gestão das propriedades.

Os ativos das cooperativas agropecuárias chegaram a R$ 340,1 bilhões, alta de 10,6%. O valor inclui armazéns, indústrias, máquinas, estoques, créditos e outros bens e direitos controlados pelas organizações.

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O crescimento patrimonial pode ampliar a capacidade de receber, processar e comercializar a produção. Ao mesmo tempo, exige capital para manter as estruturas em funcionamento, especialmente em um período de juros elevados.

No mercado externo, 140 cooperativas venderam aproximadamente R$ 96 bilhões em produtos em 2025. O volume representou 10,3% das vendas internacionais do agronegócio brasileiro.

Café, carnes de aves e suínos, farelo e óleo de soja ficaram entre os principais produtos comercializados. China, Japão, Estados Unidos, Alemanha e Países Baixos foram os maiores destinos.

A participação internacional, porém, está concentrada. Apenas dez cooperativas responderam por 67% do valor vendido ao exterior. O dado mostra que a maior parte das organizações ainda enfrenta dificuldades para alcançar outros países, seja por falta de escala, estrutura logística, certificações ou regularidade na oferta.

Para o produtor, o desempenho de uma cooperativa não deve ser avaliado apenas pelo faturamento. Preço pago pela produção, custo dos insumos, qualidade da assistência técnica, capacidade de armazenagem, nível de endividamento e sobras devolvidas ao associado são indicadores mais próximos do resultado efetivo dentro da propriedade.

Considerando todos os ramos, o cooperativismo brasileiro movimentou R$ 848,4 bilhões em 2025. O sistema reuniu 4.400 cooperativas, 29 milhões de associados e 613,4 mil empregados. O agro permaneceu como o principal responsável pelas receitas e pelos empregos.

Fonte: Pensar Agro

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